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domingo, 19 de janeiro de 2014
EUROPOLITIQUE: "A França é rica"
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
EUROPOLITIQUE: Entre o olhar europeu e africano
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
EUROPOLITIQUE: GERMANY - "Mais rica que nunca"
A Alemanha « está mais rica que nunca », titula o jornal francês “ Figaro”; que se opõe à realidade portuguesa: “Portugal está mais pobre que nunca”. Apesar de "estar mais rica que nunca" é mais fácil levantar dinheiro em Portugal do que na Alemanha.
Segundo certas afirmações, a Alemanha atinge um superavit de 266 mil milhões de euros (“17, 8 mil milhões em Novembro de 2012”) , cujo montante ultrapassa os valores da China. Enquanto que os USA fariam cair o “Fundo Soberano Norueguês” como um “iceberg”, que representa 1% da economia mundial. Sem um “salário mínimo, a Alemanha coloca a fasquia no valor 8,5 euros a hora de trabalho, em que 15% da sua população roça a linha da pobreza. "Nem hoje escapo ao estigma alemão!..."
Mas o excedente alemão daria uma bela ajuda aos 7 mil milhões de euros de juros anuais da “pequena economia” portuguesa, como dizem os franceses.
É que, muitos cidadãos estavam convictos que estavam protegidos com o “escudo” do euro, no qual entrava a Alemanha. Especialista em automóveis "a Alemanha sacudiu a areia do capote". Pura ilusão e fantasma que se desvaneceu desde 2008 com as crise das dívidas soberanas, e que fez duplicar a dívida portuguesa, desde essa altura. Quer dizer, que temos de pagar duas vezes aquilo que devíamos, mas não uma vez como seria normal, mas duas. Temos de pagar o “lixo tóxico” que foi injectado na economia mundial, porque “um esfomeado tem sempre necessidade de comer”, e não podemos fugir ao estado de fome. Um ano no congelador e a trabalhar são inconcebíveis.
A “alta finança” escapa aos olhares dos cidadãos normais, às suas regras e imposições, de forma que só sentem os seus efeitos. Carecem de “traduções” e “tradutores”, tal como o direito, muitas vezes, é interpretado e vivido pelo senso comum, que previamente erigiu em leis, os factos que os circundam.
Esta “teia” da alta finança apanha os seus insectos num enredo que os asfixia.
Enquanto que os USA são a cigarra que canta, as formigas que somos (embora digam o contrário) continuam na sua luta num “espaço europeu que tem uma grande China” e pequenos “chineses que estão na Alemanha”. Qualquer dia precisámos de visto para trabalhar na cidade, ou, estar na comunidade europeia!...
sábado, 11 de janeiro de 2014
EUROPOLITIQUE: CES em Portugal e França - Segurança Social
O sistema português de segurança social – público (CGA -Caixa Geral de Aposentações) e privado (CNP - Caixa Nacional de Pensões) – que tendem a unificar-se, é considerado como o “quinto mais sólido a nível europeu”. (Convém, relembrar que a grande economia chinesa começa a despertar para a segurança social, com os seus 10% de desconto nos seus salários, imitando as suas congéneres europeias).
O sistema francês – público (últimos seis meses para valor da reforma) e privado (reforma de base e complementar / e mais complementares e complementares...) navega numa complexidade digna de um autêntico labirinto. Certo tipo de complementaridade implica uma remissão, como autêntico "lixo tóxico", que se transforma num capital, ao antigo estilo alemão. Por isso, a eficiência e eficácia do sistema português ultrapassa a longa burocracia francesa, que certamente causa muitos efeitos negativos à grande emigração portuguesa. Circula, oficialmente, que 10% das reformas em França são mal calculadas, que no caso da "emigração portuguesa" deve rondar os 20 a 30% , se tivermos em conta, também, o pecado do “trabalho negro”. Bem, pode Giscard d”Estaing queixar-se dos “lucros” das reformas francesas, porque certamente elas não reflectem os direitos adquiridos pelos emigrantes, dada a complexidade do seu sistema e das penosas condições de alguns emigrantes. Porventura, algum "senso comum" alerta que as "caixas estão vazias" em França. Nesta Europa tão divergente espera-se que os seus sistemas de segurança social se tornem, cada vez mais, convergentes, apesar de toda a regulamentação comunitária, tão difícil de ser aplicada, que, por vezes, leva anos.
O valor médio das reformas em França é de 1.400 euros que está bem acima dos 90% das reformas inferiores a 1.000 euros em Portugal, País da periferia europeia.
Os contribuintes fiscais acima deste valor, os “ditos 10% dos reformados”, totalizam 401.858 (262.577 da CGA e 139.281 da CNP) que estão sujeitos (passivos) da CES (Contribuição de Solidariedade Social). Claro que os franceses, também, têm um sistema parecido com este sistema de solidariedade, muito mais suave, fora os famosos "75%" para os grandes milionários, (que procuram ir para o estrangeiro). Todavia, convenhamos que estamos muito distante da realidade francesa, do seu conforto e da realidade europeia, e, que caminhámos para a destruição da diminuta “classe média portuguesa” nesta “pequena economia”, como dizem os franceses.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
EUROPOLITIQUE: Angola e o Fundo Soberano - 250 dólares por habitante
A criação do “Fundo Soberano de Angola”, no valor de 5 mil milhões de dólares, representa 250 dólares por habitante que, em valores mínimos, ultrapassa duas vezes o salário mensal de muitos angolanos. Além do "fundo soberano líbio", Angola destaca-se, no panorama africano, com um valor por habitante que fica a metade da rica e industrializada França, através das suas "reservas estratégicas". Em 1990, a Noruega criou o seu “fundo de pensões governamentais”, derivado da sua riqueza de petróleo que coloca os noruegueses, a partir de 8 de Janeiro de 2014, na fasquia de milionários, teoricamente, com um capital de um milhão de coroas, ou seja, 120.000 euros, por habitante. Claro que a gestão do Fundo Soberano de Angola, porventura, carece de uma eficácia que o catadulpe para tais patamares, todavia, é uma iniciativa de inequívoco valor financeiro e económico, e, de garantia para o futuro dos angolanos. Ainda que o excesso de liquidez destes fundos criem, por vezes, distorções na economia mundial, já que o seu único e exclusivo objectivo é o lucro.
