“Portuguese Krugman ”. 1
É salutar ter um “prémio nobel” de economia a falar sobre 1% da economia europeia, ainda que as necessidades financeiras se situem na ordem do 80 mil milhões de euros, para o ano de 2011.
É salutar que o País salte para a ribalta internacional, quando nos velhos tempos se lamentava qualquer notícia, sobretudo, antes do 25 de Abril, na imprensa estrangeira ou europeia, ou mesmo, mundial.
É salutar que os “Certificados do Tesouro” tenham encontrado 44 mil investidores, com uma média de 15 660 euros, apesar dos prognósticos aqui lançados. Ainda bem que existe “classe média”, sem lamentações de ricos ou pobres.
É salutar que apesar da crise, das lamentações, das saudades antigas ainda se ponha em causa os avanços da democracia, apesar dos seus custos.
É salutar que apesar de termos vendido metade das reservas de ouro, ainda consigamos estar no “top” com estas barras reluzentes.
É salutar que o BCE nos acene com 100 mil milhões de euros para garantia da nossa manutenção na moeda europeia.
É salutar ter somente 9% dos portugueses, verdadeiramente preocupados com a sua viatura ou automóvel, quando durante muitos anos este veículo era um luxo.
É salutar que os portugueses possuem casa para “dar e vender” que causa tanto espanto aos alemães e seus vizinhos.
É salutar que os ricos alemães fiquem espantados com os pobres portugueses que conseguem ter carro, casa e alimentar-se.
É salutar que um pequeno País, pela terceira vez consecutiva, permaneça durante dois anos, no Conselho de Segurança.
É salutar ter o “melhor treinador” do Mundo, falando e puxando pelo “ego” lusitano, como outros emigrantes, dizendo:
“Esta ditosa Pátria amada!..”
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
A bela economia.8 - "L' Espoir"
Apesar de cada português tem de pagar 3 900 euros de encargos, para o ano de 2011, chegam boas notícias, segundo o “Financial Times Deutschland” , que a Comissão Europeia estaria disposta a emprestar, nada menos de 100 mil milhões de euros, mas cujas condições não foram reveladas. No entanto, esta ajuda pode ser desbloqueada rapidamente.
Convenhamos que a simples alta de 0,1% do euro acarreta para a “Airbus”, um exponente de mil milhões de euros!...
A proclamada “queda da periferia” de Krugman ainda reúne condições de sustentação, já que o “porta-aviões” sustenta-se nas conturbadas ondas da navegação.
Mas o verdadeiro teste surgirá na Primavera, sobretudo em Março com a necessidade de 4,5 mil milhões de euros, e, no mês de Abril com 6,3 mil milhões de euros.
Serão os tempos políticos mais árduos para a governação.
Nessa altura, os poderes presidenciais estão constituídos, e, os prognósticos surgirão com o tempo.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
EURO POLITIQUE 61 - "De olhos em Bico"
Não sei se os chineses ficaram de “olhos em bico”, quando se aventou um pedido "desinteressado" de
10 000 000 000 de euros, equivalente a 1 000 euros por habitante português.
Para quem detém 1/3 de reserva, em títulos, da dívida americana, talvez não seja muito, apesar de um rendimento “per capite” de 470 euros, nas zonas rurais, e, de um terço das suas cidades se situar nos 1 410 euros; ainda que 36 milhões de chineses vivam com menos de 72 cêntimos, por dia; ou seja 2,7% da sua população, excepção feita claro, aos 120 euros de salário mínimo em Xangai.
Ora, a China arrecada 1 540 milhões de euros, por dia, o que se torna equivalente a uma semana de trabalho, para a população chinesa, num empréstimo para satisfazer as necessidades portuguesas em ¼ para o ano de 2011. Apesar de certas garantias da EDP, e, de parcerias com a China Power, augurar a expectativa de uma “grande fábrica” não encaixa no desenvolvimento tecnológico chinês!...
Por ano, sete milhões de chineses compram o seu primeiro carro, cujas vendas se situam em 46.500 carros/dia; ou seja, numa semana os asiáticos compram aquilo que os portugueses despendem num ano.
