A bordo de uma viatura na auto-estrada de Braga-Valença comentava-se que não se ganhava para a manutenção da dita via.
Rapidamente perpassou-me pela mente aquele ministro que hesitou em fazer a auto-estrade de Lisboa-Algarve por falta de dinheiro, na época da construção da Expo da capital. (Mas que rapidamente construída se tornou numa via rentável.)
Naquela época acho que o plano seria exequível, mas optou-se por Bracara Augusta.
Por certa ingenuidade minha, a partir daquele momento pressenti que o "élan" progressista se tornaria num retrocesso. E, a história parece demonstar a minha intuição. Colocou-se um "stop" nas obras públicas.
Num país, onde a capacidade de iniciativa particular é bastante deficiente, conviria que o Estado se tornasse num factor de desenvolvimento do progresso económico.
Por várias razões políticas estagnou o ímpeto das obras públicas!...
Além destas contradições justificáveis ou injustificáveis, todavia persiste, ainda na minha memória, a diferença entre as verbas europeias atribuídas a Espanha e a Portugal.
Enquanto que um embaixador espanhol, colocado em Lisboa, garante que o tão famoso TVG é financiado a 80% pela CEE, o celestial combóio português derrapa nas nuvens!...
Não só me entristece estas diferenças de orçamento, como também as directrizes europeias, e sobretudo espanholas, de que os portugueses não querem o combóio, nem o aeroporto.
Se não aproveitámos as benesses da Europa enquanto for tempo, pressinto que cada vez mais o fosso se irá acentuando.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Staff presidencial. 56 - 65% de produtividade
Se viajar um pouco pela Europa, ou, pela América, encontra certamente este esteriótipo, bastante comum, de que o português está para o trabalho.
Nesta lógica, o trabalho está para o português, como o português está para o trabalho. (Ou seja, o português é trabalhador, e cita-se o Luxemburgo.)
E, seguindo a tradição francesa: "se queres dinheiro,trabalha". Então o português detinha, em escala, dinheiro, o que, nem sempre se verifica.
Todavia, não parece ser pelo trabalho que a nossa tradição se afirma.
Se a dialéctica do "senhor e do escravo" de Hegel nos diz qualquer coisa, quer dizer que o português no seu país se sente um senhor? Daí abdica do trabalho!...
Todavia a situação não é tão simples deitarmos para o ar 65% de produtividade.
Certamente que o modelo económico não favorece esta situação, e a nossa metodologia não se desenvolve nestas capacidades.
Além disso, se um vagão fica mais barato na Alemanha do que em Sines, devem persistir outras razões. Se uma estrutura metálica para o metro de Madrid é fabricada na Alemanha, em detrimento da Espanha, devem existir outras razões!...
Quer dizer, a nossa produtividade é, por vezes, aquela que nos permitem.
Mas certamente persistem razões que a dialéctica hegeliana analisa nas suas contradições.
A libertação do escravo faz-se pelo trabalho, e, pela apropriação do objecto (nestes caso, pela apropriação de objectos e pelo enriquecimento).
Será que existem muitos senhores que pretendem manter escravos aqueles que trabalham?
Ou, existirão falsos escravos tornados senhores, que impedem os escravos de se tornarem independentes?
A dignificação do trabalho, sinónimo de riqueza, carece da sua afirmação.
Cabe aos economistas fazerem as análises desta produtividade, que, sem dúvida, esconde outras razões de índole social e mental.
A passagem de uma estrutura agrária, iletrada, fechada, para uma civilização aberta e dinâmica necessita de algum tempo. Todavia este tempo está quase esgotado na era da globalização!...
O problema persiste. As teorias podem explicá-lo. Mas nem todos os argumentos são económicos.
Nesta lógica, o trabalho está para o português, como o português está para o trabalho. (Ou seja, o português é trabalhador, e cita-se o Luxemburgo.)
E, seguindo a tradição francesa: "se queres dinheiro,trabalha". Então o português detinha, em escala, dinheiro, o que, nem sempre se verifica.
