CAHORA-BASSA
“Cahora-Bassa é nossa” ergue-se como um grito contraditório de “Angola é nossa”.
Após o primeiro negócio político entre Estados, aos quais o famoso “erário público português” não teve direito a qualquer tipo de informação, ou, qualquer tipo de consulta de decisão, o “Estado de Direito” luso planeia vender os restantes 15% de Cahora-Bassa.
Questionava-se, outrora, se tal negócio não passava pelo favorecimento da oligarquia política ou partidária de Moçambique.
Ou, porventura se não seria preferível estabelecer uma “sociedade anónima” de capitalização accionista.
Claro que neste sentido, tanto a República da China como outros capitalistas estariam imensamente interessados.
Todavia a participação portuguesa envolve uma definição empresarial para libertar o seu potencial capital, se o Estado moçambicano concordar, e, se qualquer tipo de estrutura empresarial for possível de ser implementada..
Todavia, mais uma vez, o famoso “Estado de Direito”, sem qualquer nexo com o “famoso erário público” ditará as suas regras.
Quer dizer o “Estado de Direito” tem jus a fazer “negócios políticos” sem qualquer vínculo com o dito e “famoso erário público”.
Será possível que o “Estado Português” constitua um “Fundo Soberano” (exemplo da Noruega) de investimentos?
A questão é do domínio político e partidário.
Todavia o “Estado de Direito” não deve ter todas as prerrogativas em relação ao “erário público", quando se perspectiva lançar para a privatização os seus investimentos.
Portanto, a classe política deve interessar-se, um pouco, pela política estrangeira portuguesa.
Compete não somente ao Estado português, mas sobretudo à Nação Portuguesa (inclusive Presidência) delinear as perspectivas de tais negócios.
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quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
OS PIVOTS DE TELEJORNAIS
Os pivots de telejornais
Um certo administrador delegado da Media Capital, mais conhecida pela TVI, declarava que “todos os dias se mudam pivots de telejornais.”
Este enunciado contradiz as mais elementares regras do jornalismo.
Numa breve sinopse, normalmente existem quatro tipo de jornalistas:
1 - O jornalista/jornalista :"tout court"
2 - O jornalista especialista em qualquer assunto, ou, “speaker”.
3 - O jornalista divulgador, ou, “entertrainer”
4 - O jornalista institucional – conquistado pela estrutura empresarial.
Comecemos pelo último exemplo, que tem sido exemplar !...
Há uns anos atrás, um célebre jornalista, com funções institucionais, inclusive nos USA, demonstrava grande dificuldade em clarificar a diferença entre uma televisão pública e privada.
No caso número três, podemos facilmente representar “Júlio Isidro”, como caso exemplar.
No caso dois, existem alguns exemplos desta função, mas certamente a sociedade civil ficaria mais esclarecida se existissem muitos mais. Aliás, são poucos.
No primeiro caso, encontra-se a maioria dos jornalistas em Portugal, onde se encaixam os famosos “pivots”.
Em política, dir-me-ão tem mais impacto uma voz feminina ou masculina ?!...
Muda-se de pivot todos os dias?
Não. Existem várias razões para tal facto, mas a credibilidade de um jornalista demora tempo, junto do seu público. Quer dizer, o público identifica-se com o jornalista. Mudar “todos os dias” é desacreditar uma estação de televisão.
Todavia existe uma série de conteúdos que deveriam ser ensinados nas Escolas de Jornalismo, tais como: ética profissional (deontologia jornalística), os vários direitos de informação e história do direito de informação, sociologia da informação, economia da informação e as várias técnicas jornalísticas, segundo os meios de informação. Ou seja, sem os pilares fundamentais da informação não podemos esperar um bom jornalismo.
Portanto confundir um “pivot” com qualquer incógnito “speaker” é deixar por mãos alheias o marfim.
Um certo administrador delegado da Media Capital, mais conhecida pela TVI, declarava que “todos os dias se mudam pivots de telejornais.”
Este enunciado contradiz as mais elementares regras do jornalismo.
Numa breve sinopse, normalmente existem quatro tipo de jornalistas:
1 - O jornalista/jornalista :"tout court"
2 - O jornalista especialista em qualquer assunto, ou, “speaker”.
