Seguidores

sábado, 27 de fevereiro de 2016

EUROPOLITIQUE: A força da indústria pesqueira na Galiza

Apesar dos "belos cruzeiros" que atracam no porto de Vigo, a "dinâmica do turismo" ainda não chegou totalmente à Galiza.
Por isso, Rui Moreira procura resistir ao impacto da Galiza, em que a sua economia, ao nível da indústria automovilística, naval e pesqueira exibe os seus trunfos, em relação ao Norte do País.
As exportações da indústria pesqueira galega atingiram o seu ponto máximo em 2015, com 1.706 milhões de exportações. Os dois principais clientes são Portugal e Itália.  
Face ao dinamismo destas três indústrias, que economicamente comandam a Galiza, para Rui Moreira e para o Porto, somente resta o seu aeroporto.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

EUROPOLITIQUE: Por um consenso na ADSE


Perante a "admiração dos franceses" sobre o sistema de saúde em Portugal, e, perante a “exaltação” de um brasileiro com a saúde no Brasil, pagando cem dólares por mês; a ADSE em Portugal está de boa saúde e recomenda-se.
Claro que, a soma de 553 milhões de receita, em 2015, com gastos na ordem dos 332,6 milhões, dão um lucro de 200 milhões de euros, (tendo, como referência, o ano de 2014). A percentagem de 3,5% de descontos sobre os salários, atinge  70% das pessoas, num universo de 1.254.247 beneficiários.
Os ditos “funcionários públicos” pagaram uma média de 652 euros, (em 2012, pagavam 243,71 euros); quando os gastos médios são de 266 euros, em 2015. Mensalmente pagam 46,59, gastando metade, ou seja, 23 euros. Provavelmente de uma “situação deficitária” anterior passou-se a uma “situação de abundância”.
Tanto o Ministério da Saúde, como o Ministério das Finanças devem estar satisfeitos com este sistema. Outros cidadãos “fora do sistema” parece que não concordam com estas benesses.
         Se, em 2012, o desconto médio mensal por “beneficiário titular” era de 17,41 euros, em 2015, atinge os 46,59 euros; ou seja, uma subida de 168%, em cujo universo se situam 40% no “Activo”, 27% na “Aposentação”, 4%  Cônjuges, e 28% Descendentes.
Mesmo que a ADSE baixasse para os 2,5% de descontos nos “beneficiários titulares”, ou, pagantes, ainda daria lucro.
         A situação económica do País obriga a sacrifícios. Mas, até quando os ditos “funcionários públicos” pagantes acatarão estas obrigações?

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

EUROPOLITIQUE: A diplomacia de "Barcara Augusta" no Eixo Atlântico


         A famosa diocese “Barcara Augusta” foi ultrapassada pela descoberta do túmulo de Santiago. Todos os caminhos seguiam a “luz” do apóstolo que ergueu um dos “tesouros” mais cobiçados pelos vikings nas suas incursões pelo “Reino da Galiza”.
           A perda de influência de “Barcara Augusta” , apesar dos seus apóstolos S. Martinho de Dume e Frutuoso, que espalharam conventos e monges trabalhadores pela Galiza, modernamente, encontraram nos “bons ofícios” do Presidente da Câmara de Braga, o “diplomara ideal” para dirimir o conflito entre Rui Moreira e o Alcaide de Vigo.
          O chefe do Condado de Toronho, onde Vigo se insere, não está disposto a reconhecer os “bons ofícios” do seu congénere de Braga para os magnos assuntos do Eixo Atlântico.
          Longe vão os tempos da emancipação dos condados de Portucale e Coimbra, contra os magnates da Galiza do Norte, que deram origem à emancipação do Condado Portucalense, de um rei e de uma nação.
         Fiel aos seus pergaminhos de chefe do Condado de Toronho, o alcaide de Vigo permanece irredutível em aceitar, diplomaticamente, que estes “arrufos de namorados” se ergam em suaves desculpas de desentendimento, segundo relata “Voz da Galiza”.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

EUROPOLITQUE: "OS MAUS NASCIDOS NO PORTO" - Última página 21.02.2016 in DIÁRIO DE NOTÍCIAS


 Se Badajoz era referência para Lisboa, Vigo é uma referência para o Porto, e consciente disto está Rui Moreira, ao afirmar que: “o  drama da Galiza é que está à frente do Norte de Portugal em tudo, menos nos aeroportos”.
Por isso o “discurso lisboeta” em defesa de Rui Moreira faz lembrar a célebre frase de Felipe González Márquez (1982-1996) – “os maus nascidos em Espanha”, com repercussões e consequências no Norte de Portugal. Além disso, o jornalista ou articulista do Diário de Notícias não consultou a sondagem do jornal Faro de Vigo, com 82% de pedido de desculpas.
Se, Rui Moreira acrescenta  «Têm três (aeroportos), e não se entendem entre eles»; sabe bem que estas localidades estão ligadas por um combóio de alta velocidade, que nem o Porto terá tão cedo.
Mas, para além da guerrilha entre “nuestros hermanos da Galiza”, o sentido de irmandade prevalecerá, apesar dos “arrufos de namorados”.
Todavia o “escrutínio democrático” sobre Rui Moreira, propalado pelo jornal Faro de Vigo, está longe das regras deontológicas jornalísticas, e, somente se justifica com certos "esconsos antecedentes" que fazem lembrar a “Peseta Connection”, as investigações de Alfonso Guerra sobre certo império empresarial, e, o mais escondido e abortado “golpe militar” em Madrid, com "camuflados antecedentes" por terras junto à Galiza.
A história entre Vigo e Porto é demasiado complexa para uma leitura simplista da capital lisboeta.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

EUROPOLITIQUE: Crónica Galega - A semântica do "INSULTO INTOLERABLE" galego


El alcalde rompe relaciones con el regidor de Oporto por su "insulto intolerable" hacia Vigo, (segundo relata o jornal Faro de Vigo).

