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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Staff presidencial.90 - "TWICE".6
A lei do mercado permite que se obtenha uma mais valia de 140% (nos tais 356 mil euros, no total), em que se paga ao Estado 20% dos lucros obtidos com as acções.
1) Qualquer cidadão, que tivesse conhecimentos económicos e financeiros, ficaria feliz que o mercado lhe permitisse tais lucros!...
2) Qualquer cidadão nacional ficaria ainda mais feliz que um “indivíduo a nível pessoal” detém esta capacidade de “fazer dinheiro”, e a aplicasse em benefício do seu País, de forma a obter 140% de lucro.
3) Mas, como a normalidade dos cidadãos não encontra esquemas de tais “valias”, voltou-se para a área do “cimento” ficando enterrado nas suas argamassas.
4) Mas, como a normalidade da colectividade não tem meios de “fazer dinheiro”, não consegue entrar na “máquina dos 140%.”, caindo no sistema negativo das percentagens de salários. (É a lei do mercado!...)
5) Portanto, o eterno conflito entre o “interesse pessoal”, (ou, o desejo de ganhar dinheiro), e, o direito, (ou, dever ético de pagar impostos) mantém-se como uma constante das leis da natureza ,e aplica-se bem à economia moderna.
6) Como alguém diz: “pôr a felicidade de outrem (ou, dos outros) à frente da nossa própria é «perverter as leis da natureza».
7) Portanto, viva o lucro!...
P.S. "Seven". Convenhámos que ganhar entre 147.000 euros, ou, 107.600, em "Twice" (two years), it's very good.
BUT (Mas) "A política pública não tem de se basear no interesse pessoal concebido neste sentido estritamente económico".
Nos jogos do mercado perde-se ou ganha-se, uma ou quatro vezes. Portanto, não se visa exemplares concretos, mas situações da vida.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Staff presidencial.90 - "TWICE".5
Prognósticos só depois do jogo.
Com uma audiência de menos de 10% da população portuguesa, os “shares” televisivos demonstram um grande desinteresse pela “coisa pública”.
Neste sentido, muito provavelmente, menos de 50% de eleitores estarão atentos ao plebiscito que se afigura sem segunda volta, mas isto são prognósticos.
Desde a maximização à minimização dos poderes da presidência da República, existem comentários para todos os gostos, que demonstram que a “coisa pública” ainda não se autonomizou com a devida arquitectura no sistema social português.
Por detrás desta mundividência parece existir um clima de medo e desconfiança, de inefável e sacralidade, que avidamente espreita os passos da classe governante, e, longinquamente, a sociedade civil.
Somente, em último recurso se costuma pedir auxílio a um “soberano” ausente e presente, em gritos de aflição!...
Deste modo, a regularidade de convocação dos famosos “conselheiros de Estado”, em períodos conturbados, merecia uma melhor eficiência no seu funcionamento.
Desde os tempos em que não existia orçamento para Belém, até hoje, muitas coisas se modificaram, mas os fantasmas do célebre almirante ainda, perduram em certas memórias. E, se existe um orçamento, as exigências de eficiência, e salutar demonstração de habilidades e capacidades devem exibir os seus pergaminhos!...
Sempre defendemos um “staff” bem articulado e artilhado em certas previsões que antecipadamente devem guiar os caminhos que se vão construindo. Todavia, certos assuntos têm sido conduzidos de uma forma pouco clara e evidente, embora se reclamem de um certo preciosismo que nada ilustra a sagacidade demonstrada.
As forças armadas e a representação diplomática exigem um organigrama que o sistema político pouco consagra nos seus limites e competências, deixando à deriva uma coordenação que flutua entre a pragmática política e a função simbólica.
Mas a temática da “justiça” constitui um verdadeiro “iceberg” nestas distribuições e ramificações do poder; além da eficiência do próprio direito dentro da sociedade civil.
Por outro lado, ergue-se a questão da segurança interna e externa, cuja última instância recai nos poderes presidenciais.
A segurança e a justiça são dois pilares essenciais de uma audiência que se resume meramente a 10% de assiduidade.
