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sexta-feira, 22 de abril de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
EUROPOLITIQUE: "Jogada de Mestre" em Angola
Com a “moeda nacional” – kwanza – com uma cotação no
“mercado paralelo” em 450 kz’s face a
um dólar, e, com a cotação no “mercado oficial” nos 170 kz’s; apesar de uma
“inflação normal” nos empréstimos e seus juros a 17% ao ano, (ainda que a
anormalidade da inflação, num mês, seja superior a 10%); Angola acaba de pedir
um “reforço de cooperação” ao FMI, em que os "1.721 milhões de euros" atingem
somente os 1,5% ao ano, e, os outros
"2.272 milhões de euros" rondam os 3,5 % ao ano.
Aparentemente, é uma “jogada de mestre”, emboras as
aparências iludam.
O dinheiro de Angola, à solta e
no estrangeiro, ronda os 28 mil milhões de dólares; e, a classe dos ricos
angolanos não arrisca nas “pescas, agricultura e minas”, porque não é “dinheiro
fácil”. Esta falta de visão e confiança é a demonstração do atraso empresarial
e social angolano, que apesar de tempo suficiente e necessário não ousou construir
os fundamentos do seu desenvolvimento económico. Os cidadãos e as pessoas são o
fundamento da riqueza de um país, e, não uma elite de "mercenários ou golpistas",
especializados no “dinheiro fácil”.
Face a esta desconfiança e medo de risco dos
empresários angolanos, habituados ao “dinheiro fácil”, a estratégia
desenvolvida e dirigida ao FMI visa incrementar o investimento nestas áreas, tão carecidas e carentes.
Detendo alguns direitos de
colaboração com o FMI, sem depender do Brasil com os seus "10 mil milhões de
dólares" investidos nesta instituição, Angola coloca um desafio a si mesma, e aos
“possíveis tubarões” da “nota verde e fresca”.
O executivo angolano, certamente, manterá uma vigilância pela chegada da
famosa “nota verde”, já que os "6.000 milhões de dólares" dos chineses estão
encobertos numa certa neblina, modernizando uma sociedade ansiosa pelo
trabalho, pela dignificação humana, e, pelo grito de uma autêntica cidadania,
expressa em milhões, daqueles que constituem o povo angolano.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
EUROPOLITIQUE: "Panama Papers" + ANGOLA
.
ANGOLA, país produtor de petróleo, com reminiscências arábicas, não podia fugir aos "Panama Papers". Para ilustração dos "ricos angolanos", na sua riqueza acumulativa, um dos decanos do petróleo e da Sonangol pontificam como marcos desta lista.
Bibliografia hispânica:
«José Maria Botelho de Vasconcelos es ministro de Petróleo de Angola desde 2008.
Ingeniero de formación, Botelho de Vasconcelos trabajó durante años con la empresa estatal de petróleo de Angola Sonangol.
Botelho de Vasconcelos fue ministro de Petróleo por primera vez entre 1999 y 2002, antes de convertirse en ministro de Energía y Aguas.
Repitió en el cargo de ministro de Petróleo en 2008 y fue presidente de la Organización de los Países Exportadores de Petróleo (OPEC) en 2009».
quinta-feira, 31 de março de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
EUROPOLITIQUE: O DÉFICIT DA "MESA DE CAFÉ" na U.E.
«Não se sabe se o “País da Geringonça”
engatou qualquer engenhoca, cujo enguiço engaça algum andarilho, nesta
“artimanha ou armadilha” de um mestre “Jangaia”.
“Jangaia” era um artífice da “montagem
de vinhas", que através das suas engenhocas, punha qualquer andarilho ou
geringonça a funcionar, porque nos seus esteios e tendões correm “fios, cordas e arames”.
Os sinais de êxito do "País da
Geringonça" estão no seu porvir, no andamento da sua economia».
Mas, o dobro dos carros
existentes em Portugal não chega para pagar a “Dívida Pública Portuguesa”, na ordem dos 217,1 mil milhões de euros.
Mas, se o ideal é quedar-se pelos 60% desta dívida, então o “total da frota
automobilística portuguesa” poderia suster tal montante.
Incumbir em cada português
um peso, ou, um ónus futuro de 21.710 euros é um encargo bastante
pesado, ainda que afecte muitos cidadãos de outros países. Ou seja, quase toda a
gente deve alguma coisa ao outro, neste movimento circular e universal.
Claro que uma dívida pública
que corresponde a 130% do P.I.B. torna-se num encargo, que a todo o momento,
pesa nos movimentos financeiros; embora, o Japão tenha uma “dívida pública” que
é o dobro seu P.I.B.
Todavia, os grandes países
da Europa, França, Espanha e Reino Unido caminham com déficits na ordem dos 3,5% e 3,1% sem grandes
sobressaltos.
Somente, a “Velha Lusitânia”
é obrigada a manter-se abaixo dos 3%
deste déficit, criado numa “conversa de café”, que se tornou num “alvo
sagrado” da União Europeia, mas que somente
os seus “padres” se isentam do seu cumprimento.
Ora, a “Dívida Pública
Portuguesa”, que em 2010, era de 92,4% (159,47 mil milhões de euros) subiu
demasiado.
Até, ao de 2020, ou seja, após uma
década, aguardemos como vai comportar-se esta “Dívida Pública Portuguesa”, neste
“País da Geringonça”.
segunda-feira, 21 de março de 2016
EUROPOLITIQUE: "A mentalidade agrícola" dos franceses e "a mentalidade comerciante" dos ingleses
Na procura e defesa de “uma superioridade
moral da Europa”, subjazem meandros que percorrem o seu interior nas facetas de
vários povos; que persistem nas suas diferenças e identidades.
A “Île de ´France”, ou seja, a
região parisiense detém um PIB que ultrapassa muitos países, mas que não joga
um "peso mundial" como a Praça de Londres.
Por isso, aguarda-se que o
referendo dos ingleses não resulte num “Brexit”.
A Europa tem necessidade da "Praça
Financeira" de Londres, e, fica mais empobrecida sem o contributo dos ingleses.
Os franceses parecem que mantêm
um sentido desconfiança em relação aos objectivos e à cooperação com os ingleses.
Por tradição, desde DeGaulle que persiste
esta desconfiança.
A “mentalidade agrícola” dos franceses não "casa" com a
“mentalidade comerciante” dos ingleses, em que o funcionamento do “dinheiro e
do direito”, por tradição histórica e filosófica, revertem no “universo
protestante” anglicano num pragmatismo, enquanto que no “universo católico”
francês se elevam a um certo idealismo, ou seja, o sentido de “entesourizar”.
Esta “mentalidade agrícola”, de
donos e senhores de terra, assenta as suas colunas no “universo católico”, mais
paternalista; onde, por vezes, a "caridade" substitui a "função ou aplicação do
direito".
Há uma expressão francesa,
pouco conhecida a nível do "senso comum" dos gauleses, (aliás, que vem do tempo dos vikings), que
denota esta “mentalidade agrícola”, na medida em que alguém que se dirige ao
outro na “tentativa de comunicar qualquer coisa”, se perverte no sentido de
“pedir alguma coisa”.
A súplica e misericórdia ao “Mon Dieu!...Mon Dieu!...” gaulês difere do
ímpeto e da força do “God – God” britânico.
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