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quarta-feira, 16 de setembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
EUROPOLITIQUE: A Jóia do Turismo
Nesta economia de casino, em que Estados e Nações mergulham ao sabor do liberalismo económico, o sector do turismo afirma-se como uma indústria das relações humanas, sociais e económicas..
Apesar da eleição de Portugal para o conselho executivo da
Organização Mundial de Turismo, na Colômbia, com uma votação favorável de 29
votos em 33 possíveis; e, apesar do turismo alcançar um crescimento na ordem
dos 9%, no ano de 2015, devem as organizações portuguesas deste sector estender
os seus radares para os mais de 1400 milhões de turistas internacionais, em
perspectiva para o ano de 2020.
Estima-se que, em 2014, 582
milhões de turistas visitaram a Europa, com gastos aproximados de 510.000
milhões de dólares. Sendo responsável por 32 milhões de empregos, representa 9%
das receitas da actividade económica na sua totalidade. Em cada 100 dólares da
economia geral,9% recaem sobre o sector turístico.
Por exemplo: o turismo em Espanha representa 11% do
seu P.I.B., 12% dos postos de trabalho e 25% na criação de novos empregos, em
2014.sábado, 12 de setembro de 2015
EUROPOLITIQUE: A Lixeira em Luanda
Em Espanha, o "negócio do lixo" rende mais de 4 mil milhões de euros.
A contabilidade em Portugal anda, um pouco escondida, mas em Luanda parece que é caótica.
O "Jornal Expresso" escalpeliza alguns atentados contra este "negócio" na cidade de Luanda.
A criação de empresas carece de uma boa gestão, sobretudo, quando está em causa a saúde pública, e quando podem dar lucro.
A sistemática apologia contra a pobreza carece de valores, que embora tendo a possibilidade de obter lucros, desencadeiam processos que atentam contra o desenvolvimento sadio de uma sociedade.
N.B.
Será que o "jornal de Angola" compreendeu a mensagem?
«Mudança de padrão
Achim Steiner lembrou que as nações precisam de aplicar o princípio dos “3 R”: “reduzir, reutilizar e reciclar”. Uma mudança de atitude pode gerar “reduções drásticas na emissão de gases, criar milhões de empregos e gerar benefícios económicos de biliões de dólares”, afirmou o chefe do PNUMA.
O relatório oferece exemplos de soluções, como melhorias nos sistemas de localização e separação de lixo, acções de prevenção do desperdício, aumento da reutilização e reciclagem de produtos.»
In Jornal de Angola, 14.09.2015
PENSÕES EM PORTUGAL: um escândalo para a Troika, ou, um debate que os socialistas não ousam enfrentar?
Os funcionários da Troika ficaram
escandalizados com o sistema de pensões em Portugal.
Face ao escândalo, certas forças
partidárias resolveram reagir para acalmar os “nervos” à espada estrangeira,
que gosta de afiar o seu gume.
Claro que os sistemas europeus
desenvolvem “sistemas complementares de reforma”, que aliviam e são condizentes
com o escândalo da Troika. Como se processa esse sistema complementar, por
vezes, nem vale a pena salientar.
Todavia, as coisas são sérias e
graves. E, por isso, apesar da campanha socialista urge enfrentar o problema
com certa urgência. (Não esqueçamos que 4 mil milhões de euros foram sonegados
à Segurança Social!...).
Convém salientar que o Estado não
poderá arcar com 80% do seu financiamento, (cga) ainda que o Estado, como qualquer
empresa, não deposita aquilo que deve em relação aos seus funcionários.
Consta-se que o País, tem muito
“experts” nesta matéria, que segundo uma boa orientação política devem fornecer
as melhores coordenadas para este problema.
A analogia com os sistemas
suecos, franceses ou suíços foi a gota do escândalo da Troika .
Mas, o escândalo será maior com a quebra da CES para o tecto das pensões
mais elevadas!....terça-feira, 8 de setembro de 2015
EUROPOLITIQUE: Dezenas de hóteis em terras angolanas
Com a
desvalorização do real em 54% face ao dólar, num ano, com a desvalorização de
27% do metical, anualmente, a relação
de Portugal com Angola, com a consequente falta de divisas e respectiva
desvalorização, atinge preocupações acrescidas para o relacionamento com estes
países de língua portuguesa.
São Paulo
deixou de ser a capital mundial dos voos de helicópteros, dado que a crise
começa a ter repercussões no modelo económico brasileiro.
Além
disso, a fuga de capitais angolanos pouco favorece o desenvolvimento do país.
No
entanto, face às dificuldades inerentes angolanas, surgem novos projectos para
estimular o seu desenvolvimento.