Todavia, não parece ser pelo trabalho que a nossa tradição se afirma.
Se a dialéctica do "senhor e do escravo" de Hegel nos diz qualquer coisa, quer dizer que o português no seu país se sente um senhor? Daí abdica do trabalho!...
Todavia a situação não é tão simples deitarmos para o ar 65% de produtividade.
Certamente que o modelo económico não favorece esta situação, e a nossa metodologia não se desenvolve nestas capacidades.
Além disso, se um vagão fica mais barato na Alemanha do que em Sines, devem persistir outras razões. Se uma estrutura metálica para o metro de Madrid é fabricada na Alemanha, em detrimento da Espanha, devem existir outras razões!...
Quer dizer, a nossa produtividade é, por vezes, aquela que nos permitem.
Mas certamente persistem razões que a dialéctica hegeliana analisa nas suas contradições.
A libertação do escravo faz-se pelo trabalho, e, pela apropriação do objecto (nestes caso, pela apropriação de objectos e pelo enriquecimento).
Será que existem muitos senhores que pretendem manter escravos aqueles que trabalham?
Ou, existirão falsos escravos tornados senhores, que impedem os escravos de se tornarem independentes?
A dignificação do trabalho, sinónimo de riqueza, carece da sua afirmação.
Cabe aos economistas fazerem as análises desta produtividade, que, sem dúvida, esconde outras razões de índole social e mental.
A passagem de uma estrutura agrária, iletrada, fechada, para uma civilização aberta e dinâmica necessita de algum tempo. Todavia este tempo está quase esgotado na era da globalização!...
O problema persiste. As teorias podem explicá-lo. Mas nem todos os argumentos são económicos.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Staff presidencial 56 - O porta-aviões
O porta-aviões da Europa encontra-se estagnado.
O seu modelo social e económico ainda não descolou das antigas teias da economia da guerra do Ultramar.Embora se inovasse como "Estado Social de Direito".
Aliás, perdeu a sua frota comercial e "turística", porque não surgiram armadores particulares, e, o Estado não tem funções de turismo.
Além disso, as mercadorias esvaziaram-se.
A frota bacalhoeira foi ultrapassada pelas novas técnicas de congelação, e, pelo interesse dos países produtores de pescado.E, a pequena frota desvanece nas teias europeias.
As diminutas empresas lusas ainda não criaram espaços intercontinentais convenientes à sua internacionalização.
Os portos definham e não encontram uma estratégia de desenvolvimento que abasteça os seus vizinhos mais próximos ou mais distantes.
Os aviões sobrevoam timidamente o seu espaço estratégico.
Nem por terra, nem por mar, se descolam os produtos de abastecimento.
O porta-aviões só funciona em tempo de guerra?
A porta da Europa continua fechada!
O ar do impulso económico falece de angústia, e, o porta-aviões continua estagnado, embora algumas das suas veias se modernizassem: linhas de transistores de fraca produção e audição.
O porta-aviões transporta e abastece.
Transportar é levar de porto em porto as mercadorias. Onde estão as mercadorias?
Abastecer é fornecer bens e serviços.Como fazê-lo?
É preciso fazer andar o porta-aviões - portogallo - num espaço 17 vezes maior que o seu espaço.
Já dizia o poeta:
"Ó mar salgado quanto do teu sal...."
Temos de encontrar o sal, o têmpero do nosso esforço para que o porta-aviões avance.
Adenda:
Segundo a OCDE, aguardam-se mais oito anos de estagnação (Até 2017?...)
O seu modelo social e económico ainda não descolou das antigas teias da economia da guerra do Ultramar.Embora se inovasse como "Estado Social de Direito".
Aliás, perdeu a sua frota comercial e "turística", porque não surgiram armadores particulares, e, o Estado não tem funções de turismo.
Além disso, as mercadorias esvaziaram-se.
A frota bacalhoeira foi ultrapassada pelas novas técnicas de congelação, e, pelo interesse dos países produtores de pescado.E, a pequena frota desvanece nas teias europeias.
