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quarta-feira, 1 de abril de 2020
EUROPOLITQUE: Em demanda do património da Quinta do Mirante, antiga Quinta do Seixo e outra
Todavia,
há quem defenda que «a casa do Mirante é a casa mais antiga da Quinta da
Loureira, anterior ao Solar da Loureira séc. XVI».
segunda-feira, 30 de março de 2020
EUROPOLITIQUE: Ao encontro da ilha dos Amores, no Noroeste Peninsular
AO ENCONTRO DA LENDA DA ILHA DOS AMORES
Os encontros secretos ou escondidos de D. Afonso Henriques não se
quedaram somente pelos "beijos roubados", nesta encantadora ínsua do rio Minho,
que apelidam de “Ilha dos Amores”.
Se
“não era fogo que arde sem se ver”, (Camões estava distante) era labareda, faísca, calor e ardor, “intensa chama” ou paixão;
já que a beleza despontava naturalmente na encantadora Chamôa, ou, melhor dizendo, naquela chama, ou, " Flâmula", fazendo jus ao seu nome.
Em frente da “Ilha dos Amores”, no Condado de Toronho vivia a jovem dos seus sonhos: Chamôa Gomes. Apesar de se apaixonar por D. Afonso Henriques, foi obrigada a casar-se com um dos mais importantes nobres portucalenses, cujo nome era Paio Soares. Casada, muito jovem, deste casamento resultaram três filhos. Acresce-se, ainda, outro filho, cuja origem se deve a um breve romance com o seu primo Mem Rodrigues de Touges, quando estava debaixo das grades de um convento.
Desde os seus dezanove anos, que no coração do "futuro rei" fervilhavam estes “amores proibidos”, apesar da oposição e rivalidade da família galega dos Trava. E, desde o ano de 1138, que estes amantes mantinham uma forte atração, aliás: «foi muito mais do que isso: D. Afonso Henriques - no auge da sua pujança pessoal e da sua trajetória militar e política - conhece uma mulher, de quem se enamora intensamente, e que será a grande paixão da sua vida (...) é uma rapariga da melhor nobreza galega, jovem e bonita por certo, de seu nome Flâmula Gomes...». Conforme descreve: (Prof. Dr. Freitas do Amaral, na biografia sobre D.Afonso Henriques).
D. Afonso, já com 31 anos, na sua intensa vida amorosa com Chamôa Gomes, gerou dois filhos, considerados bastardos; fruto desta relação amorosa.
Por duas vezes, D. Afonso Henriques perdeu o Condado de Toronho, e com ele os seus dois barcos, junto ao Mosteiro de Santa Maria de Óia. Mas, nunca esqueceu a sua amada Chamôa, que acabaria por entrar num convento de Grijó, já que era dezoito anos mais nova que o rei.
Aos trinta e sete anos, D. Afonso Henriques casou com a rainha Mafalda, por conveniências políticas, e por causa das suas ambições territoriais. Mas, do lado esquerdo do Rio Minho, reza a lenda que dois amantes se encontravam nesta "Ilha dos Amores". A lenda, ou, história fabulosa, conta que um português e uma espanhola, por desavença parental, se enamoraram eterna e apaixonadamente nesta "Ilha". E, se a frondosa ilha se reveste de verde manto natural, nela se embeleza uma história de amor, cheia de encanto e ardor. A paixão que enobrece certos corações faz parte das suas ilusões. Ainda que o castelo de Celmes, no Sul da Galiza, esteja distante e na zona de Xinzo de Límia, a passagem sobre as águas para o Condado de Toronho abria-se como "porta e porto natural" do encontro destes enamorados, através desta ilha. O enlace destes enamorados na "Ilha dos Amores" permanece um mistério, em cujo enigma se esconde ou reanima uma lenda, e, em cuja história, dois barcos atestam as suas rotas através das brumas do mar, no Noroeste Peninsular.
domingo, 22 de março de 2020
EUROPOLITIQUE: Anda à solta este COVID-19
Em sentido geral, o "COVID-19" consiste, no ataque geral, ao nosso sistema imunitário. A tosse começa pela inflamação dos pulmões, que não podendo exercer a sua função respiratória, estende os seus efeitos nefastos ao resto do corpo, destruindo o nosso sistema imunitário. Ainda que os seres humanos tenham um sistema de defesa na sua “programação genética”, ela pode ser insuficiente para se proteger destes invasores.