“O Consórcio Banco de Poupança e
Crédito (BPC) e Angola Business Corporation (ABC) assinou ontem em Luanda
um protocolo de cooperação com a inglesa Golden Peaks Capital Holding para o
financiamento da construção de 170 hotéis de duas e três estrelas nas 18
províncias do país em três anos”. Segundo relata o jornal de Angola.
Nada menos, que este total de investimento atinge a ordem dos 1,2 mil milhões de
dólares, para alcançar os 5 milhões de turistas.
Apesar
do “negócio de lixo” ser rentável em muitos países, a cidade de Luanda
entulha-se em lixeiras. Por isso, se o
turismo quer florescer, é necessário que as flores a as plantas crescem em
ambiente saudável.segunda-feira, 7 de setembro de 2015
EUROPOLITIQUE: Pourquoi le déficit de 3%? - Pas de justification économique
Selon le Journal Figaro
«Plus de trente ans. Voilà
34 ans précisément que les gouvernements français, de droite comme de gauche,
justifient hausses d'impôts ou baisses de dépenses publiques sur la base d'un
critère: celui du déficit public. Il ne doit pas dépasser 3% du PIB. Ce sacro-saint
ratio tout rond made in France est même devenu l'un des
points cardinaux de la contruction européenne, gravé dans le marbre depuis les critères de
Maastricht de 1992. Il
est tellement installé dans la conscience collective que l'on oublie de se
poser les questions les plus simples: pourquoi 3% (ni plus ni moins)? D'où
vient ce chiffre? A-t-il seulement une justification économique?
Pas de justification économique
Pas de calcul savant, donc, ni de justification économique dans cet
intouchable «3%». Le «déficit sur PIB» compare des comptes publics (avec des
dépenses publiques pour construire des écoles, des hôpitaux, des routes, etc.
pour le futur), et le PIB, qui est un indicateur de richesse économique de
l'année en cours. Outre la discordance de temps, «on ne peut pas considérer que
le déficit public, appréhendé comme un indicateur de bien-être, est le résultat
recherché de la croissance», souligne Michel Ruimy, professeur à Sciences Po.segunda-feira, 24 de agosto de 2015
EUROPOLITIQUE: Um lagar de Azeite em Angola
Enquanto que Portugal espera atingir a sua auto suficiência em azeite, no ano de 2016; Angola prepara-se para abrir os seus primeiros lagares do óleo da milinar oliva.
Segundo reza a tradição, nos anos 60, foram plantados pelos portugueses, nada
menos de 500 hectares de oliveiras, na província do Namibe.
A região do
Cuando Cubango apresenta-se com as condições mais favoráveis para a implementação e industrialização
deste salutar bem alimentar.
Por isso, tudo aponta para que nesta
província surja a instalação de uma "fábrica" de azeite. Similarmente,
à Argentina, Brasil e África do Sul, Angola junta-se ao clube dos novos produtores deste produto alimentar.
Aliás, segundo rezam certas crónicas, o olival na zona do Namibe tem água a pouco mais de dez metros de profundidade, já que aquela província fica junto à Serra da Leva (num dos extremos do planalto da Huíla), onde existem níveis de precipitação muito elevados, sendo depois as águas das chuvas encaminhadas para o oceano, por via subterrânea.
“Já no tempo colonial se aproveitava essa água para o olival, em pleno deserto, com canais de rega”, comenta António Manuel Cordeiro, reportando-se aos benefícios que este microclima pode beneficiar certas produções.
Aliás, segundo rezam certas crónicas, o olival na zona do Namibe tem água a pouco mais de dez metros de profundidade, já que aquela província fica junto à Serra da Leva (num dos extremos do planalto da Huíla), onde existem níveis de precipitação muito elevados, sendo depois as águas das chuvas encaminhadas para o oceano, por via subterrânea.
“Já no tempo colonial se aproveitava essa água para o olival, em pleno deserto, com canais de rega”, comenta António Manuel Cordeiro, reportando-se aos benefícios que este microclima pode beneficiar certas produções.
Além disso, o grupo Eapa afirma-se como o
primeira produtor angolano de vinhos, com uma produção de 60 mil garrafas, já
que possui uma área de 16 mil hectares, dos quais 40 hectares são dedicados à vinha, e, os restantes 10 hectares dedicados à uva de mesa.
O primeiro vinho de produção nacional, denominado "Serras da Xixila", foi lançado nestefim de semana, na Fazenda Xixila, no Libolo, província do Cuanza Sul, segundo informação do administrador da Sociedade Agro-pecuária de Angola, Carlos Carneiro.
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