3 - O jornalista divulgador, ou, “entertrainer”
4 - O jornalista institucional – conquistado pela estrutura empresarial.
Comecemos pelo último exemplo, que tem sido exemplar !...
Há uns anos atrás, um célebre jornalista, com funções institucionais, inclusive nos USA, demonstrava grande dificuldade em clarificar a diferença entre uma televisão pública e privada.
No caso número três, podemos facilmente representar “Júlio Isidro”, como caso exemplar.
No caso dois, existem alguns exemplos desta função, mas certamente a sociedade civil ficaria mais esclarecida se existissem muitos mais. Aliás, são poucos.
No primeiro caso, encontra-se a maioria dos jornalistas em Portugal, onde se encaixam os famosos “pivots”.
Em política, dir-me-ão tem mais impacto uma voz feminina ou masculina ?!...
Muda-se de pivot todos os dias?
Não. Existem várias razões para tal facto, mas a credibilidade de um jornalista demora tempo, junto do seu público. Quer dizer, o público identifica-se com o jornalista. Mudar “todos os dias” é desacreditar uma estação de televisão.
Todavia existe uma série de conteúdos que deveriam ser ensinados nas Escolas de Jornalismo, tais como: ética profissional (deontologia jornalística), os vários direitos de informação e história do direito de informação, sociologia da informação, economia da informação e as várias técnicas jornalísticas, segundo os meios de informação. Ou seja, sem os pilares fundamentais da informação não podemos esperar um bom jornalismo.
Portanto confundir um “pivot” com qualquer incógnito “speaker” é deixar por mãos alheias o marfim.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
A "JIHAD" DE AL GADHAFI
A jihad do Príncipe Muammar Al Gadhafi
Quem lida, um pouco, com o mundo árabe apercebe-se que os árabes, em questões de política, “fervem em pouca água”, contrariamente a alguns líderes da alta política que “fervem a todo o vapor”: caso paradigmático do Príncipe.
A “jihad” do Príncipe é um admirável teste à capacidade negociadora da U.E., que, até ao momento presente, não revelou o seu rosto.
Tal como o número árabe foi importante para a ciência e para a matemática europeia, da mesma forma os árabes percebem que o petróleo representa tal eficiência para a economia e a política.
A mundividência europeia reproduz uma certa cegueira que faz lembrar o declínio do mundo romano, onde unicamente começa a despertar pela força da era viking. Ou seja, vive numa letargia digna desses tempos remotos.
Porventura, conseguiu encontrar um rumo para a sua política externa.?
A “Jihad” do Príncipe vem provar que ainda não.
O Famoso “Trado de Lisboa” , ainda, não concedeu poderes suficientes para uma efectiva dinâmica à sua política estrangeira, nem o seu representante esboça qualquer gesto digno dessa actuação. São detidos e presos cidadãos europeus, à mercê de dirigentes árabes: “posteriormente dialogaremos”!
Além disso, não surgem estratégias adequadas para essa política estrangeira.
Queixam-se os americanos no seu relacionamento, interrogam-se os sul-americanos no seu funcionamento, ficando à deriva outros pólos do globo.
A política externa chinesa funciona numa base puramente económica; a política americana numa imposição forçada dos valores democráticos. E, que dizer da política europeia?.
O diálogo com o mundo árabe não é fácil, quando a religião se mistura com a política e a política com a religião.
O famoso jornalista americano Hitchens advogava que a invasão do Iraque valia a pena pelo factor da secularização.
Nas suas invasões, os árabes sempre demonstraram saber lidar com o factor “religião” na Europa. Aconteceu com a invasão da Grécia, e, souberam utilizar os seus “peões” na Península Ibérica, demonstrando uma civilização superior.
Todavia esta sábia utilização árabe do factor da religião não condiz com o apelo à “jihad” do Príncipe. Aliás, um principie preocupado com a “salvação das almas” remete-nos para início do século XVIII.
Portanto urge um diálogo de clarificação demonstrativa daquilo que ambas partes pretendem. Todavia, não podemos ficar insensíveis à detenção de simples cidadãos que se encontram presos nesta malha de redes pouco esclarecidas.