O "COVID-19" possui um “programa genético” que o mantém teimosamente na sua “química replicativa”. Reproduz-se fácil e rapidamente. Por agora, ainda é uma “caixa negra” porque não se sabe o que se passa no seu interior, ou, na sua composição química e orgânica, que parece evolutiva e diferente em várias regiões.
A sua “programação genética”, que se alastra, mundialmente, ainda não foi "descodificada", ou, ainda não se conhece a sua identificação. Os seus “algoritmos genéticos” evoluem de forma espantosa, e, deste modo ainda não surgiu um "código" (vacina) para fazer a sua contenção ou "desprogramação". Por isso, estes “algoritmos genéticos evolutivos”, que se mantêm na sua “caixa negra”, na sua opacidade, constituem uma incógnita e uma ameaça para a humanidade.
A esperança reside em qualquer "processo de computação"aplicado à biologia, que obtenha a “decifração” dos seus “algoritmos evolutivos”, encontre o respectivo antídoto, aplicado ao seu desenvolvimento e limitacão de propagação.
Portanto, enquanto estes “algoritmos evolutivos” do "COVID-19" permanecerem no seu sentido imprevisível e contínuo, é necessário evitar as suas formas de contágio e propagação.
Qual é a resposta imunológica?
A sua, a nossa e a de todos, mas, sobretudo, a indústria farmacêutica terá um papel essencial em descobrir fármacos ou vacinas para a respetiva cura.
OBS.
Os 13 principais sintomas :
sexta-feira, 20 de março de 2020
EUROPOLITIQUE:" Nem tudo o que reluz é oiro", mas o seu brilho é glamour - nos Almeida Braga (family)
Bafejados pelo rio, onde outrora corria “ouro e cobre”, os “Almeida Braga”, continuam a espalhar o seu “dedo de Midas” naquilo que tocam, por terras brasileiras, segundo dizem certos cronistas das revistas cor-de-rosa. Não será o perfume das rubras camélias ou brancas da quinta do Outeiral, que inebriam o seu frenesim pelo vil metal, mas a “arte e engenho” que os seus dedos tecem nas teias das malhas que tocam.
«Há quem procure e não encontre.
Há quem ache e não guarde.
Há quem guarde e não desperdice».
Saber "guardar e não desperdiçar", se não for avareza, pressupõe “alma para o negócio”. Ora, este espírito de negociante (não de "merceeiro") é uma técnica que se aprende, ou, até pode ser congénita. Quando ela percorre várias gerações é sinal de eficiência, de brilho, de glamour, que se adapta a cada momento e a cada situação. Porque nos tempos modernos não se respeitam linhagens ou castas, embora o seu conservadorismo teime a conservá-lo.
Saber “achar e guardar” é o instinto, a intuição para o negócio, ao qual certo “farejar” está implícito. Encontrar o rastro de um negócio, é encontrar um trilho, que se abre como caminho e se transforma em estrada, para nela caminhar. "O caminho faz-se caminhando".
Saber “procurar e encontrar” é o primeiro passo para saber andar no mundo dos negócios. “Quem tem dinheiro, faz dinheiro”, se souber procurar o negócio, e, se encontrou o negócio certo. O incerto não faz parte do negócio, porque a certeza faz parte de uma certa esperteza. A "esperteza" é o filão inicial do desenvolvimento da capacidade e habilidade do negócio. Uma dose de esperteza liga-se a esta capacidade de saber negociar. Saber tocar. Saber tanger os bois, porque o gado é símbolo de pecúnia.
segunda-feira, 16 de março de 2020
(5) Pelos caminhos da Boega - Etimologia de BOEGA HOTEL - (Quinta do Outeiral)
Século e meio separam a chegada ao Baixo Minho da terceira invasão viking, comandada por Gunderedo (ano de 966), quando luzia no Noroeste Peninsular, o "luzeiro" de Santiago (ano de 813). Cristãos, árabes e normandos lutavam pela posse do território. Nesta encruzilhada de povos encontra-se a "quinta do Outeiral" sofrendo as suas vicissitudes históricas, entre uma Galiza do Norte e o Condado Portucalense. Metaforicamente, sem Gunderedo não existia a "Boega".
