Tripoli – “Crossroads of Rome and Islam”
A Líbia prepara-se para ser um cruzamento da futura auto-estrada entre a Tunísia e o Egipto. Ambos países com um certa experiência no negócio do turismo, ao contrário da hermética Líbia.
Além deste cruzamento físico de estradas, espera-se que a Líbia se abra ao Ocidente, ou seja, às portas de Roma, e, ao mundo ocidental, como entreposto comercial e cultural da civilização ocidental, e, inerentemente islâmica. Todavia levantam-se certos óbices ao desenvolvimento projectado do seu turismo, que orgulhosamente esconde todo um manancial de cultura romana, de cuja lacuna mais visível se repercute na emissão de vistos, embora certas agências desencadeiam algumas possibilidades de abertura turística.
A “jihad” de Kadafi contra a Suíça retoma contornos de distanciamento, prevendo-se caminhos de entendimento.
Na fúria dos ataques aos famosos minaretes suíços, convém salientar que a famosa catedral católica de Tripoli, de arte neo-romana, construída em 1928, se mantém refém da ousadia do príncipe Kadafi, que na sua conquista do poder, em 1969, a transformou em mesquita, ao culto de Alá.
Construir uma belíssima catedral para um culto de 40 anos, faz lembrar John Locke e a sua separação de poderes. O Príncipe terreno pouco tem a ver com a salvação das almas, a não ser que as “jihads” ainda funcionem ao estilo de Kadafi.
Todavia espera-se que o presidente da "Fundação Kadafi", amigável paladino suiço, se digne lutar por um cruzamento de estradas sociais, políticas e turísticas para um efectivo "aggiornamento" nas suas mais variadas instâncias populares, familiares e sociais, esquecendo os seus "erros de juventude".
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Algoritmo de Kadafi.20 - "10 de Junho"
"Twice" - Passarei duas vezes nas tuas águas:
"Nós queremos ser um país europeu".
A CEE não vai ser um “novo Brasil”, ao contrário do que dizia o Dr. Mário Soares, exige determinação, compromisso e empenhamento. As facilidades, o dinheiro fácil acabou.
Faremos os sacrifícios necessários para pagar a factura de muitas “incompetências”, nem que seja nos 24% do nosso modo de vida, como dizem certos economistas americanos.
A Europa do “Brasil”, terá de ser a “selecção portuguesa”, aquela que propagava Cohen Bendit, ou seja, aqueles que lutam e sofrem pela “identidade europeia”.
Aqueles que ousam transformar uma zona de contrabandistas na “Zona Franca da Madeira”.
Aqueles que não tendo capacidade de comprar 100 “Mirages”, como fez o Kadafi, mas se quedaram na modesta quantia dos “F16”, e, que alguns, perguntavam: “para quê”?!...
Esqueceram-se, daqueles que atravessaram fronteiras, que se reuniram aos cem mil para provarem que eram compelidos, refractários ou desertores, mas que não deambulavam pelos “cafés de Paris”.
A nossa afirmação continua viva, com ou sem “Tratado do Euro”, mas evidentemente convictos que “seremos europeus”. Sem o questionamento americano: "e, vós, europeus?"
Mais europeus que certos políticos que sugam o dinheiro da Europa, mais convictos que aqueles que beneficiaram das suas benesses, mas conscientes que o nosso futuro está na identidade europeia.
É, na época de crise, que o grito surge:
A nossa terra, o nosso de 10 de Junho, é a Europa.
A nossa portugalidade é viking, luso-árabe, de Viriato, celto-ibérica, ou seja, é europeia.
É a janela, ou, postigo da Europa, pela qual ela pode ver o mundo, de antanho, “abertos pelos portugueses”.
Ainda que a "Europa dos políticos" possa falhar, terá sempre um substracto da “sociedade civil”, que se afirma, apesar do conselho europeu: “lute pelo seu país”.
"Nós queremos um país europeu".
A CEE não vai ser um “novo Brasil”, ao contrário do que dizia o Dr. Mário Soares, exige determinação, compromisso e empenhamento. As facilidades, o dinheiro fácil acabou.
