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quinta-feira, 31 de março de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
EUROPOLITIQUE: O DÉFICIT DA "MESA DE CAFÉ" na U.E.
«Não se sabe se o “País da Geringonça”
engatou qualquer engenhoca, cujo enguiço engaça algum andarilho, nesta
“artimanha ou armadilha” de um mestre “Jangaia”.
“Jangaia” era um artífice da “montagem
de vinhas", que através das suas engenhocas, punha qualquer andarilho ou
geringonça a funcionar, porque nos seus esteios e tendões correm “fios, cordas e arames”.
Os sinais de êxito do "País da
Geringonça" estão no seu porvir, no andamento da sua economia».
Mas, o dobro dos carros
existentes em Portugal não chega para pagar a “Dívida Pública Portuguesa”, na ordem dos 217,1 mil milhões de euros.
Mas, se o ideal é quedar-se pelos 60% desta dívida, então o “total da frota
automobilística portuguesa” poderia suster tal montante.
Incumbir em cada português
um peso, ou, um ónus futuro de 21.710 euros é um encargo bastante
pesado, ainda que afecte muitos cidadãos de outros países. Ou seja, quase toda a
gente deve alguma coisa ao outro, neste movimento circular e universal.
Claro que uma dívida pública
que corresponde a 130% do P.I.B. torna-se num encargo, que a todo o momento,
pesa nos movimentos financeiros; embora, o Japão tenha uma “dívida pública” que
é o dobro seu P.I.B.
Todavia, os grandes países
da Europa, França, Espanha e Reino Unido caminham com déficits na ordem dos 3,5% e 3,1% sem grandes
sobressaltos.
Somente, a “Velha Lusitânia”
é obrigada a manter-se abaixo dos 3%
deste déficit, criado numa “conversa de café”, que se tornou num “alvo
sagrado” da União Europeia, mas que somente
os seus “padres” se isentam do seu cumprimento.
Ora, a “Dívida Pública
Portuguesa”, que em 2010, era de 92,4% (159,47 mil milhões de euros) subiu
demasiado.
Até, ao de 2020, ou seja, após uma
década, aguardemos como vai comportar-se esta “Dívida Pública Portuguesa”, neste
“País da Geringonça”.
segunda-feira, 21 de março de 2016
EUROPOLITIQUE: "A mentalidade agrícola" dos franceses e "a mentalidade comerciante" dos ingleses
Na procura e defesa de “uma superioridade
moral da Europa”, subjazem meandros que percorrem o seu interior nas facetas de
vários povos; que persistem nas suas diferenças e identidades.
A “Île de ´France”, ou seja, a
região parisiense detém um PIB que ultrapassa muitos países, mas que não joga
um "peso mundial" como a Praça de Londres.
Por isso, aguarda-se que o
referendo dos ingleses não resulte num “Brexit”.
A Europa tem necessidade da "Praça
Financeira" de Londres, e, fica mais empobrecida sem o contributo dos ingleses.
Os franceses parecem que mantêm
um sentido desconfiança em relação aos objectivos e à cooperação com os ingleses.
Por tradição, desde DeGaulle que persiste
esta desconfiança.
A “mentalidade agrícola” dos franceses não "casa" com a
“mentalidade comerciante” dos ingleses, em que o funcionamento do “dinheiro e
do direito”, por tradição histórica e filosófica, revertem no “universo
protestante” anglicano num pragmatismo, enquanto que no “universo católico”
francês se elevam a um certo idealismo, ou seja, o sentido de “entesourizar”.
Esta “mentalidade agrícola”, de
donos e senhores de terra, assenta as suas colunas no “universo católico”, mais
paternalista; onde, por vezes, a "caridade" substitui a "função ou aplicação do
direito".
Há uma expressão francesa,
pouco conhecida a nível do "senso comum" dos gauleses, (aliás, que vem do tempo dos vikings), que
denota esta “mentalidade agrícola”, na medida em que alguém que se dirige ao
outro na “tentativa de comunicar qualquer coisa”, se perverte no sentido de
“pedir alguma coisa”.
A súplica e misericórdia ao “Mon Dieu!...Mon Dieu!...” gaulês difere do
ímpeto e da força do “God – God” britânico.
quinta-feira, 17 de março de 2016
EUROPOLITIQUE: BRUXELAS contra STRASBOURG no "País da Geringonça"
Não se sabe se o “País da Geringonça” engatou qualquer
engenhoca, cujo enguiço engaça algum andarilho, nesta “artimanha ou armadilha”
de algum possível mestre “Jangaia”.
“Jangaia” era um artífice da “montagem de vinhas", que através das suas engenhocas, punha qualquer andarilho ou
geringonça a funcionar, porque nos esteios e tendões correm “fios e arames”.
Os sinais de êxito do "País da Geringonça" estão no seu porvir, no andamento da sua economia.
(Algumas medidas, já engordam os
nossos vizinhos espanhóis, segundo dizem, e, “parece que há que repartir o dinheiro”!...).
O “Plano B” paira sobre a
execução do Orçamento que foi aprovado, com um certo beneplácito do “universo
católico” (tendência francesa em Bruxelas), ainda que o “universo protestante”
(tendência germânica em Strasbourg) proteste.
Quando se luta com a
superioridade europeia, o melhor que se faz é colocar “dois departamentos, ou,
duas instâncias” uma contra a outra; para demonstrar a sua arrogância
intelectual, que se reduz, às vezes, simplesmente à defesa do seu umbigo.
Nestas coisas da complexidade
europeia, com a sua teia legislativa, o melhor que se faz é demonstrar as suas
contradições internas, já que as externas recaem sobre os outros, ou, sobre
"outrem".
De forma que, o “Plano B” paira
como uma espada sobre o dorso dos portugueses, ao qual dificilmente fugiremos.