As diminutas empresas lusas ainda não criaram espaços intercontinentais convenientes à sua internacionalização.
Os portos definham e não encontram uma estratégia de desenvolvimento que abasteça os seus vizinhos mais próximos ou mais distantes.
Os aviões sobrevoam timidamente o seu espaço estratégico.
Nem por terra, nem por mar, se descolam os produtos de abastecimento.
O porta-aviões só funciona em tempo de guerra?
A porta da Europa continua fechada!
O ar do impulso económico falece de angústia, e, o porta-aviões continua estagnado, embora algumas das suas veias se modernizassem: linhas de transistores de fraca produção e audição.
O porta-aviões transporta e abastece.
Transportar é levar de porto em porto as mercadorias. Onde estão as mercadorias?
Abastecer é fornecer bens e serviços.Como fazê-lo?
É preciso fazer andar o porta-aviões - portogallo - num espaço 17 vezes maior que o seu espaço.
Já dizia o poeta:
"Ó mar salgado quanto do teu sal...."
Temos de encontrar o sal, o têmpero do nosso esforço para que o porta-aviões avance.
Adenda:
Segundo a OCDE, aguardam-se mais oito anos de estagnação (Até 2017?...)
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Staff presidencial.55 - Participação cívica
A referência à participação cívica remete para o conceito de "cives", ou seja, cidade.
E de referência em referência recaio no império romano do direito e do exército.
Neste sentido teríamos cidadãos civilizados e dentro do sistema que convém.
(Aliás, a Europa carece deste estigma do "exército" e do "direito", que bem precisa.)
Todavia, remontando ao tempo dos gregos, emerge a palavra "pólis", que significa cidade, e, de onde advém a palavra "política".
Por vezes, os cidadãos mergulham entre a "cives" romana e a "pólis" grega!...
Deixem aos "políticos", a política, sobretudo a política dos tratados, dos convénios, dos negócios políticos, e toda a engrenagem da dita "super-estrutura", à qual os "cives" não podem, nem devem ter acesso.
Reserve-se para aqueles que dispôem do famoso "ócio" grego, a tarefa da participação cívica. Sobretudo nos municípios que dispôem de muitos cidadãos disponiveis para as mais elementares tarefas sociais.
"L'État c'est l'état". Como diria Hobbes essa "besta negra" que toureia todos os cidadãos, servindo-se do dinheiro da "Segurança Social" (4 millard d'euros), de outros negócios africanos, ou, de tratados económicos de dúvida referência!...(Não esquecendo as multinacionais apátridas, ou, as nacionais, sedentas de lucro, que consomem a juventude!...).
Será que as oligarquias financiam outras oligarquias?...
A dialéctica "indivíduo" e "estado", fica submersa pela dita celestial super-estrutura.
Como dizem os franceses, existem milhares de pessoas mergulhadas neste dilema de "metro-dódó-bolot", de forma que a sua participaçãp cívica é quase nula.
Mas existem cidadãos solidários. Existem sociedades de beneficência.
A participação cívica depende de muitas condições: individuais, sociais e políticas.
Mas a riqueza de uma sociedade é a riqueza dos seus indivíduos.(Não olhem somente para a perspectiva económica!...)
A emergência dos indivíduos remete-nos para a sociedade, e, logicamente para a política.
Enquanto a velha Europa não encontrar a dialéctica subjacente ao "indivíduo" - "estado", ou, "conjunto de indivíduos" - sociedade e estados será uma Europa de velocidades centrífugas.
Participem!...
E de referência em referência recaio no império romano do direito e do exército.
Neste sentido teríamos cidadãos civilizados e dentro do sistema que convém.
(Aliás, a Europa carece deste estigma do "exército" e do "direito", que bem precisa.)
Todavia, remontando ao tempo dos gregos, emerge a palavra "pólis", que significa cidade, e, de onde advém a palavra "política".
Por vezes, os cidadãos mergulham entre a "cives" romana e a "pólis" grega!...