Faremos os sacrifícios necessários para pagar a factura de muitas “incompetências”, nem que seja nos 24% do nosso modo de vida, como dizem certos economistas americanos.
A Europa do “Brasil”, terá de ser a “selecção portuguesa”, aquela que propagava Cohen Bendit, ou seja, aqueles que lutam e sofrem pela “identidade europeia”.
Aqueles que ousam transformar uma zona de contrabandistas na “Zona Franca da Madeira”.
Aqueles que não tendo capacidade de comprar 100 “Mirages”, como fez o Kadafi, mas se quedaram na modesta quantia dos “F16”, e, que alguns, perguntavam: “para quê”?!...
Esqueceram-se, daqueles que atravessaram fronteiras, que se reuniram aos cem mil para provarem que eram compelidos, refractários ou desertores, mas que não deambulavam pelos “cafés de Paris”.
A nossa afirmação continua viva, com ou sem “Tratado do Euro”, mas evidentemente convictos que “seremos europeus”. Sem o questionamento americano: "e, vós, europeus?"
Mais europeus que certos políticos que sugam o dinheiro da Europa, mais convictos que aqueles que beneficiaram das suas benesses, mas conscientes que o nosso futuro está na identidade europeia.
É, na época de crise, que o grito surge:
A nossa terra, o nosso de 10 de Junho, é a Europa.
A nossa portugalidade é viking, luso-árabe, de Viriato, celto-ibérica, ou seja, é europeia.
É a janela, ou, postigo da Europa, pela qual ela pode ver o mundo, de antanho, “abertos pelos portugueses”.
Ainda que a "Europa dos políticos" possa falhar, terá sempre um substracto da “sociedade civil”, que se afirma, apesar do conselho europeu: “lute pelo seu país”.
"Nós queremos um país europeu".
quinta-feira, 3 de junho de 2010
EURO POLITIQUE. 39 - "Impávida e Serena" - EUROPA
Uma Europa impávida e serena
Os recentes acontecimentos com os ataques de Israel , conjuntamente com a “jihad” de Kadhafi à Suíça, somente, vêm demonstrar a passividade da política da união europeia.
Um dia assisti a uma conferência de um célebre sindicalista alemão que comungava de algumas teses árabes. É evidente, que saí um pouco chocado dessa reunião, quando me convenci que os árabes não "morrem de amores" pelo Estado de Israel, já lá vão umas dezenas de anos.
O “Príncipe dos príncipes”, na sua resposta ao jornal “Der Spiegel” , argumentava que os prisioneiros suíços não lhe diziam respeito, e, que essa questão pertencia aos tribunais da Líbia, mas a “jihad” contra a Suíça, tornava-o num verdadeiro comandante romano de nome “Aníbal”, e, que estaria na disposição de falar com a senhora (“masculinizada”) Merckel, chanceler da Alemanha.
O jornalista do "Der Spigel" não argumentou que os problemas causados pelo seu filho "Hannibal", também deviam ser resolvidos pelos tribunais. O sr: Kadhafi não acredita nos tribunais europeus, adora certas invenções infantis, ("erros de juventude", como gosta de dizer), e, prefere mandar a sua filha entregar 500 mil dólares de caução!...
Israel avisou de que não estava de acordo com a passagem da ajuda humanitária. Alguns incautos não pretendiam um tal reacção de “animal ferido”. Enganaram-se, apesar da sua imagem não sair bem na fotografia.
O diálogo com o mundo árabe não é nada fácil. Todavia, a Europa não pode ficar, somente, na retórica. A Europa tem de envolver meios persuasivos, e, mais eficazes, para manter o respeito ao diálogo, e, à sua voz.
Se um cidadão europeu fica retido, seis horas, com visto de embaixada, as autoridades do seu país não podem, nem devem ficar paradas, sem que nada tivesse acontecido. Ora, isto acontece.
A resposta, é o melhor meio de defesa. A Europa tem de responder rapidamente aos seus audazes interlocutores, seja Kadhafi ou Israel.
