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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

EUROPOLITIQUE: Trancar a economia de casino?




Após a empresa Honda concentrar a sua produção no Japão, deixando os baixos salários da China (280 euros), os novos arautos da política americana procuram centrar os seus negócios no próprio país.
Os USA, com uma dívida de 505 mil milhões de dólares de importações, em 2014, não muito longe do P.I.B. de Île de France, na ordem dos 647 mil milhões de euros, começa a ganhar forma a taxa de 20% sobre os produtos importados.
Nesta “economia de casino” que grassa através de um sistema financeiro, cuja origem se fundamenta em conhecidos e incógnitos fundos, e, cujos lucros revertem somente para os seus accionistas, parece que certos governos e nações começam a defender as suas fronteiras.
“Taxar os produtos chineses em 25%” é um desafio à máquina chinesa, que procura privatizar as suas empresas estatais, e que procura avidamente novos caminhos para um sistema e dois modos de desenvolvimento.
O leão ruge, a hiena ri....

terça-feira, 15 de setembro de 2015

EUROPOLITIQUE: A Jóia do Turismo


Nesta economia de casino, em que Estados e Nações mergulham ao sabor do liberalismo económico, o sector do turismo afirma-se como uma indústria das relações humanas, sociais e económicas..

Apesar da eleição  de Portugal para o conselho executivo da Organização Mundial de Turismo, na Colômbia, com uma votação favorável de 29 votos em 33 possíveis; e, apesar do turismo alcançar um crescimento na ordem dos 9%, no ano de 2015, devem as organizações portuguesas deste sector estender os seus radares para os mais de 1400 milhões de turistas internacionais, em perspectiva para  o ano de 2020.

Estima-se que, em 2014, 582 milhões de turistas visitaram a Europa, com gastos aproximados de 510.000 milhões de dólares. Sendo responsável por 32 milhões de empregos, representa 9% das receitas da actividade económica na sua totalidade. Em cada 100 dólares da economia geral,9% recaem sobre o sector turístico.
Por exemplo: o turismo em Espanha representa 11% do seu P.I.B., 12% dos postos de trabalho e 25% na criação de novos empregos, em 2014.

sábado, 12 de setembro de 2015

EUROPOLITIQUE: A Lixeira em Luanda


Em Espanha, o "negócio do lixo" rende mais de 4 mil milhões de euros.
A contabilidade em Portugal anda, um pouco escondida, mas em Luanda parece que é caótica.
O "Jornal Expresso" escalpeliza alguns atentados contra este "negócio" na cidade de Luanda.
A criação de empresas carece de uma boa gestão, sobretudo, quando está em causa a saúde pública, e quando podem dar lucro.
A sistemática apologia contra a pobreza carece de valores, que embora tendo a possibilidade de obter lucros, desencadeiam processos que atentam contra o desenvolvimento sadio de uma sociedade.

N.B.

Será que o "jornal de Angola" compreendeu a mensagem?


«Mudança de padrão

Achim Steiner lembrou que as nações precisam de aplicar o princípio dos “3 R”: “reduzir, reutilizar e reciclar”. Uma mudança de atitude pode gerar “reduções drásticas na emissão de gases, criar milhões de empregos e gerar benefícios económicos de biliões de dólares”, afirmou o chefe do PNUMA. 
O relatório oferece exemplos de soluções, como melhorias nos sistemas de localização e separação de lixo, acções de prevenção do desperdício, aumento da reutilização e reciclagem de produtos.»

In Jornal de Angola, 14.09.2015









 

PENSÕES EM PORTUGAL: um escândalo para a Troika, ou, um debate que os socialistas não ousam enfrentar?