Quem lida, um pouco, com o mundo árabe apercebe-se que os árabes, em questões de política, “fervem em pouca água”, contrariamente a alguns líderes da alta política que “fervem a todo o vapor”: caso paradigmático do Príncipe.
A “jihad” do Príncipe é um admirável teste à capacidade negociadora da U.E., que, até ao momento presente, não revelou o seu rosto.
Tal como o número árabe foi importante para a ciência e para a matemática europeia, da mesma forma os árabes percebem que o petróleo representa tal eficiência para a economia e a política.
A mundividência europeia reproduz uma certa cegueira que faz lembrar o declínio do mundo romano, onde unicamente começa a despertar pela força da era viking. Ou seja, vive numa letargia digna desses tempos remotos.
Porventura, conseguiu encontrar um rumo para a sua política externa.?
A “Jihad” do Príncipe vem provar que ainda não.
O Famoso “Trado de Lisboa” , ainda, não concedeu poderes suficientes para uma efectiva dinâmica à sua política estrangeira, nem o seu representante esboça qualquer gesto digno dessa actuação. São detidos e presos cidadãos europeus, à mercê de dirigentes árabes: “posteriormente dialogaremos”!
Além disso, não surgem estratégias adequadas para essa política estrangeira.
Queixam-se os americanos no seu relacionamento, interrogam-se os sul-americanos no seu funcionamento, ficando à deriva outros pólos do globo.
A política externa chinesa funciona numa base puramente económica; a política americana numa imposição forçada dos valores democráticos. E, que dizer da política europeia?.
O diálogo com o mundo árabe não é fácil, quando a religião se mistura com a política e a política com a religião.
O famoso jornalista americano Hitchens advogava que a invasão do Iraque valia a pena pelo factor da secularização.
Nas suas invasões, os árabes sempre demonstraram saber lidar com o factor “religião” na Europa. Aconteceu com a invasão da Grécia, e, souberam utilizar os seus “peões” na Península Ibérica, demonstrando uma civilização superior.
Todavia esta sábia utilização árabe do factor da religião não condiz com o apelo à “jihad” do Príncipe. Aliás, um principie preocupado com a “salvação das almas” remete-nos para início do século XVIII.
Portanto urge um diálogo de clarificação demonstrativa daquilo que ambas partes pretendem. Todavia, não podemos ficar insensíveis à detenção de simples cidadãos que se encontram presos nesta malha de redes pouco esclarecidas.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Resquícios de Maio de 68
Resquícios de Maio
“1968 não foi o princípio mas o fim do socialismo (...). De certa maneira, 68 acaba em 1974, em Portugal” - Hitchens
A elite intelectual francesa demonstrava, por vezes, certas reticências ao socialismo russo. Habituados a receber alguns intelectuais soviéticos, permanentemente vigiados pela KGB, desconfiavam verdadeiramente do sistema russo, apesar de outros intelectuais morrerem de amor pela revolução bolchevista.
Aliás, era reconfortante assistir aos verdadeiros cenáculos de discussão idealista dos nossos parceiros sul-americanos, desde o México, Chile, Paraguai, Brasil e Argentina.
O declínio deste império acabou por acontecer, porventura, sem as ansiedades de Maio de 68.
A silenciosa revolução dos “filhos dos pequenos burgueses” desencadeou uma dinâmica social que contagiou o mundo nas suas mais variadas facetas.
Todavia a sua aversão ao capitalismo exerceu posteriormente uma verdadeira sedução pelas suas benesses, das quais alguns beneficiaram sobejamente. Aliás, um certo horror ao dinheiro criou descuidos na visão realista da vida, do qual Cuba surge como paradigma..
Alguns ideais concretizaram-se numa assaz democratização, incluindo aquilo que Hitchens declara que “acaba em 1974, em Portugal".
Todavia um certo cepticismo começar a invadir os sonhos e anelos que, por vezes, implicaram sacrifícios dos seus intervenientes.
A planificação económica nem sempre acompanhou este idealismo, nem a libertação do trabalho atingiu os desejos esboçados.
De certo modo todo este idealismo europeu recai sobre os ombros daqueles que se sacrificaram pela sua realização.
Sente-se que a factura é grande, e, que as garras do selvagem capitalismo aprisiona, de forma incontrolável, os ideais de Maio 68.