(Torna-se evidente que Kadhafi, não tem um conjunto de embaixadores, que em diferentes línguas apregoam a mesma mensagem, e, aqui a Europa tem alguma coisa a aprender!...)
A Europa não pode, nem deve, quedar-se impávida e serena.
Os recentes acontecimentos com os ataques de Israel , conjuntamente com a “jihad” de Kadhafi à Suíça, somente, vêm demonstrar a passividade da política da união europeia.
Um dia assisti a uma conferência de um célebre sindicalista alemão que comungava de algumas teses árabes. É evidente, que saí um pouco chocado dessa reunião, quando me convenci que os árabes não "morrem de amores" pelo Estado de Israel, já lá vão umas dezenas de anos.
O “Príncipe dos príncipes”, na sua resposta ao jornal “Der Spiegel” , argumentava que os prisioneiros suíços não lhe diziam respeito, e, que essa questão pertencia aos tribunais da Líbia, mas a “jihad” contra a Suíça, tornava-o num verdadeiro comandante romano de nome “Aníbal”, e, que estaria na disposição de falar com a senhora (“masculinizada”) Merckel, chanceler da Alemanha.
O jornalista do "Der Spigel" não argumentou que os problemas causados pelo seu filho "Hannibal", também deviam ser resolvidos pelos tribunais. O sr: Kadhafi não acredita nos tribunais europeus, adora certas invenções infantis, ("erros de juventude", como gosta de dizer), e, prefere mandar a sua filha entregar 500 mil dólares de caução!...
Israel avisou de que não estava de acordo com a passagem da ajuda humanitária. Alguns incautos não pretendiam um tal reacção de “animal ferido”. Enganaram-se, apesar da sua imagem não sair bem na fotografia.
O diálogo com o mundo árabe não é nada fácil. Todavia, a Europa não pode ficar, somente, na retórica. A Europa tem de envolver meios persuasivos, e, mais eficazes, para manter o respeito ao diálogo, e, à sua voz.
Se um cidadão europeu fica retido, seis horas, com visto de embaixada, as autoridades do seu país não podem, nem devem ficar paradas, sem que nada tivesse acontecido. Ora, isto acontece.
A resposta, é o melhor meio de defesa. A Europa tem de responder rapidamente aos seus audazes interlocutores, seja Kadhafi ou Israel.
(Torna-se evidente que Kadhafi, não tem um conjunto de embaixadores, que em diferentes línguas apregoam a mesma mensagem, e, aqui a Europa tem alguma coisa a aprender!...)
A Europa não pode, nem deve, quedar-se impávida e serena.
EURO POLITIQUE. 38 - Para além da "Federação Orçamental"
Morrer de amores pelo “Tratado de Lisboa”, pouco encantou certos portugueses, para não dizer, a maioria.
Certamente que, em vez das alucinantes viagens de avião dos seus construtores, melhor seria fazer um verdadeiro “Tratado do Euro”.
É evidente que tanto seduz os europeus, como os americanos, os dias de férias a 50 dólares, para o comum de certos trabalhadores.
Todavia, a “era da globalização” ergue-se como um tempo de partilha e doação.
E, a Europa do económico e do egoísmo, sem ideais e ambições, tem de olhar mais para o mundo.
Comprar uma tonelada de cacau, por um euro, e vender uma barra de chocolate por dois, não condiz com certos ideais de cooperação.
A Europa tem ao seu lado uma verdadeira parceria de países emergentes que necessitam da sua colaboração.
Morrem mais africanos no Mediterrâneo, por ano, do que americanos no “World Trade Center”. E, um dia, talvez os americanos se queixem e cansem da incapacidade de os europeus não resolverem os seus problemas.
A Europa económica e egoísta tem de desenvolver perspectivas mais salutares para um mundo cada vez mais justo e humano.
O sonho (se ele existe?!...) dos europeus não está na América, no tio Sam, ou, no“Shopping we trust” mas deve estar na sua efectiva construção e na demonstração real dos seus valores.