Garantir uma dívida de 150 000 000 000 de euros, ou seja, de 15 000 por cada português não é tarefa fácil, apesar dos empréstimos bancários de 37 900 000 000 de euros pelo BCE., ainda que a uma taxa atractiva de 1%.
A “fábrica do mundo” detinha em finais de Setembro uma reserva de 1,92 biliões de euros, com a previsão de um crescimento de 10,5% ao ano.
"Grosso modo", o excedente comercial da China, em três meses, resolveria os problemas portugueses para o ano de 2011.
Ora, o superavit comercial da China de 12. 300 milhões, no mês de Setembro, seria praticamente para o empréstimo necessário a Portugal , o que convenhamos, colocou os chineses de “olhos em bico”.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Algoritmo do Kadafi.76 - É PRECISO TER CERTEZAS
Acredito que o governo francês e alemão estão suficientemente informados da crise económica de Portugal.
Acredito que ao proporem soluções financeiras, com meios e mecanismos de ultrapassar a crise, elas devem ser benvindas.
Acredito que as notícias da revista “Der Spiegel”, conjuntamente com o diário espanhol “El Mundo” não sejam totalmente infundadas, dada a falta de credibilidade demonstrada pelas agências estrangeiras.
Acredito que existem milhares de portugueses, a quem a democracia lhes “saiu do pêlo”, e, que deram o melhor pelo seu País.
Acredito que toda esta geração não ficará quieta e não verá os seus direitos ficarem totalmente na falência!...
Acredito que o governo francês e alemão reconhecem o contributo de milhares de portugueses que ainda hoje estão dependentes das suas instituições.
Acredito que o governo alemão e francês não estão interessados no descalabro total da economia portuguesa, porque também lhes interessa.
Acredito que Portugal não é um simples rectângulo plantado no Sul da Europa.
Acredito que Portugal desenvolve relações importantes com outros países.
Acredito que Portugal ao defender a sua democracia contribui para o fortalecimento de outras democracias.
Acredito que o governo francês e alemão dão grande valor ao espaço da língua portuguesa e ao Brasil.
Acredito que haja portugueses capazes de evocar o espaço Schengen, soltando das garras francas ou líbias, qualquer chefe de protocolo.
Acredito que há crenças verdadeiras e falsas, justificadas e não justificadas.
Mas, não me basta acreditar, é preciso ter certezas.
Acredito que ao proporem soluções financeiras, com meios e mecanismos de ultrapassar a crise, elas devem ser benvindas.
Acredito que as notícias da revista “Der Spiegel”, conjuntamente com o diário espanhol “El Mundo” não sejam totalmente infundadas, dada a falta de credibilidade demonstrada pelas agências estrangeiras.
Acredito que existem milhares de portugueses, a quem a democracia lhes “saiu do pêlo”, e, que deram o melhor pelo seu País.
Acredito que toda esta geração não ficará quieta e não verá os seus direitos ficarem totalmente na falência!...
Acredito que o governo francês e alemão reconhecem o contributo de milhares de portugueses que ainda hoje estão dependentes das suas instituições.
Acredito que o governo alemão e francês não estão interessados no descalabro total da economia portuguesa, porque também lhes interessa.
Acredito que Portugal não é um simples rectângulo plantado no Sul da Europa.
Acredito que Portugal desenvolve relações importantes com outros países.
Acredito que Portugal ao defender a sua democracia contribui para o fortalecimento de outras democracias.
Acredito que o governo francês e alemão dão grande valor ao espaço da língua portuguesa e ao Brasil.
Acredito que haja portugueses capazes de evocar o espaço Schengen, soltando das garras francas ou líbias, qualquer chefe de protocolo.
Acredito que há crenças verdadeiras e falsas, justificadas e não justificadas.
Mas, não me basta acreditar, é preciso ter certezas.
Algoritmo do Kadafi.75 - TELEGRAMA
Em pré-campanha algarvia demanda-se a vitória à primeira volta.