É, em
pleno século X, que o nome desta freguesia começa a fixar-se e a radicar-se na
palavra – Gundarem ou Gondarém – fazendo jus à chegada de “jarl” Gunderedo, na
Primavera do ano de 966. A sua permanência nestas terras dura entre dois a três
anos, mas cuja fama o perseguia desde o Ducado da Normandia. Os cronistas árabes
descrevem-no como “Rey Gunderedo” («navegaron
bajo el mando de su rey Gunderedo»),
conforme relata a “Primera Crónica General de Afonso X, el Sabio", (ed. Ramón
Menéndez Pidal, Madrid 1906).
Após a
expedição de Décimo Júnio Bruto (128 A. C.) ao rio Minho, que no Noroeste
Peninsular não tinha ecoado tão alto, este nome de origem hispânica –
Gunderedo. As suas façanhas remetem-no para os célebres ataques a Santiago de
Compostela, partindo do Baixo Minho, mas a sua fama remonta às terras francas. O seu famigerado “castelo” confunde-se com
o nome de “Boega” – ou seja, a maior ilha do rio Minho, em face à Quinta do
Outeiral. Estes relatos devem-se ao famoso geógrafo Al Idrisi (cronista árabe),
no seu livro “Descripción de España”. Aliás, o cronista Al Idrisi relata que
existia um “castelo de difícil acesso”.
Para estes
“homens do Norte”, o rio era uma estrada, graças à tecnologia dos seus barcos.
Mas o rio Minho já não era a “estrada do ouro e do estanho”, segundo Plínio,
mas uma “porta de entrada” nas riquezas do Apóstolo de Santiago. Melhor abrigo,
ou, ponte de ataque não existia que não fosse uma ilha que se confundia com um
castelo, segundo Al Idrisi. Não consta que Gunderedo tenha atacado Tuy - a
“civitas tudensis.” Por isso, certamente que beneficiou dos conflitos e rixas
entre senhores galegos e portucalenses. O atraso na indústria e técnica naval
da Galiza facilitou o êxito inicial de Gunderedo que dominou a Galiza durante
dois anos. A fama de Gunderedo ficou célebre nos seus ataques a Santiago de
Compostela, pelos anos de 970, correndo a “ferro e fogo” a Galiza do Norte.
A etimologia
da Boega é indissociável das façanhas de Gunderedo. Seja a quinta do “Mosteiro
de Santa Maria de Oia”, seja a quinta dos “Pereira”, seja a quinta do “Cónego da
Sé de Braga”, seja a quinta do” Lima”, ou, finalmente seja a quinta dos “Almeida
Braga”, a radicação e reivindicação de “Boega Hotel” remete-nos para os primórdios
das suas origens, quer como “couto”, quer como estadia de Viking Gunderedo.
domingo, 15 de março de 2020
(4) Pelos Caminhos do Hotel Boega - A "quinta dos "Almeida Braga" - Século XX
Nos anos
de 50 a 60 do século XX, a modernização da quinta dos "Almeida Braga" sofre obras
de enorme beneficiação. Dois novos portões são erguidos, a casa dos caseiros é
aumentada e modernizada com novas instalações em pedra, um espaço novo de
jardim é desenhado e comprado. Nos seus trilhos, a quinta reluz fisicamente com
a nova maquinaria de exploração agrícola. Os tratores e as modernas alfaias
agrícolas regurgitam de um modernismo que se opõe ao atraso dos pequenos agricultores,
com os seus carros de bois, cujo maior expoente é a exploração agrícola da ilha da Boega.