A redução económica exigida aos europeus deve ser colmatada pela cooperação africana, os nossos vizinhos de lado.
Por isso, nesta dicotomia da “Europa dos políticos”, e, da “Europa da sociedade civil”, urge que uma nova constelação de valores se erga como bandeira dos seus ideais, para além da “Federação Orçamental”.
EURO POLITIQUE. 35 - Federação Orçamental 24%
Quando foi aprovado o “Tratado de Lisboa”, rapidamente fui aconselhado a olhar para as “gajas” e a “ver futebol”, não pelas iminência pardas de Belém, mas pelos acérrimos guardiães da República.
Aliás, confesso a minha ignorância para a leitura de tão magno manuscrito, que me daria a volta à cabeça, tanto foram as viagens dos “experts” de avião, através do Ministério Cor de Rosa, que qualquer leigo na matéria revelaria incapacidade intelectual, face à iminência, também “parda” de certos governantes, apesar do seu acesso na Internet.
Seduz-me o aviso do presidente do BCE, Trichet, pela “Federação Orçamental”
Recordo que um Estado falido, após a guerra colonial, presenteia os seus cidadãos, com um bónus, seis vezes mais, que um Estado, com a caixa cheia, na módica quantia de seis vezes menos, claro que isto é uma ínfima amostra ocasional.
Na política da “Federação Orçamental”, é demasiado fácil perceber que os portugueses estão condenados a sofrer um rude golpe de 24% no seu modo de vida.
Se um sexto do capital mundial não corresponde à efectiva riqueza produzida, a intromissão de certos algoritmos levam-nos à amarga conclusão dos 24% de redução nos bolsos dos portugueses.
Todavia não esperem que o Estado de sete milhões de dependentes, como entidade autónoma seja o único responsável. Os sete milhões de dependentes sofrerão os 24% nas mais variadas situações, sob a mestria desse mesmo Estado.
Os prognósticos devem estar tão longe da realidade como o “euro-politique”, esteve tão longe da sua crise.
Jogar na antecipação é a melhor forma de nos prevenir.
Aliás, confesso a minha ignorância para a leitura de tão magno manuscrito, que me daria a volta à cabeça, tanto foram as viagens dos “experts” de avião, através do Ministério Cor de Rosa, que qualquer leigo na matéria revelaria incapacidade intelectual, face à iminência, também “parda” de certos governantes, apesar do seu acesso na Internet.
Seduz-me o aviso do presidente do BCE, Trichet, pela “Federação Orçamental”
Recordo que um Estado falido, após a guerra colonial, presenteia os seus cidadãos, com um bónus, seis vezes mais, que um Estado, com a caixa cheia, na módica quantia de seis vezes menos, claro que isto é uma ínfima amostra ocasional.
Na política da “Federação Orçamental”, é demasiado fácil perceber que os portugueses estão condenados a sofrer um rude golpe de 24% no seu modo de vida.
Se um sexto do capital mundial não corresponde à efectiva riqueza produzida, a intromissão de certos algoritmos levam-nos à amarga conclusão dos 24% de redução nos bolsos dos portugueses.
Todavia não esperem que o Estado de sete milhões de dependentes, como entidade autónoma seja o único responsável. Os sete milhões de dependentes sofrerão os 24% nas mais variadas situações, sob a mestria desse mesmo Estado.
Os prognósticos devem estar tão longe da realidade como o “euro-politique”, esteve tão longe da sua crise.
Jogar na antecipação é a melhor forma de nos prevenir.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Staff presidencial.86 - "Adiós, hasta siempre"
"Adiós, hasta siempre"
Embalados pelo vento fresco da pista do aeroporto da Portela, esperava-nos o voo, em direcção às paragens mexicanas, ou, melhor dito, “Cancun”.
O avião regurgitava de pessoal luso, em direcção às praias do Caribe, colmatando a carestia que ensombrou, tantos anos, o esforço lusitano.