Mas, o melhor é colocar Bruxelas
contra Strasbourg, ou, outra “instância contra outro departamento”, já que
existem muitas contradições nesta União Europeia.
Por isso, urge encontrar os
meandros destas contradições europeias, para que as águas que correm a favor do
“País da Geringonça”, tenham algum efeito.
Além, desta estratégia da demonstração das suas contradições europeias,
existem “armas e ferramentas” que, em último recurso, jogam a favor do “País da
Geringonça”.
terça-feira, 15 de março de 2016
EUROPOLITIQUE: A QUINTA COLUNA (2)
Aos três poderes executivo,
legislativo e judiciário, ajunta-se um quarto poder que é o informativo, mas a
“quinta coluna” está no ar.
Ultimamente, as televisões
brasileiras fazem recurso à “quinta
coluna”, seja através de visualizações de “videos”, seja de outro tipo de
comunicações.
O espaço que a “NET”
fornece, tem-se constituído na “quinta coluna”, muitas vezes, desprezada
por alguns líderes políticos, que foram vítimas do seu próprio processo, e,
constitui uma espécie de “revolução silenciosa”, que certos ditadores cancelam
para gáudio da sua governação.
Consta-se que quando Gutemberg
inventou a imprensa, lhe apareceu um anjo, dizendo-lhe que para o “Bem e para o
Mal” serviria a sua invenção.
A “quinta coluna”, para o “Bem e
para o Mal” irradia-se pelos mais diversos meios,fins e ojectivos.
“Peneirar o joio do trigo”,
talvez seja a função de alguns funcionários, mas esta “nova ferramenta”, ao
dispor de qualquer um, tem os seus méritos, como pode ter os seus castigos.
Embora, Umberto Eco despreze o
valor da “quinta coluna”, como “voz dos fracassados que ninguém lê”, a sua
força atravessa os mais recônditos redutos do poder: por isso, é a “quinta
coluna”.
Mas, a “irradiação do poder”, no seu sentido lato e abrangente, para não
dizer, “absoluto” dá “voz e ouvidos” à “quinta coluna”. Por isso, a “quinta
coluna” é proibida, dominada e controlada pelos países em ditadura.EUROPOLITIQUE: "A QUINTA COLUNA"
Ainda tentei a
“marca registrada” de Gunderedo, mas fiquei feliz por uma tese na Universidade
de Nova Lisboa, de quem sou filiado. A repercussão de “Gunderedo” preenche
vários espaços na Internet, das quais sou pioneiro.
Estes “espaços
de informação e divulgação” são sistematicamente, criticados pelos mais famosos
“opinion makers” portugueses, detestados por alguns jornalistas, ou seja, os
senhores do “chamado 4.º poder”.
Ora, a “quinta
coluna”, inserida na “sociedade civil”, desprezada e vilipendiada, tantas
vezes, por acaso, já tem revelado “verdadeiros casos de sucesso”. Isto não,
quer dizer, que a nossa ambição almeje tais voos. Somente, se quer incrustar
numa realidade que pertence à “sociedade civil”, e, que é transversal aos meios
de comunicação.
A televisão,
no seu sistema informativo, transmite-nos
¼ da informação, e, apesar do “uso da imagem”, (que, apesar das suas
“mil palavras”) pode ser um completa ilusão. A ilusão é tal, que somos nós, que
compomos a própria imagem, através da inter- acção dos nossos olhos.
Mas o “poder
da imagem” na civilização actual torna este “meio de informação”, no mais
poderoso sistema de comunicação.
A quinta coluna exprime-se como
“ser tranversal” que implica rebeldia, estar fora de controlo, ingenuidade e
simplicidade, mas expressão de espontaneidade que se manifesta numa “actividade
bruta”. Esta “bruteza”, cujo nascimento é de “brotar”, de surgir e aparecer,
incomoda os “estabelecidos” nos seus graus de saber e conhecimento.
Torna-se, por vezes, um obstáculo ao domínio do saber e
conhecimento, que os seus detentores exibem.
Mas como a “marca” de Gunderedo não tem registo, ela prossegue na sua expansão.../....Umberto Eco, que me perdoe, mas a "5.ª Coluna" está para durar....
EUROPOLITIQUE: O "feed-back" de "judicialização" pelo Jornal de Angola
Lançado, em
primeira mão por Gunderedo Angop, reproduzido na última página por articulista
na última página do Jornal Público, de hoje, imediatamente comunicado ao
“Jornal de Angola”, que posteriormente, em “feed-back”, realçou o “conceito de
judicialização”; apraz inserir-me naquilo que “esta publicação” referencia como
“elites” em Portugal, nas quais não estou inserido.
É evidente que
o “feed-back” do Jornal de Angola não me passou despercebido, nem auguro que
Paulo Portas se torne num “comissário angolano”, mas o futuro desvendará, e a “sociedade
civil” confirmará.
Os meios de
informação, considerados o 4.º poder, exercem uma actividade mais poderosa que
os considerados de 5.ª categoria, nos quais estou incluído.
Todavia, esta
“quinta divisão” que se expressa num “pequeno País”, coordenado pela União
Europeia, com muitos elementos formados fora do País, não pode ser irradiada de
certos ideais, que são transversais, quer à “identidade angolana”, quer à “identidade
portuguesa”.
Por isso,
pelos mais transviados argumentos de “judicialização”, onde por acaso,
pontifica um Presidente, perito em tais matérias, augura-se que na
transcendência e magnitude destas questões o “bom senso”, a “equidade”, e certa
“transparência” informe as relações entre Portugal e Angola.
O apelo a “fantasmas” (por exemplo, o colonialismo), a “intoxicação política
e jornalística” são elementos que desvirtuam esta irmandade entre portugueses e
angolanos.
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