O cenário internacional, as relações internacionais, as sondagens, os “mass-media”, o “perfil”e “performance” do candidato apontam para esta vitória, à primeira volta.
Falta consultar as “assembleias populares” para a rectificação de tais indicadores, claro, de forma democrática, ressalvando o mais importante, ou seja, o contexto interno.
Aliás, o povo mantém o direito soberano do voto que se afirma pela reeleição desta candidatura, ou seja, pela reconfirmação.
A não ser que qualquer “algoritmo” fugitivo escape a esta progressão matemática, que se mantém tão firme no seu exponencial, mas sem a total e absoluta evidência.
Todavia, a base matemática recai sobre o número que é a “medida da coisa”, como dizia Aristóteles, que além de filósofo era biólogo, e, portanto são “coisas da vida”.
“A coisa pública”, ou “república” pende obviamente para os dados lançados num plano inclinado tornado tão evidente que se conjuga nas “leis da natureza”, ou “coisas da vida” e na sua “leitura matemática”, ou “progressão aritmética”.
Em época de crise económica, com o povo “cansado e encantado” de tanta política, nada melhor que confiar em quem detém “performances” redobradas.
Ainda que o “guru” da Líbia tivesse dinheiro suficiente para comprar as acções da Petrogal, ou, os ENVC do Norte do País, convém manter as equidistâncias em relação a “gente não recomendável”, que faz as delícias de certa “escumalha intelectual”, aliás, haja bom senso.
Por isso o “algoritmo do Kadafi”, nada disposto na compra de benesses, nem “estruturações do MNE” (aliás, efectuadas atempadamente), augura que a “magistratura efectiva” dê os seus frutos nesta hora tão conturbada.
Aliás, tanto a artilharia leve (bem constituída), como a artilharia pesada (bem organizada) estariam disponíveis para uma “task force” de implementação de uma justiça mais operativa.
O campo da justiça constitui o cerne de uma sociedade que se deseja cada vez mais democrática.
O cenário internacional, as relações internacionais, as sondagens, os “mass-media”, o “perfil”e “performance” do candidato apontam para esta vitória, à primeira volta.
Falta consultar as “assembleias populares” para a rectificação de tais indicadores, claro, de forma democrática, ressalvando o mais importante, ou seja, o contexto interno.
Aliás, o povo mantém o direito soberano do voto que se afirma pela reeleição desta candidatura, ou seja, pela reconfirmação.
A não ser que qualquer “algoritmo” fugitivo escape a esta progressão matemática, que se mantém tão firme no seu exponencial, mas sem a total e absoluta evidência.
Todavia, a base matemática recai sobre o número que é a “medida da coisa”, como dizia Aristóteles, que além de filósofo era biólogo, e, portanto são “coisas da vida”.
“A coisa pública”, ou “república” pende obviamente para os dados lançados num plano inclinado tornado tão evidente que se conjuga nas “leis da natureza”, ou “coisas da vida” e na sua “leitura matemática”, ou “progressão aritmética”.
Em época de crise económica, com o povo “cansado e encantado” de tanta política, nada melhor que confiar em quem detém “performances” redobradas.
Ainda que o “guru” da Líbia tivesse dinheiro suficiente para comprar as acções da Petrogal, ou, os ENVC do Norte do País, convém manter as equidistâncias em relação a “gente não recomendável”, que faz as delícias de certa “escumalha intelectual”, aliás, haja bom senso.
Por isso o “algoritmo do Kadafi”, nada disposto na compra de benesses, nem “estruturações do MNE” (aliás, efectuadas atempadamente), augura que a “magistratura efectiva” dê os seus frutos nesta hora tão conturbada.
Aliás, tanto a artilharia leve (bem constituída), como a artilharia pesada (bem organizada) estariam disponíveis para uma “task force” de implementação de uma justiça mais operativa.
O campo da justiça constitui o cerne de uma sociedade que se deseja cada vez mais democrática.
