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segunda-feira, 4 de abril de 2016

EUROPOLITIQUE: "Panama Papers" + ANGOLA

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ANGOLA, país produtor de petróleo, com reminiscências arábicas, não podia fugir aos "Panama Papers". Para ilustração dos "ricos angolanos", na sua riqueza acumulativa,  um dos decanos do petróleo e da Sonangol pontificam como marcos desta lista.
 
Bibliografia hispânica: 
 
«José Maria Botelho de Vasconcelos es ministro de Petróleo de Angola desde 2008.
Ingeniero de formación, Botelho de Vasconcelos trabajó durante años con la empresa estatal de petróleo de Angola Sonangol.
Botelho de Vasconcelos fue ministro de Petróleo por primera vez entre 1999 y 2002, antes de convertirse en ministro de Energía y Aguas.
Repitió en el cargo de ministro de Petróleo en 2008 y fue presidente de la Organización de los Países Exportadores de Petróleo (OPEC) en 2009».
 

EUROPOLITIQUE: "QUATRO MINUTOS DE SONHO"


-         “Puta madre, qu’estas muy macho”.

-         “Calla-te forcado, que yo soy torero”.

-         “Olè es en Madrid...”

-         “Pero que diez es en tu tIerra”

-         “Rico, bonito y jueven – es el tío de las pampas”

-         “Mi hermana te dirà”
 
-         “Adiòs, torero..............

quinta-feira, 31 de março de 2016

EUROPOLITIQUE: A CRISE em ESPANHA

 
 
Sem governo constituído,  a Espanha continua numa lenta marcha  para sair da crise.
 Somente, as Comunidades Autónomas de Madrid e Baleares encontraram uma saída airosa desta crise, que se arrasta desde 2008.
 

terça-feira, 22 de março de 2016

EUROPOLITIQUE: O DÉFICIT DA "MESA DE CAFÉ" na U.E.



«Não se sabe se o “País da Geringonça” engatou qualquer engenhoca, cujo enguiço engaça algum andarilho, nesta “artimanha ou armadilha” de um mestre “Jangaia”.
“Jangaia” era um artífice da “montagem de vinhas", que através das suas engenhocas, punha qualquer andarilho ou geringonça a funcionar, porque nos seus esteios e tendões correm “fios, cordas e arames”.
Os sinais de êxito do "País da Geringonça" estão no seu porvir, no andamento da sua economia».
Mas, o dobro dos carros existentes em Portugal não chega para pagar a “Dívida  Pública Portuguesa”, na ordem dos 217,1 mil milhões de euros. Mas, se o ideal é quedar-se pelos 60% desta dívida, então o “total da frota automobilística portuguesa” poderia suster tal montante.
Incumbir em cada português um peso, ou, um  ónus futuro  de 21.710 euros é um encargo bastante pesado, ainda que afecte muitos cidadãos de outros países. Ou seja, quase toda a gente deve alguma coisa ao outro, neste movimento circular e universal.
Claro que uma dívida pública que corresponde a 130% do P.I.B. torna-se num encargo, que a todo o momento, pesa nos movimentos financeiros; embora, o Japão tenha uma “dívida pública” que é o dobro seu P.I.B.
Todavia, os grandes países da Europa, França, Espanha e Reino Unido caminham com déficits  na ordem dos 3,5% e 3,1% sem grandes sobressaltos.
Somente, a “Velha Lusitânia” é obrigada a manter-se abaixo dos 3%  deste déficit, criado numa “conversa de café”, que se tornou num “alvo sagrado” da União Europeia, mas que somente  os seus “padres” se isentam do seu cumprimento.
Ora, a “Dívida Pública Portuguesa”, que em 2010, era de 92,4% (159,47 mil milhões de euros) subiu demasiado.
Até,  ao de 2020, ou seja, após uma década, aguardemos como vai comportar-se esta “Dívida Pública Portuguesa”, neste “País da Geringonça”.

segunda-feira, 21 de março de 2016

EUROPOLITIQUE: "A mentalidade agrícola" dos franceses e "a mentalidade comerciante" dos ingleses