Deixem aos "políticos", a política, sobretudo a política dos tratados, dos convénios, dos negócios políticos, e toda a engrenagem da dita "super-estrutura", à qual os "cives" não podem, nem devem ter acesso.
Reserve-se para aqueles que dispôem do famoso "ócio" grego, a tarefa da participação cívica. Sobretudo nos municípios que dispôem de muitos cidadãos disponiveis para as mais elementares tarefas sociais.
"L'État c'est l'état". Como diria Hobbes essa "besta negra" que toureia todos os cidadãos, servindo-se do dinheiro da "Segurança Social" (4 millard d'euros), de outros negócios africanos, ou, de tratados económicos de dúvida referência!...(Não esquecendo as multinacionais apátridas, ou, as nacionais, sedentas de lucro, que consomem a juventude!...).
Será que as oligarquias financiam outras oligarquias?...
A dialéctica "indivíduo" e "estado", fica submersa pela dita celestial super-estrutura.
Como dizem os franceses, existem milhares de pessoas mergulhadas neste dilema de "metro-dódó-bolot", de forma que a sua participaçãp cívica é quase nula.
Mas existem cidadãos solidários. Existem sociedades de beneficência.
A participação cívica depende de muitas condições: individuais, sociais e políticas.
Mas a riqueza de uma sociedade é a riqueza dos seus indivíduos.(Não olhem somente para a perspectiva económica!...)
A emergência dos indivíduos remete-nos para a sociedade, e, logicamente para a política.
Enquanto a velha Europa não encontrar a dialéctica subjacente ao "indivíduo" - "estado", ou, "conjunto de indivíduos" - sociedade e estados será uma Europa de velocidades centrífugas.
Participem!...
sábado, 3 de outubro de 2009
Staff presidencial.52 - Seremos todos parvos, Sr.Presidente?
Acabo de ler o artigo de M.S. Tavares no "Expressso". Embora não concorde totalmente com certas afirmações, o "leit-motif" geral do país parece condizer com a frase interrogativa.
Um Chefe das Forças Armadas nunca recebe ultimatos.
Os diversos "fait-divers" não parecem dignos de uma linguagem institucional.
Siderados, mais uma vez, ficaram os portugueses!...
Pela segunda consecutiva, a inspiração algarvia parece transmitir-nos um sabor das laranjas azedas dos tempos dos árabes.
Por mais competentes, fiéis e subservientes que sejam os seus acólitos, algo parece que vai mal neste país que merece melhor!...
Um Chefe das Forças Armadas nunca recebe ultimatos.
Os diversos "fait-divers" não parecem dignos de uma linguagem institucional.
Siderados, mais uma vez, ficaram os portugueses!...
Pela segunda consecutiva, a inspiração algarvia parece transmitir-nos um sabor das laranjas azedas dos tempos dos árabes.
Por mais competentes, fiéis e subservientes que sejam os seus acólitos, algo parece que vai mal neste país que merece melhor!...
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Staff presidencial. 50 - O espaço e autonomia de Belém

As letras descoloriram-se das suas cores de sensibilidade, entendimento e razão, misturando-se nas suas várias faculdades de limitação,e semearam uma miscelânea nos seus espaços e territórios.
Existem várias classes de animais racionais que delimitamos do seguinte modo:
- animais políticos
- animais sociais
- animais desportistas
- animais lúdicos
- animais religiosos
- "animais criminosos" (a)
- a ainda, toda uma classe de macacos e "macacões".
Todas estas classes de animais mais ou menos racionais necessitam do seu território. Por isso, demarca-no, vigiam-o e dominam nele.
A luta pelo espaço de afirmação é animal e humano.
Torna-se evidente que uma nova era presidencialista emergiu, procurando desvincular-se do terreno pardacento da época socialista.
A demarcação do seu território tem encontrado alguns obstáculos.
A sua autonomia racional, por mais extrema que seja, não pode escapar às interferências da sensibilidade e do entendimento, que percorrem o espírito do povo. Este espírito, esta alma devem ser acarinhadas, e, não merecem nenhum atestado de óbito.
