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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
EUROPPOLITIQUE: CUBA: “A ti, querida presença, comandante...”
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
EUROPOLITIQUE: ANGOLA : "Ganhar duas vezes com o petróleo"
O petróleo angolano galopa a bons passos no sector da balança de transações entre Portugal e Angola. Cada vez mais, o saldo desta balança comercial se estreita na sua relação, reduzindo-se a um saldo favorável de 500 milhões de euros para Portugal, em 2013. Quer dizer, que Portugal exporta bens e mercadorias no valor de 3,1 mil milhões de euros, enquanto importou de Angola 2, 632 mil milhões de euros. Esta relação comercial não continua estática, pelo contrário, apresentação um valor progressivo, ou seja, um certo dinamismo.
Enquanto que em Angola se aguarda pela entrada em funcionamento da sua nova refinaria de petróleo no Lobito, e pela renovação da antiga refinaria de Luanda, a Galp investiu 1,4 mil milhões de euros nas obras de renovação das suas duas refinarias de Sines e Matosinhos , com a instalação de um novo equipamento de produção na costa alentejana. Deste modo, as exportações da Galp aumentaram 36,9 % no segundo semestre deste ano, que corresponde a um saldo, muito falacioso, de quase 10% na balança de exportações portuguesas. Quer dizer que, em termos económicos, o seu valor atinge os quatro mil milhões de euros, um pouco acima do valor total da relação comercial entre Angola e Portugal.
Todavia, nesta relação comercial, os angolanos galopam com força e arrojo, já que os seus capitais rentabilizam-se duplamente através das exportações portuguesas do petróleo.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
EUROPOLITIQUE: A propaganda e o PASQUIM
Não há poema
que resista
à tua beleza - Ipanema.
Mas lá dos confins do outro mundo,
se “Deus havia criado o sexo, Freud criou a sacanagem”
“Deus é brasileiro”, mas só de passagem!...
Panfleto anónimo, sem hora nem dia, ribombava em eco sarcástico, que sedentos prelos sorviam e ouviam em sonoras gargalhadas, embalados em sôfrega audição, não fosse ele um ultraje à tradição, ou, outro nome assim – o Pasquim. (“Pasquim – escrito que se afixa num lugar público e que contém expressões irónicas e curiosas sobre algum “affaire”, pessoa ou corporação”).
Alcoviteiro, por excelência,
clamava por digno decoro.
O seu anúncio era urgência,
declamado em riso e coro.
Floriu no Brasil, mas as memórias longínquas inscrevem-no nas tradições populares do Alto Minho. Qualquer escândalo digno de um reconforto moral erguia-se em pluma incandescente, cujo objectivo era despertar a gente. As mais castas e doces donzelas, símbolo de cândida beleza, empalideciam com a esgrima e rima de tão ávidos e audazes faunos e poetas, que despertavam em poemas despidos de pérfidos cupidos.
Era assim o popular pasquim que sem levar a mal se tornou internacional na luta do civil parou no Brasil.
EUROPOLITIQUE: Entre o Deus Hebraico, "Elhoim" e "Alá" (al - o / ilad - Deus).
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
EUROPOLITIQUE: "E VÓS, EUROPEUS"? - La Suisse
Em terras do tio Sam, o grupo de “gatos pingados” ainda não acolhia a “gatona alemã” que se envolveu com a “gatinha inglesa”. Claro que da Suíça não existiam representantes.
Mas o “gatão americano” rugiu: «e vós, europeus»?
O referendo suíço sobre a “imigração” começa a desvendar uma catadupa de reacções nesta Europa de “gatos metidos num saco”.
Se os quatro pilares essenciais são: liberdade de circulação de pessoas, bens, serviços e capitais, como se pode justificar um referendo, tomando como ponto de partida exclusivamente uma componente?
A reacção europeia será excluir a Suíça do espaço europeu?
Claro que o “egoísmo económico” surge como bandeira para os conservadores da direita que catalisam o descontentamento popular, inscrevendo-se na perspectiva da “gatona alemã”, que não morria de sentimentos pela “gatinha inglesa”.
Aliando a sua beleza natural com a sua riqueza “sobrenatural”, a Suíça é um “eldorado” digno de ser visto e admirado, pelos seus "auslanders". As duas passagens pelas suas terras deixaram-me o coração encantado. O seu Natal, antes da Revolução dos Cravos, foi um misto de solidão e conforto, de alegria juvenil e idade adulta, perdido em sonhos de ilusão.