Mas, subitamente, ressurgiu, "inconscientemente", o anúncio de “apertar o cinto” que não condizia com o usufruir de tão belas paragens, nem condizia com os voos, de antanho, em que nas ligações aéreas europeias, se viajava com meia dúzia de passageiros, descontando os jornalistas.
Novos ventos sopravam, a maré era de colheita frugal, mas anteviam-se, já, alguns tormentos.
Paul Krugman insinua que os trabalhadores do Sul da Europa terão de adiar os seus sonhos de tão míticas paragens.
Aponta-se para um decréscimo de 20% a 30% no real valor dos seus salários, o que nos torna inconformáveis na satisfação de tais viagens.
Ou seja, não é só, a viagem ao mundo do Caribe, que está suspensa, mas também, todo um conjunto de possíveis benesses, que ficam adiadas.
O regozijo salutar de ver os portugueses embalados nas suas quentes viagens, começa a dar lugar ao rigoroso inverno que as suas ventanias parecem fustigar, “sem dó nem piedade”.
Um “adiós, hasta siempre” ergue-se como pano de fundo, numa crise, cujo fosso, se revela insondável no néctar do "Caribe”.
Em breve,a classe média será simplesmente classe trabalhadora, sem ambições ou deduções.
Embalados pelo vento fresco da pista do aeroporto da Portela, esperava-nos o voo, em direcção às paragens mexicanas, ou, melhor dito, “Cancun”.
O avião regurgitava de pessoal luso, em direcção às praias do Caribe, colmatando a carestia que ensombrou, tantos anos, o esforço lusitano.
Mas, subitamente, ressurgiu, "inconscientemente", o anúncio de “apertar o cinto” que não condizia com o usufruir de tão belas paragens, nem condizia com os voos, de antanho, em que nas ligações aéreas europeias, se viajava com meia dúzia de passageiros, descontando os jornalistas.
Novos ventos sopravam, a maré era de colheita frugal, mas anteviam-se, já, alguns tormentos.
Paul Krugman insinua que os trabalhadores do Sul da Europa terão de adiar os seus sonhos de tão míticas paragens.
Aponta-se para um decréscimo de 20% a 30% no real valor dos seus salários, o que nos torna inconformáveis na satisfação de tais viagens.
Ou seja, não é só, a viagem ao mundo do Caribe, que está suspensa, mas também, todo um conjunto de possíveis benesses, que ficam adiadas.
O regozijo salutar de ver os portugueses embalados nas suas quentes viagens, começa a dar lugar ao rigoroso inverno que as suas ventanias parecem fustigar, “sem dó nem piedade”.
Um “adiós, hasta siempre” ergue-se como pano de fundo, numa crise, cujo fosso, se revela insondável no néctar do "Caribe”.
Em breve,a classe média será simplesmente classe trabalhadora, sem ambições ou deduções.
EURO POLITIQUE. 30 - "Seven"
Os "sete pecados mortais" do “euro” :
1 – A falta de liderança política (a Preguiça)
Esperava-se que com a “nova orgânica” da comunidade europeia se exibisse um “rosto forte e visível” em relação ao mundo, tanto na sua política externa, como militar, com a real afirmação de um “verdadeiro líder”. A lentidão não se compraz com a globalização.
Acontece que a França e a Alemanha (não esquecendo, o papel da Inglaterra) repartem, mutuamente, a liderança no espaço europeu, deixando os pequenos países como satélites ou reféns dos seus interesses.
2 – A “jihad” de Kadafi (a Ira)
A “jihad” de Kadafi foi um pequeno teste à liderança europeia. O problema era com a Suíça, mas os europeus, pouco se interessaram por este ataque económico, que obrigou o Presidente da Federação Helvética a pedir desculpas por um incidente familiar Aliás, as relações com o mundo árabe não são nada fáceis; e, isto é, a face do “iceberg”.
3 – Os países emergentes (a Avareza)
Politicamente, os países da América do Sul, que escaparam, um pouco à crise, esperavam respostas políticas aos seus anseios que atingem, também, as suas políticas nacionais, e, económicas. Acresce-se outros países, com fortes ligações europeias, como: África do Sul, e, a Índia.