Um dos “slogans” do Maio de 68 era “a imaginação ao poder”.
Bem precisa esta Europa que o poder tenha imaginação, ideias novas, consistentes e suficientes para criar um “élan” mobilizador dos povos europeus nesta época sombria, dispersa, parcelar.
.N.B. Dedicado a Hitchens (célebre jornalista americano)
“1968 não foi o princípio mas o fim do socialismo (...). De certa maneira, 68 acaba em 1974, em Portugal” - Hitchens
A elite intelectual francesa demonstrava, por vezes, certas reticências ao socialismo russo. Habituados a receber alguns intelectuais soviéticos, permanentemente vigiados pela KGB, desconfiavam verdadeiramente do sistema russo, apesar de outros intelectuais morrerem de amor pela revolução bolchevista.
Aliás, era reconfortante assistir aos verdadeiros cenáculos de discussão idealista dos nossos parceiros sul-americanos, desde o México, Chile, Paraguai, Brasil e Argentina.
O declínio deste império acabou por acontecer, porventura, sem as ansiedades de Maio de 68.
A silenciosa revolução dos “filhos dos pequenos burgueses” desencadeou uma dinâmica social que contagiou o mundo nas suas mais variadas facetas.
Todavia a sua aversão ao capitalismo exerceu posteriormente uma verdadeira sedução pelas suas benesses, das quais alguns beneficiaram sobejamente. Aliás, um certo horror ao dinheiro criou descuidos na visão realista da vida, do qual Cuba surge como paradigma..
Alguns ideais concretizaram-se numa assaz democratização, incluindo aquilo que Hitchens declara que “acaba em 1974, em Portugal".
Todavia um certo cepticismo começar a invadir os sonhos e anelos que, por vezes, implicaram sacrifícios dos seus intervenientes.
A planificação económica nem sempre acompanhou este idealismo, nem a libertação do trabalho atingiu os desejos esboçados.
De certo modo todo este idealismo europeu recai sobre os ombros daqueles que se sacrificaram pela sua realização.
Sente-se que a factura é grande, e, que as garras do selvagem capitalismo aprisiona, de forma incontrolável, os ideais de Maio 68.
Um dos “slogans” do Maio de 68 era “a imaginação ao poder”.
Bem precisa esta Europa que o poder tenha imaginação, ideias novas, consistentes e suficientes para criar um “élan” mobilizador dos povos europeus nesta época sombria, dispersa, parcelar.
.N.B. Dedicado a Hitchens (célebre jornalista americano)
O príncipe Muammar Al Qadhafi
PORTUGAL-LÍBIA.1
As Nações Unidas criticaram severamente a atitude do governante líbio Muamar Kadafi, que convocou uma guerra santa contra a Suíça. "Tais declarações são inaceitáveis para um chefe de Estado, no âmbito das relações internacionais", afirmou nesta sexta-feira (26/2) o diretor-geral da ONU, Serguei Ordzhonikidse, em entrevista coletiva realizada em Genebra.
Quando oito portugueses ficaram retidos nos aeroportos da Líbia, não se desencadearam quaisquer tipos de reacções, que seja público, a nível oficial. Quer dizer que a diplomacia esmoreceu relativamente à exibição de tal prepotência, apesar de dignamente justificados com os vistos e beneplácito da Embaixada Líbia, que acompanha os ritmos internos, fora de tempo.
Todavia este preâmbulo seria abertura para os capítulos seguintes. Ou seja, o problema é suíço, e, todos os seus possíveis amigos devem pagar por tabela.
A “velha raposa do deserto” não fica insensível a qualquer interferência que toque os seus territórios, a sua propriedade familiar. Qual “íman” procura defender a “propriedade vida”, melhor que os escritos de Locke.
Todavia seria aconselhável que este líder lesse a Carta da Tolerância e a digna separação de poderes entre a religião e o príncipe.
Estaríamos mais confortados nesta época, do que regressar ao início do século XVIII.
As Nações Unidas criticaram severamente a atitude do governante líbio Muamar Kadafi, que convocou uma guerra santa contra a Suíça. "Tais declarações são inaceitáveis para um chefe de Estado, no âmbito das relações internacionais", afirmou nesta sexta-feira (26/2) o diretor-geral da ONU, Serguei Ordzhonikidse, em entrevista coletiva realizada em Genebra.