E, este “sonho de ilusão”, abrilhantado pela cor dourada do vil metal, ressurge como faceta de uma moeda, que cada vez menos tilinta no bolso daqueles que correm pelo seu pão.
E, ruge o “gatão americano”: «e vós, europeus»?
domingo, 9 de fevereiro de 2014
ERUROPOLITIQUE: "A UE que se f... without "ein Fuhrer"
Especialistas em geo-estratégia, qual é o interesse dos USA na Ucrânia?.
“Quem tem um olho é rei”, e, nisso, os americanos não brincam em serviço. Economicamente, se a Rússia de Putin cresceu dez vezes, “a pequena Europa” anda aos ziguezagues. Por isso, à falta de um autêntico e digno “Fuhrer” democrático que comandasse a Europa, o terreno está livre para a grande potência americana. Portanto, a Europa que se lixe. Psicanalticamente, o pequeno “f” é a ausência de um grande “F”.
Em terras do tio Sam, alguém inquiria: “E vós, europeus!....”
Claro que ouvir “a EU que se f...”, não é agradável, sobretudo em pleno “coração” de um espaço que se estende até à Rússia; mas, talvez resida aí o problema – o fantasma da Rússia, e a reminiscência da “guerra fria”, além dos interesses económicos.
Afirmar que a Europa é “uma ninhada de ratos” , metidos num saco, roça o cúmulo da injúria, para quem “pelos ossos e ofícios” inscreveu a sua trajectória na cidadania europeia. Ainda me recordo do refrão: “nós sofremos muito com a II Segunda Guerra Mundial”, que não é atributo que se cole ao Sul da Europa. Nem as dificuldades do Sul da Europa são fardo a transportar pelos sofredores da antiga guerra.
Desde o “modelo europeu”, da “imagem da Europa” e dos seus “ideais”, nada se conjuga com os três elementos essenciais à sua afirmação, que são o elemento económico, o elemento militar e o elemento político. Se, estes três pilares que carecem de justificação não exprimem uma potenciação, que dizer da Europa?
Quando os três pilares essenciais: económico, militar e político não funcionam conjuntamente, nem procuram harmonizar-se, claro que as respostas aos problemas não surjam. Por isso, este anátema de condenação de existência postula que somente nos resta assumir a sua responsabilidade, a sua coerência para nos sentirmos livres. Caso contrário, estaremos dependentes e escravos de outrem.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
EUROPOLITIQUE: A Evocação de uma Europa Federal (Jogar com uma fracção ou jogar com quatro fracções?)
Ao princípio de que a União Europeia não tem dívida pública, junta-se o refrão dos países atolados com enormes déficits. Advogar uma Europa Federal, como meio de “mutualização da dívida”, seria poupar ao Estado português, nada menos de 7, 2 mil milhões de euros.
Se os “princípios políticos da alta política europeia” não funcionam nos seus ideais de concretização, da mesma forma eles se revelam, nos pequenos detalhes, com uma percepção medíocre de pequenas questões.
Aliás, se contactar com certas organizações americanas, elas revelam um pragmatismo na resolução de certas questões, que se afasta diametralmente com a “percepção medíocre e burocrática” de certas instâncias europeias, que se regozijam numa caridade deprimente.
O sistema burocrático e legislativo, com toda a série de tecnocratas diplomáticos e parlamentares demonstram uma teia sem fim de interesses individualistas e nacionalistas, que não permitem erigir os mais simples ideais que percorrem pelo espírito dos vários povos. Na linha da extensão desta problemática, assiste-se a países ricos que quase não sabem como gastar o seu dinheiro, a países mendigantes que reclamam por ajuda.
Claro que evocar o modelo americano, nem sempre será a melhor solução. Mais paradigmático, é a seguinte notícia do “Jornal Digital” «A decisão foi tomada esta segunda-feira, 3 de Fevereiro, na capital timorense. Em 2013 Portugal foi fustigado por um elevado número de incêndios. A situação envolveu a alocação de diversas brigadas de incêndios e registaram-se perdas de vidas entre os bombeiros e prejuízos nos equipamentos de vários quartéis.
«Nesta situação de proporções sem precedentes, o Governo decidiu aprovar a doação de 500 mil dólares (cerca de 370 mil euros) para apoiar as entidades no reforço da sua capacidade de combate aos incêndios», [disse o Conselho de Ministros].
Do complexo ao simples, aplicando a metodologia cartesiana, as coisas na Europa não funcionam, ou, doutro modo a revisão da Europa, se, porventura se pode falar dessa identidade, impõe-se como uma evidência.
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