Um SMN português que não chega aos 600 euros,
ainda que 667 euros são o índice de pobreza em França, quando o salário médio,
neste País, ultrapassa os 1.600 euros. Ou seja, apela-se à convergência
europeia, mas intimida-se com a recessão, já que a produtividade chinesa nos
banha e ameaça pelas costas atlânticas, e, certas empresas revelam-se incapazes
destes objetivos.
Um olhar pelas costas espanholas permite-nos ter
mais esperança na melhoria da situação portuguesa, já que muitos analistas esquecem
a realidade do nosso vizinho, para não citar, os 4.000 milhões de euros de
investimento estrangeiro que batem nas costas galegas.
...
As oito comunidades espanholas que esperam
superar a média nacional, ou seja,
superior a 2,5% ao ano, são: Baleares 3%, Canárias 2,9%, Castela e Leão 2,6%,
Castela e La Mancha 2,7%, Galiza 2,6%, Madrid 2,7%, Navarra 2,8%, País Basco
2,9%. Na linha da média nacional, 2,5%,
estarão: Andaluzia, Múrcia e La Rioja. Por baixo da média estarão Aragão 2,4%, Extremadura 2,4%, Comunidade Valenciana
2,4% e Catalunha 2,1%, que sendo a “estrela” da companhia descerá a um nível
inferior.
Os índices de Espanha, talvez, fortaleçam as
expectativas portuguesas, para que, cada vez mais, a dignificação do trabalho
seja uma constante da vida neste País.