Os funcionários da Troika ficaram escandalizados com o sistema de pensões em Portugal.
Face ao escândalo, certas forças partidárias resolveram reagir para acalmar os “nervos” à espada estrangeira, que gosta de afiar o seu gume.
Claro que os sistemas europeus desenvolvem “sistemas complementares de reforma”, que aliviam e são condizentes com o escândalo da Troika. Como se processa esse sistema complementar, por vezes, nem vale a pena salientar.
Todavia, as coisas são sérias e graves. E, por isso, apesar da campanha socialista urge enfrentar o problema com certa urgência. (Não esqueçamos que 4 mil milhões de euros foram sonegados à Segurança Social!...).
Convém salientar que o Estado não poderá arcar com 80% do seu financiamento, (cga) ainda que o Estado, como qualquer empresa, não deposita aquilo que deve em relação aos seus funcionários.
Consta-se que o País, tem muito “experts” nesta matéria, que segundo uma boa orientação política devem fornecer as melhores coordenadas para este problema.
A analogia com os sistemas suecos, franceses ou suíços foi a gota do escândalo da Troika .
Mas, o escândalo será maior com a quebra da CES para o tecto das pensões mais elevadas!....

terça-feira, 8 de setembro de 2015

EUROPOLITIQUE: Dezenas de hóteis em terras angolanas




Com a desvalorização do real em 54% face ao dólar, num ano, com a desvalorização de 27% do metical, anualmente,  a relação de Portugal com Angola, com a consequente falta de divisas e respectiva desvalorização, atinge preocupações acrescidas para o relacionamento com estes países de língua portuguesa.
São Paulo deixou de ser a capital mundial dos voos de helicópteros, dado que a crise começa a ter repercussões no modelo económico brasileiro.
Além disso, a fuga de capitais angolanos pouco favorece o desenvolvimento do país.
No entanto, face às dificuldades inerentes angolanas, surgem novos projectos para estimular o seu desenvolvimento.
“O Consórcio Banco de Poupança e Crédito (BPC) e Angola Business Corporation (ABC) assinou ontem  em Luanda um protocolo de cooperação com a inglesa Golden Peaks Capital Holding para o financiamento da construção de 170 hotéis de duas e três estrelas nas 18 províncias do país em três anos”. Segundo relata o jornal de Angola.
Nada menos, que este  total de investimento atinge a ordem dos 1,2 mil milhões de dólares, para alcançar os 5 milhões de turistas.
Apesar do “negócio de lixo” ser rentável em muitos países, a cidade de Luanda entulha-se em lixeiras.  Por isso, se o turismo quer florescer, é necessário que as flores a as plantas crescem em ambiente saudável.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

EUROPOLITIQUE: Pourquoi le déficit de 3%? - Pas de justification économique


Selon le Journal Figaro

«Plus de trente ans. Voilà 34 ans précisément que les gouvernements français, de droite comme de gauche, justifient hausses d'impôts ou baisses de dépenses publiques sur la base d'un critère: celui du déficit public. Il ne doit pas dépasser 3% du PIB. Ce sacro-saint ratio tout rond made in France est même devenu l'un des points cardinaux de la contruction européenne, gravé dans le marbre depuis les critères de Maastricht de 1992. Il est tellement installé dans la conscience collective que l'on oublie de se poser les questions les plus simples: pourquoi 3% (ni plus ni moins)? D'où vient ce chiffre? A-t-il seulement une justification économique?

Pas de justification économique

Pas de calcul savant, donc, ni de justification économique dans cet intouchable «3%». Le «déficit sur PIB» compare des comptes publics (avec des dépenses publiques pour construire des écoles, des hôpitaux, des routes, etc. pour le futur), et le PIB, qui est un indicateur de richesse économique de l'année en cours. Outre la discordance de temps, «on ne peut pas considérer que le déficit public, appréhendé comme un indicateur de bien-être, est le résultat recherché de la croissance», souligne Michel Ruimy, professeur à Sciences Po.

 
«C'est l'Allemagne qui a battu en brèche ce principe en ne le respectant plus dès 2001. Voyant que Berlin n'a pas été sanctionné, la France et d'autres ont suivi l'exemple allemand et fait preuve de laxisme budgétaire, avant de se faire torpiller par la crise mondiale de 2008. En 2002, il n'y avait ‘que' six pays de l'Union (sur 12) ayant un déficit supérieur à 3% du PIB, ils sont 12 pays (sur 18) en 2012», constate Christopher Dembik.»
 

EUROPOLITIQUE: Recordando "Platero y Yo" ....Juan Ramón Jiménez

  Na minha tenra idade escutava os poemas de “ Platero y yo” , com uma avidez e candura própria da inocente e singela juventude, que era o ...