Staff presidencial.90 - "TWICE".4
Acusado de Judas traidor por vender Cristo por 50 moedas, não chegavam 30, este debate começou pelo ataque que é a melhor defesa.
Faz lembrar aquele adágio de César “veni, vidi et vinci”, refinando qualquer tipo de “estado social” , se as ideologias consentem.
Quem observou a entrada dos candidatos, recordando MacLuhan que a “imagem é quase tudo”, terá reparado no caminhar de ambos os intervenientes.
De um lado, um jovem subindo alegremente as escadas, noutro ponto, um candidato deambulando de um lado para o outro.
Perante este cenário inicial de entrada na real arena da argumentação, todos os indícios acarretavam um plano inclinado de confronto.
“Twice 4.”
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Staff presidencial.90 - "TWICE".3
«E exemplificou com a eleição de Portugal para o Conselho de Segurança da ONU, em cujo processo de preparação escreveu "cartas e cartas" sem que isso fosse gritado na praça pública.»
Transformar Belém no “Quai d’Orsay” não está no âmbito da Constituição, embora este país periférico merecesse outra configuração. Aliás, ressalva-se o pedido expresso de “mulheres” para Timor!...
É claro que o “Embaixador”, por excelência é um “agente político”.
Por isso, a “ágora” não discute as entrelinhas da política externa portuguesa.
Congratula-se entre os “enunciados de crença” e os “juízos de facto” para não se tornar numa “persona non grata”, apesar das neves da Suíça.
As tenras neves do Canada permitiram um suave deslizamento, digno dos mais audazes alpinistas.
Aliás, seja português ou brasileiro, a supremacia ideológica, de origem britânica ou francesa, revela-se em multiformes facetas às quais a dita “ágora” não fica inume.
Mais uma “tarefa acrescida” para a “varanda da Europa” neste conturbado mundo.
Por isso, o biénio que se aproxima deve celebrado “Twice”.
Duas vozes fazem um dueto que jogado em sincronia ou dicotomia torna a melodia mais popular.
Deste modo torna-se público que certos recônditos agem politicamente para que a “praça pública” reconheça “Twice”
Staff presidencial.90 - "TWICE".2
Defensor Moura, acérrimo defensor da elite católica/apostólica do Norte, mais nortenho que todos os mansos galegos, debitando argumentos “ad hominem”, esgrime ataques contra o legítimo Califa do Norte de África.
Célebre defensor dos “Estados Unidos da África”, arauto e criador de uma “armada de um milhão de artilheiros africanos”, remove-se contra os perigos da Nato, sediada lá para os lados de Belém.
É claro que a dita “lógica de estados” nada convenceu tão acérrimo defensor da imitação e dos arquétipos dos USA.
O fogo cruzado, de pólvora seca e pestilenta, não atingiu nenhum submarino, já que estes sulcam águas profundas!...
Bem distante, o “Quai d’Orsay” ficou, um pouco confuso ,quando um chefe de protocolo esgrimiu possível defesa, recordando a velha tradição francesa, em autos de testemunho.
E, nesta velha tradição popular, confundir a zona africana para lá dos Pirinéus, com a bela e querida Suiça seria como remover o túmulo de Voltaire ou Diderot.
Tal eficiência diplomática, nunca imaginável, romperia os “cânones” clássicos de “gente nada recomendável” em assessorias do imponderável.
Ora, deixemos de “tretas e larachas” que nada servem os desígnios celestiais.
Um certo misticismo prevalece nas rondas secretas destes desígnios.
E, para acalmar o califa do Norte de África que ambiciona converter a Europa ao Islamismo, nada resta senão exigir que a catedral de Tripoli seja devolvida aos seus crentes.
Ora, Defensor Moura, tornou-se mais árabe que mouro invectivando os católicos, defendendo guerras de “alecrim e mangerona”, cuja audácia se reverte em “Twice”.2 .
Célebre defensor dos “Estados Unidos da África”, arauto e criador de uma “armada de um milhão de artilheiros africanos”, remove-se contra os perigos da Nato, sediada lá para os lados de Belém.