Na procura e defesa de “uma superioridade moral da Europa”, subjazem meandros que percorrem o seu interior nas facetas de vários povos; que persistem nas suas diferenças e identidades.
A “Île de ´France”, ou seja, a região parisiense detém um PIB que ultrapassa muitos países, mas que não joga um "peso mundial" como a Praça de Londres.
Por isso, aguarda-se que o referendo dos ingleses não resulte num “Brexit”.
A Europa tem necessidade da "Praça Financeira" de Londres, e, fica mais empobrecida sem o contributo dos ingleses.
Os franceses parecem que mantêm um sentido desconfiança em relação aos objectivos e à cooperação com os ingleses.
Por tradição, desde DeGaulle que persiste esta desconfiança.
A “mentalidade agrícola” dos franceses não "casa" com a “mentalidade comerciante” dos ingleses, em que o funcionamento do “dinheiro e do direito”, por tradição histórica e filosófica, revertem no “universo protestante” anglicano num pragmatismo, enquanto que no “universo católico” francês se elevam a um certo idealismo, ou seja, o  sentido de “entesourizar”.
Esta “mentalidade agrícola”, de donos e senhores de terra, assenta as suas colunas no “universo católico”, mais paternalista; onde, por vezes, a "caridade" substitui a "função ou aplicação do direito".
Há uma expressão francesa, pouco conhecida a nível do "senso comum" dos gauleses, (aliás, que vem do tempo dos vikings), que denota esta “mentalidade agrícola”, na medida em que alguém que se dirige ao outro na “tentativa de comunicar qualquer coisa”, se perverte no sentido de “pedir alguma coisa”.
A súplica e misericórdia ao “Mon Dieu!...Mon Dieu!...” gaulês difere do ímpeto e da força do “God – God” britânico.

quinta-feira, 17 de março de 2016

EUROPOLITIQUE: BRUXELAS contra STRASBOURG no "País da Geringonça"


             Não se sabe se o “País da Geringonça” engatou qualquer engenhoca, cujo enguiço engaça algum andarilho, nesta “artimanha ou armadilha” de algum possível mestre “Jangaia”.
“Jangaia” era um artífice da “montagem de vinhas", que através das suas engenhocas, punha qualquer andarilho ou geringonça a funcionar, porque nos esteios e tendões correm “fios e arames”.
Os sinais de êxito do "País da Geringonça" estão no seu porvir, no andamento da sua economia.
(Algumas medidas, já engordam os nossos vizinhos espanhóis, segundo dizem, e, “parece que há que repartir o dinheiro”!...).
O “Plano B” paira sobre a execução do Orçamento que foi aprovado, com um certo beneplácito do “universo católico” (tendência francesa em Bruxelas), ainda que o “universo protestante” (tendência germânica em Strasbourg) proteste.
Quando se luta com a superioridade europeia, o melhor que se faz é colocar “dois departamentos, ou, duas instâncias” uma contra a outra; para demonstrar a sua arrogância intelectual, que se reduz, às vezes,  simplesmente à defesa do seu umbigo.
Nestas coisas da complexidade europeia, com a sua teia legislativa, o melhor que se faz é demonstrar as suas contradições internas, já que as externas recaem sobre os outros, ou, sobre "outrem".
De forma que, o “Plano B” paira como uma espada sobre o dorso dos portugueses, ao qual dificilmente fugiremos.
Mas, o melhor é colocar Bruxelas contra Strasbourg, ou, outra “instância contra outro departamento”, já que existem muitas contradições nesta União Europeia.
Por isso, urge encontrar os meandros destas contradições europeias, para que as águas que correm a favor do “País da Geringonça”, tenham algum efeito.
Além, desta estratégia da demonstração das suas contradições europeias, existem “armas e ferramentas” que, em último recurso, jogam a favor do “País da Geringonça”.

terça-feira, 15 de março de 2016

EUROPOLITIQUE: A QUINTA COLUNA (2)


Aos três poderes executivo, legislativo e judiciário, ajunta-se um quarto poder que é o informativo, mas a “quinta coluna” está no ar.

Ultimamente, as televisões brasileiras  fazem recurso à “quinta coluna”, seja através de visualizações de “videos”, seja de outro tipo de comunicações.

O espaço que a “NET”  fornece, tem-se constituído na “quinta coluna”, muitas vezes, desprezada por alguns líderes políticos, que foram vítimas do seu próprio processo, e, constitui uma espécie de “revolução silenciosa”, que certos ditadores cancelam para gáudio da sua governação.

Consta-se que quando Gutemberg inventou a imprensa, lhe apareceu um anjo, dizendo-lhe que para o “Bem e para o Mal” serviria a sua invenção.

A “quinta coluna”, para o “Bem e para o Mal” irradia-se pelos mais diversos meios,fins e ojectivos.

“Peneirar o joio do trigo”, talvez seja a função de alguns funcionários, mas esta “nova ferramenta”, ao dispor de qualquer um, tem os seus méritos, como pode ter os seus castigos.

Embora, Umberto Eco despreze o valor da “quinta coluna”, como “voz dos fracassados que ninguém lê”, a sua força atravessa os mais recônditos redutos do poder: por isso, é a “quinta coluna”.
Mas, a “irradiação do poder”, no seu sentido lato e abrangente, para não dizer, “absoluto” dá “voz e ouvidos” à “quinta coluna”. Por isso, a “quinta coluna” é proibida, dominada e controlada pelos  países em ditadura.

EUROPOLITIQUE: Recordando "Platero y Yo" ....Juan Ramón Jiménez

  Na minha tenra idade escutava os poemas de “ Platero y yo” , com uma avidez e candura própria da inocente e singela juventude, que era o ...