Num cenário
idílico, um pavão com o seu leque florido, juntamente com dois cisnes brancos e
um preto, debicam no verde e recente jardim, que ultimamente tinha sido
adjudicado, para maior espaço da quinta. No lado nascente, um novo portão de
alvo granito, construído por mãos do mestre em cantaria José Abreu, surgia como
fechamento e aterro do antigo “caminho número um” da rua da Igreja, que ligava a EN 13 à
paróquia, construído em calçada portuguesa, por volta dos anos trinta do século
XX. Deste modo, quatro portões, como outros quatro pontos cardeais, fechavam o
espaço da quinta, e no seu lado poente, um destes funcionava como entrada, na
sequência dos Caminhos de Santiago. Em frente, à casa do Paço emergia um espaçoso
jardim francês, com a sua típica piscina dos anos 30, em que floriam vistosas
camélias de aroma primaveril. Na janela, frente ao jardim, o dr. Luís de
Almeida Braga advogado e político, deliciava-se com o panorama da paisagem.
Ao
Portugal “cinzento e triste ”, refulgia nas suas vestes brancas da nova
burguesia canarinha, a quinta do “glamour” luso-brasileiro, que “alegremente” se
deleitava nos seus verdes jardins e graníticas escadarias. Ao seu brilho e
festividades não faltaram “presidentes” das terras do Brasil, e, várias figuras
distintas.
A quinta
dos “Almeida Braga”, símbolo de riqueza e ostentação, resulta do casamento de Carlos
de Almeida Braga (1858-1918) e Ana Fernandes
Lima , sua legítima proprietária.
A ilustre
família dos “Almeida Braga” enalteceu esta localidade, não só, economicamente (quer
em Portugal, quer no Brasil), mas também, de uma forma intelectual. A sua
estirpe e grandeza intelectual camuflavam-se neste recôndito reduto, para desferir
os seus ataques intelectuais ao regime vigente.
A riqueza
económica despontará, sobretudo, em terras brasileiras através do seu expoente
máximo, o famoso “Braguinha” – António Carlos de Almeida Braga, banqueiro, nascido
em São Paulo, em 02 de Julho de 1926, filho de Lucon Quirino Pereira Bueno e de
António de Lima de Almeida Braga, irmão do famoso “advogado de Braga”.
Luís
Carlos de Almeida Braga é o expoente máximo da família, a nível intelectual, sendo
um insigne advogado, escritor, jornalista e político, com várias obras
publicadas; das quais, não carecem análises, teses e dissertações. Mais
conhecido por Luís Almeida Braga, nasceu a 20 de Novembro de 1886, na freguesia
de São João do Souto, em Braga, e, faleceu em 2 de Março de 1970, em Lisboa.
Após os
anos 70, a quinta “Almeida Braga” perde o seu fulgor que brilhou, durante um século,
no Baixo Minho ou no Noroeste Peninsular, já que o Brasil se tornou na sua
continuidade, apesar do seu reduto em Sintra, pelo ano de 1977.
- A Questão Ibérica - A lição dos Factos, 1916
- O Culto da Tradição, 1916.
- Mar Tenebroso, 1918.
- O significado nacional da obra de Camilo, 1923.
- Paixão e Graça da Terra, 1932.
- Sob o Pendão Real, 1942.
- Posição de António Sardinha, 1943.
- A Revolta da Inteligência, 1944.
- Nuvens sobre o Deserto, 1954.
- Espada ao Sol, 1969.
sexta-feira, 13 de março de 2020
(3) - Pelos caminhos do Hotel Boega - A "Quinta do Lima" no século XIX.
O casamento de António Joaquim Fernandes Lima, por azar ou destino, durou pouco tempo, já que a sua consorte faleceu. Entretanto, já D. Rosa Joaquina Pereira Lima, de seu nome de casamento, tinha dado à luz Ana Maria Fernandes de Lima. A futura herdeira daquela que se chama, presentemente, a “quinta do Outeiral”, era neta dos primeiros donos, cuja avó tinha, também, o mesmo prenome - Ana. Mas, a tradição oral ainda se recorda da "quinta do Lima", em pleno século XX, e, de quem carinhosamente tratava por "Aninhas".