O Fundo Norueguês atingiu a fasquia de 607 mil milhões de euros, cujo montante seria uma salutar bênção para as carências portuguesas se pudessem ser colmatadas por este meio!...
Enquanto que as reservas estratégicas francesas se situam na ordem dos 18,7 mil milhões de euros, o fundo norueguês ultrapassa a “agência monetária” da Arábia Saudita, com os seus 497 mil milhões de euros e dos Emirados Árabes, com 461 mil milhões de euros. Deste modo, a Noruega detém, nada menos, de 1% do capital da bolsa mundial.
Claro que são anunciadas algumas regras de capitalização, que não ultrapassam os 5% anuais. Neste sentido o “Fundo Soberano de Angola”, além do seu lucro normal, prossegue objectivos para que o seu futuro seja promissor e ascendente, e, que brevemente ultrapasse a fasquia dos 250 dólares por habitante.
EUROPOLITIQUE: O KWANZA "de vento em popa"
O Kwanza, criado a partir de 8 de Janeiro de 1977 , substituiu o velho “ Escudo Português”, que deixou o mercado “informal ou “paralelo”, como gostam de dizer os brasileiros, para ser transaccionado, desde Novembro de 2013, em mais quatro países: Moçambique, Namíbia, Portugal e França.
Em 18 de Fevereiro de 2013, o lançamento das moedas metálicas de 50 cêntimos de kwanza, de um kwanza, de cinco kwanzas e 10 kwanzas, deram origem em Março de 2013, ao renascer de novas notas de 50, 100, 200, 500, 1.000 e 2.000 kwanzas, pelo Banco Nacional de Angola. Em Maio de 2012, foram lançadas as notas, mais valiosas, de 5.000 kwanzas e 10.000 kwanzas, esta última na ordem dos 102,192 dólares.
Após a sua criação, a moeda teve uma cotação fixa de 33 kwanzas por um dólar. Praticamente, na sua diminuição, triplicou a moeda angolana face ao dólar; ou, seja, por causa da inflação e cotações financeiras diminui, quase, três vezes, ficando a um terço do dólar. Paralelamente, em Portugal, quase aconteceu o mesmo, quando o escudo desvalorizou em mais de 50% face à moeda espanhola – a peseta.
“A nota verde” – o dólar – continua a ser a “coqueluche” no sistema internacional de câmbios.
Por mais que a Reserva Federal Americana coloque os cilindros a funcionar da famosa “nota verde”, ela continua um baluarte de paridade do sistema monetário. Por isso, na sua balança de transações, Angola precisa de manter um “stock” de reserva financeira para a compra das suas mercadorias.
A segurança e solidez do kwanza assenta na riqueza do petróleo e nos seus “petrodólares”. Por isso, a sua vulnerabilidade ou volatilidade advém, possivelmente, de qualquer crise petrolífera, já que o seu "PIB ainda não representa grande credibilidade" (contradição).
Dado a estabilidade política e social, e, dado o seu progressivo desenvolvimento económico, augura-se que o kwanza se mantenha como uma "moeda forte", e, mantenha, fortemente, a sua estabilidade face à “eterna moeda verde", ou seja, o dólar.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
EUROPOLITIQUE: Angola - Petróleo/2014
Enquanto que Moçambique começa a dar os primeiros passos na indústria de produção de petróleo, com os seus primeiros 2.000 barris/diários, que lhe permitem diversificar a sua economia; Angola perfila-se como candidato ao primeiro posto da exportação petrolífera, no mundo africano, dado a sua estabilidade política e social.Os prognósticos, mais lisonjeiros, apontam já para o ano de 2014.
Segundo a consultora “Energy Aspects”, citada pelo jornal “Financial Times”, os constantes roubos que acontecem na Nigéria, que originam perdas da ordem dos 6.000 milhões de dólares/anuais, catapultam Angola para, possivelmente, este lugar cimeiro.
Frente a este possível sucesso, a contribuição do grupo dinamarquês Maersk, a nível do transporte de petróleo surge como potencial candidato, já que possui cerca de 50% dos seus direitos.
Também as recentes descobertas de petróleo em terra facilitam que o desenvolvimento da sua produção se acelere para patamares mais elevados. Certamente que os belgas da “Euronav” não ficarão alheios a estas movimentações, já que os cargueiros angolanos são insuficientes para tamanha exportação.
A plataforma de refinação de Sines, porto de ancoragem desta matéria bruta e de outras, continua na sua dupla tarefa que provavelmente se tornará tripla se os seus passos continuarem de vento em popa!...
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