O espaço e a autonomia da presidência, até económica e com recursos próprios, deve ter os seus contornos bem definidos para que as esferas do poder rodem numa harmonia possível!...
Adenda:
(a) "Todos os países têm elementos criminosos, gente que tenta abusar do poder" - Hilary Clinton, a propósito dos "Direitos Humanos"
sábado, 26 de setembro de 2009
Staff presidencial.46 - As ilações
A interenet possibilita aos pobres e carenciados utilizar este meio de comunicação.
Como não sou filho da Sofia Melo Breyner não disponho de meios informativos, intelectuais e económicos, limitando-me a escrever a 300 Km ou 150Km do "Palácio-Cor de-Rosa".
Como diria António Guterres, é , "só lamentações". Nunca fiz parte do apelo de "quadros" de um partido, bem longe do meu enquadramento. Nunca pisei os corredores do poder, embora nunca respondesse ao seu chamamento!...
(Aliás, a gente conhece-se desde o átrio do Largo da Luz, com o pobre-rico franciscano Vítor Milícias, até ao muro das lamentações algarvias do candidato do sótão!...Para não dizer que em Espanha existiu um "Iribarne" e em terras lusas um submarino amarelo!...)
Mas não é isso que me interesssa.
Como diria uma médica amiga: "ainda acreditas nisto"...
A crença ou a fé faz parte de certos ideais que nortearam um certo percurso pessoal.
Recordo-me de Belém sem orçamento. Face a tal situação argumentava-se com o poder económico de Macau.
Todavia, hoje, Belém tem um orçamento.
(Aliás, Belém até devia ter fontes de receitas próprias,e, elas existem.)
Pouco me interessa as incógnitas do poder. Mas existem razões para que "os assessores" sejam pessoas competentes, sérias, e, talvez, honestas. O enfeudamento de velhas amizades parece sobrepôr-se à qualidade que um órgão da maior importância que deve ter para o país.
A minha crença traduz-se numa teoria simples de dois cavalos a puxar uma carroça. Quer dizer, se existir uma presidência forte, ilustrada, e esclarecida, arrastará o velho país.
As ilaçôes pertencem a quem tém estas incumbências.
Todavia a inquinição de Belém ainda perdura da era socialista!...
Como não sou filho da Sofia Melo Breyner não disponho de meios informativos, intelectuais e económicos, limitando-me a escrever a 300 Km ou 150Km do "Palácio-Cor de-Rosa".
Como diria António Guterres, é , "só lamentações". Nunca fiz parte do apelo de "quadros" de um partido, bem longe do meu enquadramento. Nunca pisei os corredores do poder, embora nunca respondesse ao seu chamamento!...
(Aliás, a gente conhece-se desde o átrio do Largo da Luz, com o pobre-rico franciscano Vítor Milícias, até ao muro das lamentações algarvias do candidato do sótão!...Para não dizer que em Espanha existiu um "Iribarne" e em terras lusas um submarino amarelo!...)
Mas não é isso que me interesssa.
Como diria uma médica amiga: "ainda acreditas nisto"...
A crença ou a fé faz parte de certos ideais que nortearam um certo percurso pessoal.
Recordo-me de Belém sem orçamento. Face a tal situação argumentava-se com o poder económico de Macau.
Todavia, hoje, Belém tem um orçamento.
(Aliás, Belém até devia ter fontes de receitas próprias,e, elas existem.)
Pouco me interessa as incógnitas do poder. Mas existem razões para que "os assessores" sejam pessoas competentes, sérias, e, talvez, honestas. O enfeudamento de velhas amizades parece sobrepôr-se à qualidade que um órgão da maior importância que deve ter para o país.
A minha crença traduz-se numa teoria simples de dois cavalos a puxar uma carroça. Quer dizer, se existir uma presidência forte, ilustrada, e esclarecida, arrastará o velho país.
As ilaçôes pertencem a quem tém estas incumbências.
Todavia a inquinição de Belém ainda perdura da era socialista!...
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