Quando oito portugueses ficaram retidos nos aeroportos da Líbia, não se desencadearam quaisquer tipos de reacções, que seja público, a nível oficial. Quer dizer que a diplomacia esmoreceu relativamente à exibição de tal prepotência, apesar de dignamente justificados com os vistos e beneplácito da Embaixada Líbia, que acompanha os ritmos internos, fora de tempo.
Todavia este preâmbulo seria abertura para os capítulos seguintes. Ou seja, o problema é suíço, e, todos os seus possíveis amigos devem pagar por tabela.
A “velha raposa do deserto” não fica insensível a qualquer interferência que toque os seus territórios, a sua propriedade familiar. Qual “íman” procura defender a “propriedade vida”, melhor que os escritos de Locke.
Todavia seria aconselhável que este líder lesse a Carta da Tolerância e a digna separação de poderes entre a religião e o príncipe.
Estaríamos mais confortados nesta época, do que regressar ao início do século XVIII.
Douce EURO
O sucesso da moeda única arrastou alguns países à sua adesão, reforço e pujança.
E VÓS EUROPEUS?
Esta advertência americana nunca me deixou sossegado. A sua pertinência esmagava na multiplicidade europeia contra a unicidade americana.
Hábeis no seu domínio económico, militar e político, presumia-se que não deixariam por mãos alheias o crédito da sua moeda.
O dóllar sentiu-se ameaçado por uma hegemonia que atraiçoava a verdadeira cidadania americana, e, sobretudo os bolsos dos seus ilustres.
Acresce-se que os países emergentes reconhecem a vulnerabilidade de tal ilustre "euro"
Os flutuantes mercados financeiros, ou seja, o capital à deriva, sem qualquer rosto humano, exibe as suas garras na procura incessante de lucro.
A fraqueza dos países aderentes ao "euro" começa a retirar brilho a tão reluzente moeda.
Será que a representatividade do "euro" se manterá nos seus países aderentes ou efectivos?
Será que manter-se-á a paridade exibicionista do "euro" frente ao dóllar?
Emergirá outra "moeda forte" entre o "euro" e o dóllar?
Qual será o papel dos "pretodóllares"?
O "Douce Euro" não será um torrão de açúcar que adocicou a boca dos latinos?
Sujectivamente pressinto o horror (xenofobia) e temor hispânico (hegemonia linguística), que atravessado pelo impulso lunar balanceia a maré do Oriente para o Ocidente, e, vice-versa, deixando à deriva os navegantes portugueses.
Ou seja, se a velhinha Europa não se afirmar os tempos vindouros serão, um pouco, tenebrosos.
"Douce EURO" - E NÓS EUROPEUS?
E VÓS EUROPEUS?
Esta advertência americana nunca me deixou sossegado. A sua pertinência esmagava na multiplicidade europeia contra a unicidade americana.
Hábeis no seu domínio económico, militar e político, presumia-se que não deixariam por mãos alheias o crédito da sua moeda.
O dóllar sentiu-se ameaçado por uma hegemonia que atraiçoava a verdadeira cidadania americana, e, sobretudo os bolsos dos seus ilustres.
Acresce-se que os países emergentes reconhecem a vulnerabilidade de tal ilustre "euro"
Os flutuantes mercados financeiros, ou seja, o capital à deriva, sem qualquer rosto humano, exibe as suas garras na procura incessante de lucro.
A fraqueza dos países aderentes ao "euro" começa a retirar brilho a tão reluzente moeda.
Será que a representatividade do "euro" se manterá nos seus países aderentes ou efectivos?
Será que manter-se-á a paridade exibicionista do "euro" frente ao dóllar?
Emergirá outra "moeda forte" entre o "euro" e o dóllar?
Qual será o papel dos "pretodóllares"?
O "Douce Euro" não será um torrão de açúcar que adocicou a boca dos latinos?
Sujectivamente pressinto o horror (xenofobia) e temor hispânico (hegemonia linguística), que atravessado pelo impulso lunar balanceia a maré do Oriente para o Ocidente, e, vice-versa, deixando à deriva os navegantes portugueses.
Ou seja, se a velhinha Europa não se afirmar os tempos vindouros serão, um pouco, tenebrosos.