Staff presidencial.90 - "TWICE" .8 - Expresso
“Em que democracia do mundo é que isto não seria tema de campanha e em qual é que ao candidato em causa bastaria responder que era preciso nascer duas vezes para ser tão honesto como ele?” (M.S. Tavares, Expresso, 08-01-2011).
Caro Escritor:
Acho que aquilo que está em causa não é um processo de intenções, de moral, ou, de honestidade.
Desde o congresso da Figueira da Foz, o Ministério do Negócios Estrangeiros anunciava que “tudo ia parar lá”.(off record)
A foz do Mondego esconde ninfas de suave encanto das quais os faunos, ou, poetas se inebriam com o seu canto.
E, durante, uma década se encantou suavemente este território à “beira mar plantado”.
Passaram duas décadas.
A foz do rio Tejo, embora não seja o “Quai d’Orsay” significa que tudo “lá vai parar”.
O presidente Lula da Silva não se dava ao luxo de ler todos os telegramas dos embaixadores, mas o “dilema” das escutas receia que qualquer notícia contamine o sacrossanto exercício da dita “alta política”.
Concretizemos:
“Conhecer uma pessoa há 23 anos”, por vezes, não chega para atingir certos objectivos, mas pode ajudar.
As oligarquias, ou, a chamada correspondência de poder, envolve contornos de relacionamento de mútuo acordo.
Todavia, os acordos visam, por vezes, a manutenção de interesses que não correspondem às autênticas democracias.
Para um leitor atento, meias palavras bastam.
Staff presidencial.90 - "TWICE".7 - Alta, média e baixa política
A alta, a média e a baixa política
A alta política divide-se também em superior, média e baixa.
Exemplifiquemos:
Alta política superior: USA
Alta política média: EUROPA
Alta política baixa: PORTUGAL
Na média política, surgem também, três divisões:
Média política superior: PRESIDENTE DA REPÚBLICA, e, PRIMEIRO MINISTRO
Média política média: DEPUTADOS E “CERTOS AGENTES POLÍTICOS”
Media política baixa: LIDERES DE OPINIÃO, DIRIGENTES SINDICAIS E RELIGIOSOS
Na política baixa, reproduz-se o mesmo organigrama:
Política baixa superior: TODA A CLASSE DE INTERVENTORES
Política baixa média: TODOS OS ELEITORES
Política baixa inferior: TODOS OS QUE SE METEM NA POLÍTICA , TODOS OS DESERTORES, e, ANARQUISTAS.
Portanto, “Todos os que se metem na política” estão sujeitos à “baixa política”.
Não é preciso nascer duas vezes para saber que o veneno da “cicuta” nos trai de qualquer modo.
O processo evolucionista, na partilha da verdade, tanto trai um autêntico Sócrates, como também os políticos.
Já dizia Kant que o pior que se pode fazer à moral é dar o exemplo de moral!...
A alta política divide-se também em superior, média e baixa.
Exemplifiquemos:
Alta política superior: USA
Alta política média: EUROPA
Alta política baixa: PORTUGAL
Na média política, surgem também, três divisões:
Média política superior: PRESIDENTE DA REPÚBLICA, e, PRIMEIRO MINISTRO
Média política média: DEPUTADOS E “CERTOS AGENTES POLÍTICOS”
Media política baixa: LIDERES DE OPINIÃO, DIRIGENTES SINDICAIS E RELIGIOSOS
Na política baixa, reproduz-se o mesmo organigrama:
Política baixa superior: TODA A CLASSE DE INTERVENTORES
Política baixa média: TODOS OS ELEITORES
Política baixa inferior: TODOS OS QUE SE METEM NA POLÍTICA , TODOS OS DESERTORES, e, ANARQUISTAS.
Portanto, “Todos os que se metem na política” estão sujeitos à “baixa política”.
Não é preciso nascer duas vezes para saber que o veneno da “cicuta” nos trai de qualquer modo.
O processo evolucionista, na partilha da verdade, tanto trai um autêntico Sócrates, como também os políticos.
Já dizia Kant que o pior que se pode fazer à moral é dar o exemplo de moral!...
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