É claro que a dita “lógica de estados” nada convenceu tão acérrimo defensor da imitação e dos arquétipos dos USA.
O fogo cruzado, de pólvora seca e pestilenta, não atingiu nenhum submarino, já que estes sulcam águas profundas!...
Bem distante, o “Quai d’Orsay” ficou, um pouco confuso ,quando um chefe de protocolo esgrimiu possível defesa, recordando a velha tradição francesa, em autos de testemunho.
E, nesta velha tradição popular, confundir a zona africana para lá dos Pirinéus, com a bela e querida Suiça seria como remover o túmulo de Voltaire ou Diderot.
Tal eficiência diplomática, nunca imaginável, romperia os “cânones” clássicos de “gente nada recomendável” em assessorias do imponderável.
Ora, deixemos de “tretas e larachas” que nada servem os desígnios celestiais.
Um certo misticismo prevalece nas rondas secretas destes desígnios.
E, para acalmar o califa do Norte de África que ambiciona converter a Europa ao Islamismo, nada resta senão exigir que a catedral de Tripoli seja devolvida aos seus crentes.
Ora, Defensor Moura, tornou-se mais árabe que mouro invectivando os católicos, defendendo guerras de “alecrim e mangerona”, cuja audácia se reverte em “Twice”.2 .
sábado, 18 de dezembro de 2010
Staff presidencial.90 - "Passeio pela avenida"?
Confesso que ultimamente tenho escrito pouco sobre este assunto.
Uma certa letargia envolve a nuvem que paira sobre Belém.
Nem tive a oportunidade de assistir ao último debate, pois optei por ouvir “música angolana”, - um pequeno concerto - lá para os lados de Benguela, onde, por vezes, a minha mente vagueia!...
Somente li: “passeio pela avenida”.(DN)
Não sei se é o cansaço, os hábitos, a rotina, o presságio, o destino, ou, a força de circunstâncias que ditam tal percurso, ou, a categoria do personagem.!...
Como simples analista, sem ser “analista político”, revejo-me na simples condição de eleitor.
Mas confesso que gostava de fazer uma “análise política”, mas não vi o debate.
Por outro lado, confesso que não gosto muito deste sistema semi-presidencialista “à portuguaise”.
Aliás, já o manifestei a certos entendidos da matéria, mas que se sentiam muito confortáveis no seu sistema.
Portanto, como o sistema não me agrada muito, “com ou sem Açores”, ainda bem que não vi o debate.
Acho que Portugal, como país periférico, aliás conceito que lançamos há muito tempo, em nosso entender, precisava de outro sistema.
E, por aqui me fico, até ao “passeio pela avenida”!..."Não há candidatos a primeiro-ministro", mas há candidatos a Presidente"!....
EURO POLITIQUE 61 - Le Monde/Expresso
“A revolução tecnológica dá agora a um pequeno grupo de indivíduos como Julian Assangue a possibilidade de marcar a agenda política internacional e, pelo caminho, embaraçar um governo tão influente como o dos EUA” (Expresso, 18-12-2010, by Miguel Monjardino)
“En 2009, l'ambassade américaine à Tripoli essaye de comprendre le personnage Kadhafi. A l'occasion de la visite à New York de Mouammar Kadhafi pour assister à l'Assemblée générale des Nations unies, en septembre 2009, l'ambassadeur des Etats-Unis à Tripoli, Gene A. Cretz, se lance dans l'exercice très périlleux du portrait psychologique de l'imprévisible chef de la Jamahiriya libyenne. En étudiant avec minutie les requêtes qui ont été adressées à ses services par la partie libyenne pour préparer ce séjour new-yorkais, l'ambassadeur américain formule une série d'hypothèses, comme le montre un mémo secret en date du 29 juillet obtenu par WikiLeaks et examiné par Le Monde. »
Se o Jornal Expresso tiver a ousadia de fazer um cruzamento com esta notícia do “Le monde”, verificará que a “administração americana” aconselhou que Kadhafi ficasse em “Penha Longa”.
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