"Douce EURO" - E NÓS EUROPEUS?
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
PORTUGUESE ADMINISTRATION. 3
Sói, dizer-se, que 1500 altos funcionários dirigem a "Portuguese Administration", cujo número essencial deve ser bem reduzido, (entre 100 a 500), e cuja extensão deve atingir os 3000 a 4 000.
Como em todas as instituições existem bons e menos bons funcionários.
Todavia não faz parte da tradição portuguesa esgrimir pessoas altamente qualificadas e de renovável valor e determinação.
E, desconheço qualquer instituição de formação de administração pública, de forma que a arte e o engenho predomina face à qualidade.
A dita nomeação política predomina nas mais variadas instâncias, de forma que nas mudanças partidárias balanceiam cargos e títulos de forma esplendorosa.
O cidadão comum nem se apercebe desta elaborada competência nas altas esferas do poder político e institucional. Por vezes, talvez seja vítima de alguns detentores destes poderes.
Aliás, um valor comum acrescenta-se a esta mobilidade: a digna ascensão social.
No entanto, uma vez colocados em determinados quadros exibem peremptoriamente as rédeas do seu poder, sem a obrigatoriedade de cumprir as regras do funcionalismo público.
Porventura, um cidadão qualquer permanece sem resposta de uma instituição estrangeira?
Qualquer tipo de explicitação ou informação reverte-se em comunicados de subalternos, já que o cargo não pode ser minado por pessoas alheias ao serviço.
Acresce-se que a complexidade de certos problemas não está ao alcance de subalternos. E, como os subalternos desconhecem verdadeiramente os problemas limitam-se a copiar informação estrangeira que, por vezes, já se encontra inquinada, ou, possivelmente deturpada.
A dita elite da "Portuguese Administration" deve demonstrar reais potencialidades do seu valor. Certamente que alguns não se furtam a estes cargos bem remunerados. Todavia não deve ser, somente, a remuneração, o único critério da sua atribuição.
Os interesses dos portugueses devem ser bem defendidos pelas pessoas mais competentes, sob pena de pagarmos uma factura, bem dura, ao longo da nossa vida.
Há quem clame pela educação dos portugueses. Todavia a sociedade civil dispõe de uma massa crítica suficiente para enfrentar estes problemas.
Como em todas as instituições existem bons e menos bons funcionários.
Todavia não faz parte da tradição portuguesa esgrimir pessoas altamente qualificadas e de renovável valor e determinação.
E, desconheço qualquer instituição de formação de administração pública, de forma que a arte e o engenho predomina face à qualidade.
A dita nomeação política predomina nas mais variadas instâncias, de forma que nas mudanças partidárias balanceiam cargos e títulos de forma esplendorosa.
O cidadão comum nem se apercebe desta elaborada competência nas altas esferas do poder político e institucional. Por vezes, talvez seja vítima de alguns detentores destes poderes.
Aliás, um valor comum acrescenta-se a esta mobilidade: a digna ascensão social.
No entanto, uma vez colocados em determinados quadros exibem peremptoriamente as rédeas do seu poder, sem a obrigatoriedade de cumprir as regras do funcionalismo público.
Porventura, um cidadão qualquer permanece sem resposta de uma instituição estrangeira?
Qualquer tipo de explicitação ou informação reverte-se em comunicados de subalternos, já que o cargo não pode ser minado por pessoas alheias ao serviço.
Acresce-se que a complexidade de certos problemas não está ao alcance de subalternos. E, como os subalternos desconhecem verdadeiramente os problemas limitam-se a copiar informação estrangeira que, por vezes, já se encontra inquinada, ou, possivelmente deturpada.
A dita elite da "Portuguese Administration" deve demonstrar reais potencialidades do seu valor. Certamente que alguns não se furtam a estes cargos bem remunerados. Todavia não deve ser, somente, a remuneração, o único critério da sua atribuição.
Os interesses dos portugueses devem ser bem defendidos pelas pessoas mais competentes, sob pena de pagarmos uma factura, bem dura, ao longo da nossa vida.
Há quem clame pela educação dos portugueses. Todavia a sociedade civil dispõe de uma massa crítica suficiente para enfrentar estes problemas.
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