        Como dizem os franceses, se o “discurso é sempre uma traição do discurso”,  o “insulto intolerable” do “alcade de Vigo” remete para uma análise da própria linguagem, ainda mais quando a “língua galega” reclama uma aproximação à língua portuguesa, sendo ela mesma uma língua de origem latina.
          Na linguagem, a trilogia de sintaxe, semântica e pragmática denuda-se nesta “mania” sobranceira galega do “uso e abuso da linguagem”, cujo léxico está presente nas relações de fronteira.
          A palavra “alcaide” está semanticamente ligada a fortaleza, forte, fortificação, com as suas muralhas e ameias, tal como antigamente Santiago de Compostela estava defendida por causa dos seus tesouros; modernamente, o "alcaide" do antigo Condado de Toronho defende a sua região com belos cruzeiros enfeitados. E, neste pretenso estatuto, o seu “alcaide” quer defender os “seus tesouros”,  estando  nos seus direitos.
         A nossa linguagem republicana não incarna qualquer tipo de realeza que implique o conceito de "reger" (regidor), nem o apelo à palavra "rex".
         Por isso, ao tratar Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto por "regidor" está a colocá-lo ao nível de qualquer “regedor”. Ora, o regedor era o antigo Presidente da Junta, em qualquer freguesia do País.
         Qualquer leitor de Cervantes, descortina este tipo de linguagem que “nuestros hermanos” exibem com galhardia.
        "Em si" o insulto é tão “desqualificável”, como a linguagem inscrita no próprio “insulto” é inadmissível.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

EUROPOLITIQUE: Crónica Galega: RUI MOREIRA em destaque no jornal FARO DE VIGO e seu alcaide. (Corte de relações? - "Brincadeira de crianças"!...)

 


 
Ora, se D. Afonso Henriques tinha duas embarcações em Santa Maria de Oya, o filho de Rui Moreira tem um barco em Bayona, segundo o jornal Faro de Vigo.
        Mas, este jornal galego declara guerra acesa entre o alcaide de Vigo, Abel Caballero e o Presidente da Câmara do Porto -  Rui Moreira, pela pretensa desvalorização do aeroporto deste antigo Condado de Toronho.
        D. Afonso Henriques, apoiado por Geraldes "Sem Pavor",  perdeu o Condado de Toronho na batalha de Badajoz,  pelo qual pelejou e se enamorou da filha do seu conde. E, por imposição do monarca espanhol Fernando perdeu também as duas embarcações em Santa Maria de Oya. De forma que, o filho de Rui Moreira deve zarpar com o seu pequeno barco, senão arrisca-se a perdê-lo, como 30.000 litros de leite foram despejados na rua, em terras galegas.
       Esta luta pela promoção das cidades está ao rubro, de tal forma que “nuestros hermanos” galegos não se querem sentar à mesa, em nenhum fórum, com os seus compatriotas portuenses.
       O aeroporto de Peinador desencadeou relações “impróprias de um alcaide de uma cidade amiga”, segundo relata Faro de Vigo.
      Sem recurso a qualquer diplomata viking, nem discípulo de Gunderedo, faz-se votos que a convivência entre fronteiras não crie barreiras à «saudade» portuense, nem à «murrinha» galega, já que não se trata somente de "brincadeiras de crianças".

EUROPOLITIQUE: Texto publicado no correio de leitores do Jornal Cerveira Nova

Homenagem ao Mestre José Rodrigues




Esteticamente embelezada, a encosta da Senhora da Encarnação, exibe um “objecto artístico”, da autoria do escultor José Rodrigues, refulgindo no seu horizonte a figura de um “cervo”.
      O veado tornou-se o símbolo de Vila Nova de Cerveira, fazendo jus à terra de “corsas e veados”, que noutros tempos encheriam os seus espaços agrícolas, como, aliás, o monte de Santa Luzia mantinha um “reserva de veados” para admiração de turistas.
      Como expressão simbólica, a “figura do veado” remete para o objecto em si, para o espectador e para a sua interpretação.                      
     Logicamente, o objecto de representação impregna o espectador na riqueza do seu território – nas suas verdes pastagens. A conclusão simples e lógica, para além do valor do “objecto estético”, reside nesta simples triangulação:  objecto, sujeito e interpretação.
      Todavia, historicamente, a interpretação  de Cerveira advém de um descendente de Coimbra que foi encarregado de defender estes territórios, na orla do Rio Minho. O Condado de Coimbra, na sua luta com o mundo árabe, originou bravos e destemidos homens, habituados aos combates da época. Este “sangue novo”, corajoso e destemido, foi destacado para uma zona enfraquecida pelas lutas e guerrilhas com “os magnates” da Galiza do Norte.
     A imponente muralha de Valença é a demarcação mais consistente e posterior em relação ao poder da Sé de Tui, por duas vezes, capital da Galiza.
      Por isso, ao reivindicar o “símbolo de veado” para Vila Nova de Cerveira, os seus habitantes  não devem esquecer essa figura e personagem deste coimbrão, cujo nome é Cerveira.

EUROPOLITIQUE: Recordando "Platero y Yo" ....Juan Ramón Jiménez

  Na minha tenra idade escutava os poemas de “ Platero y yo” , com uma avidez e candura própria da inocente e singela juventude, que era o ...