4 – O mundo do petróleo (a Luxúria)
Economicamente, as empresas petrolíferas parecem que preferem a “nota verde”, ao valor desmesurado do euro. Além da influência das empresas petrolíferas americanas, a moeda europeia, parece fugir aos seus desígnios. O mundo do petróleo continua a dominar muitos contextos estratégicos, económicos, e, políticos.
5 – O império chinês (a Vaidade)
Repletos de dólares, a China, habilmente se estende nos mais profundos espaços financeiros, comandando, com mão invisível, as suas influências. Aliás, o seu modelo económico pouco se compadece com os valores do sistema europeu. Oxalá, que o "Tigre de Papel" não condicione a economia europeia, em prarâmetros japoneses!...
6 – A inveja da “bela moeda” (a Inveja)
O sonho de muitos habitantes fora do contexto europeu suspira na miragem do “euro”. Todavia, os europeus terão de adiar os seus sonhos na repercussão da sua “bela moeda”, porque os seus benefícios obrigação a autênticos sacrifícios. Além disso, certos privilégios não duram sempre!...
7 – O dólar não esmorece (a Gula)
A moeda americana, símbolo da hegemonia mundial, consegue encontrar fundamentação económica no floreado evanescente da construção e sustentação da moeda europeia. O tio "sam", liberal. quanto baste, redobra-se no "self made man": "money is money"!...
1 – A falta de liderança política (a Preguiça)
Esperava-se que com a “nova orgânica” da comunidade europeia se exibisse um “rosto forte e visível” em relação ao mundo, tanto na sua política externa, como militar, com a real afirmação de um “verdadeiro líder”. A lentidão não se compraz com a globalização.
Acontece que a França e a Alemanha (não esquecendo, o papel da Inglaterra) repartem, mutuamente, a liderança no espaço europeu, deixando os pequenos países como satélites ou reféns dos seus interesses.
2 – A “jihad” de Kadafi (a Ira)
A “jihad” de Kadafi foi um pequeno teste à liderança europeia. O problema era com a Suíça, mas os europeus, pouco se interessaram por este ataque económico, que obrigou o Presidente da Federação Helvética a pedir desculpas por um incidente familiar Aliás, as relações com o mundo árabe não são nada fáceis; e, isto é, a face do “iceberg”.
3 – Os países emergentes (a Avareza)
Politicamente, os países da América do Sul, que escaparam, um pouco à crise, esperavam respostas políticas aos seus anseios que atingem, também, as suas políticas nacionais, e, económicas. Acresce-se outros países, com fortes ligações europeias, como: África do Sul, e, a Índia.
4 – O mundo do petróleo (a Luxúria)
Economicamente, as empresas petrolíferas parecem que preferem a “nota verde”, ao valor desmesurado do euro. Além da influência das empresas petrolíferas americanas, a moeda europeia, parece fugir aos seus desígnios. O mundo do petróleo continua a dominar muitos contextos estratégicos, económicos, e, políticos.
5 – O império chinês (a Vaidade)
Repletos de dólares, a China, habilmente se estende nos mais profundos espaços financeiros, comandando, com mão invisível, as suas influências. Aliás, o seu modelo económico pouco se compadece com os valores do sistema europeu. Oxalá, que o "Tigre de Papel" não condicione a economia europeia, em prarâmetros japoneses!...
6 – A inveja da “bela moeda” (a Inveja)
O sonho de muitos habitantes fora do contexto europeu suspira na miragem do “euro”. Todavia, os europeus terão de adiar os seus sonhos na repercussão da sua “bela moeda”, porque os seus benefícios obrigação a autênticos sacrifícios. Além disso, certos privilégios não duram sempre!...
7 – O dólar não esmorece (a Gula)
A moeda americana, símbolo da hegemonia mundial, consegue encontrar fundamentação económica no floreado evanescente da construção e sustentação da moeda europeia. O tio "sam", liberal. quanto baste, redobra-se no "self made man": "money is money"!...
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