Para calar as dores da sua angústia e sofrimento, o abastado brasileiro decidiu fazer obras de restauro e prolongamento das iniciadas pelo Cónego de Braga, construindo um autêntico promontório - as varandas do paço. Um novo edifício com um salão com nobres e altas arcadas enobrecem a casa do senhor ou dono do paço, de onde se desvenda a paisagem que se espelha nas suaves águas do rio, emoldurado das suas verdes e viçosas margens, onde duas ilhas refulgem na sua serenidade. Tanto hoje como ontem, as rubras cores dos crepúsculos de Verão, anunciando os seus dias quentes, enfeitiçam aqueles que ousem penetrar na sua contemplação. Outrora, na sua balaustrada reluzia uma menina, uma jovem e inocente princesa que encantaria o novato advogado e político, oriundo da cidade dos arcebispos, cujo nome era Carlos Almeida Braga.
Em pleno século dezoito misturam-se proprietários com caseiros ou feitores de cujas castas e linhagens sobressaiem alguns notáveis. Assim aos vinte e três anos de idade surge nos Arquivos da Torre do Tombo (1779), João Manuel Guerreiro de Amorim Pereira, como bacharel de Coimbra, sendo depois Conselheiro e Ministro da Fazenda, desligando-se da “rica casa de lavoura”, que tinha em Gondarém. Alvitra-se que seus pais seriam João Amorim Pereira e D. Ana Maria Guerreiro. O nascimento deste filho dá-se pelo ano de 1756, ao qual também se juntaria Manuel Caetano Guerreiro de Amorim, chefe das milícias de Cerveira, além do famoso Cónego da Sé de Braga, João Crisóstomo, mas sem confirmação de tal irmandade. Aponta-se que a filiação deste agregado familiar teria três homens e duas mulheres. Por outro lado, as referências a D. João Amorim Pereira apontam para o ano de 1798. Estas datas não se coadunam com a reconstrução da dita Quinta do Outeiral que se presume que aconteça no século XVII.
A nível da tradição popular a "quinta do Cónego" passa a ser conhecida como a "quinta do Lima". Os novos senhores da família Lima investiram o suficiente para a requisição deste nome. Mas, a habilidade jurídica do antigo Cónego da Sé de Braga foi essencial no registo definitivo da propriedade, cuja data de óbito é de 5 de Outubro de 1855.
A antiga burguesia rural tinha, nas suas quintas, a fonte dos seus rendimentos. Nos séculos anteriores à industrialização, que acontece no século XIX, a riqueza agrícola provinha da exploração da natureza, e, também do trabalho dos seus servos. Nos tempos de António Joaquim Fernandes Lima, a actividade agrícola recaía sobre os seus proprietários, que estavam sempre presentes na quinta. Além disso, a sua posição social tinha sido reconhecida nas funções da direção da Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Cerveira. Mas, por tradição laboral, desenvolviam-se duas castas ou linhagens de sucessão: os donos ou proprietários e os caseiros ou feitores, que tratavam das quintas, que se tornavam tão importantes como os seus patrões. A quinta do Lima, essencialmente agrícola, em pleno século XX, virá a sofrer desta dualidade de exploração, por ausência dos seus senhores. A dita "quinta do Outeiral" conserva, através da sua padroeira, o seu nome de Ana, que se reflete na família Lima.
EUROPOLITIQUE: Recordando "Platero y Yo" ....Juan Ramón Jiménez
Na minha tenra idade escutava os poemas de “ Platero y yo” , com uma avidez e candura própria da inocente e singela juventude, que era o ...
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Introdução A quinta ou solar da Loureira revela várias fases de construção e várias gerações de ocupação, através dos seus tempos e...
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Hollywood West and António José Rocha - Período colonial espanhol No ano de 1815, com 25 anos de idade, António José Rocha ...
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Na minha tenra idade escutava os poemas de “ Platero y yo” , com uma avidez e candura própria da inocente e singela juventude, que era o ...




