Kadafi no Correio da Manhã e Diário de Notícias
Alguns jornalistas do “Correio da Manhã” e do “Diário de Notícias”, nesta presente semana, resolveram soltar algumas “boutades” sobre o líder líbio.
Notícias velhas e gastas de sabor saudosista e rancorosas, que em nada dignificam o relacionamento entre Portugal e a Líbia.
Em vez de notícias sérias e realistas sobre o intercâmbio luso e líbio, enobrece-se a misógina atitude de “jornalistas estrangeiras”, relembrando a classe mais baixa do já conhecido mundo árabe.
É evidente que qualquer príncipe de índole religioso pressupõe desígnios religiosos que estão bem longe das teses de John Locke.
Mas, a investigação jornalística pressupõe análise política, juízos de factos, e, não simplesmente “enunciados de crença”, diametralmente opostos ao “algoritmo de kadafi”.
- “Penha Longa é um tapete verde estendido, historicamente lembrando o “green” líbio!...”
Aqui, neste terreno, nem os “media”, nem “certos políticos” ousem ter pretensões ao realismo político que impregna esta mundividência expressa, por vezes, através desta “rede social”.
“Algo superior”, se a humildade nos é permitida, conduz o seu pensamento!...
Com relativo poder económico, tanto o “Correio da Manhã”, como o “Diário de Notícias” podem aventurar-se a pedir entrevistas ao mister e guri Kadafi, como o faz o “Spiegel”, embora sejam jornais alemães e de impacto europeu.
Pretender fazer negócios com um país que a imprensa não tem interesse em conhecer e desvendar é continuar na escuridão cega que caracteriza as “boutades”, seja do C.M., seja do D.N.; ou seja, assim não vamos a lado nenhum.
Seguidores
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Algoritmo de Kadafi.32 - Visita de Cortesia
A visita de cortesia de Kadafi
A entrada de Kadafi no USA, apesar do convite da ONU, criou alguns calafrios, no seu planeamento.
Um dos seus filhos gastou milhões de euros na sua planificação, tais eram os receios da presença, em terras do tio Sam, de tal personagem.
Todavia, entre o conselho de Ronald Reagan “se tens muito dinheiro dá-o aos pobres”, e, o exibicionismo de "gastar largos milhões", por muito melhor preço se estendeu uma rampa de lançamento no verde tapete de Penha Longa.
Digna base americana de diplomacia, que, obviamente, dispensa qualquer recurso à Base Aérea de Sintra, já que os seus pilotos utilizam a mesma professora de inglês, de quem escreve estas linhas.
A imprensa relembra que não entrou qualquer pedido ao Estado Português por tão ilustre personagem, apesar da apertada vigilância policial.
Toda num país hospitaleiro não se regateia qualquer passeio turístico a qualquer visitante.
Ora, como estamos convictos que a agenda apertada não permitiu um cortejo semelhante ao de Madrid a Sevilha, visitando os célebre laranjais árabes, achamos digno que seja proporcionado uma visita à romântica Sintra, arredores e Algarve ou Minho, a tão ilustre personagem.
Mas, não é só o cariz turístico que impregna esta leitura, mas sobretudo o dever e reconhecimento que a Lusa Lusitânia detém um crédito digno de sábios comerciantes, além da sua capital reservar uma mesquita para as orações árabes, contrariamente à antiga catedral de Tripoli.
“Noblesse oblige”, era linguagem dos embaixadores do século XIX e finais do séc.. XX, todavia o pragmatismo hodierno prova que se não for à primeira , é, à segunda, que Penha Longa, revestida do seu tapete verde relembrará, historicamente, o “green” líbio.
A entrada de Kadafi no USA, apesar do convite da ONU, criou alguns calafrios, no seu planeamento.
Um dos seus filhos gastou milhões de euros na sua planificação, tais eram os receios da presença, em terras do tio Sam, de tal personagem.
Todavia, entre o conselho de Ronald Reagan “se tens muito dinheiro dá-o aos pobres”, e, o exibicionismo de "gastar largos milhões", por muito melhor preço se estendeu uma rampa de lançamento no verde tapete de Penha Longa.
Digna base americana de diplomacia, que, obviamente, dispensa qualquer recurso à Base Aérea de Sintra, já que os seus pilotos utilizam a mesma professora de inglês, de quem escreve estas linhas.
A imprensa relembra que não entrou qualquer pedido ao Estado Português por tão ilustre personagem, apesar da apertada vigilância policial.
Toda num país hospitaleiro não se regateia qualquer passeio turístico a qualquer visitante.
Ora, como estamos convictos que a agenda apertada não permitiu um cortejo semelhante ao de Madrid a Sevilha, visitando os célebre laranjais árabes, achamos digno que seja proporcionado uma visita à romântica Sintra, arredores e Algarve ou Minho, a tão ilustre personagem.
Mas, não é só o cariz turístico que impregna esta leitura, mas sobretudo o dever e reconhecimento que a Lusa Lusitânia detém um crédito digno de sábios comerciantes, além da sua capital reservar uma mesquita para as orações árabes, contrariamente à antiga catedral de Tripoli.
“Noblesse oblige”, era linguagem dos embaixadores do século XIX e finais do séc.. XX, todavia o pragmatismo hodierno prova que se não for à primeira , é, à segunda, que Penha Longa, revestida do seu tapete verde relembrará, historicamente, o “green” líbio.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Algoritmo de Kadafi.32 - Temos mais ambições, Kadafi
Temos mais ambições, Kadafi.
Rugi em África a voz contra o apartheid.
Parecia uma voz fraca da diplomacia portuguesa, mas o tempo rapidamente lhe deu razão.
Os “velhos do Restelo do Estrangeiro” vaticinaram o descalabro do mundo lusófono. Enganaram-se!...
Hoje, estamos com uma comunidade de relações intensas a todos os níveis.
A Comunidade Europeia recrimina-nos, mas tem confiança em nós.
Apesar das nossas deficiências e debilidades continuámos confiantes no nosso futuro.
Pouco precisámos dos avisos europeus que os árabes compram tudo.
Continuámos, um pouco, pobres neste mudo global, mas com a nossa dignidade!...
Todavia, a Europa tem de contar connosco.
Somos suficientemente ambiciosos para exigir certos pergaminhos, que outros procuram exibir.
Somos suficientes hábeis e capazes de minar o terreno da Itália e da França na sua hegemonia diplomática.
Reunimos factos e provas disso.
Por isso, as nossas exigências causarão certo alarme.
Quando um país sabe atacar nos seus objectivos, e tem a certeza que alcançará os seus planos, pouco o sustém nas suas ambições!...
Como se diz na gíria militar é “tiro e queda livre”.
Temos mais ambições, Kadafi!...
Rugi em África a voz contra o apartheid.
Parecia uma voz fraca da diplomacia portuguesa, mas o tempo rapidamente lhe deu razão.
Os “velhos do Restelo do Estrangeiro” vaticinaram o descalabro do mundo lusófono. Enganaram-se!...
Hoje, estamos com uma comunidade de relações intensas a todos os níveis.
A Comunidade Europeia recrimina-nos, mas tem confiança em nós.
Apesar das nossas deficiências e debilidades continuámos confiantes no nosso futuro.
Pouco precisámos dos avisos europeus que os árabes compram tudo.
Continuámos, um pouco, pobres neste mudo global, mas com a nossa dignidade!...
Todavia, a Europa tem de contar connosco.
Somos suficientemente ambiciosos para exigir certos pergaminhos, que outros procuram exibir.
Somos suficientes hábeis e capazes de minar o terreno da Itália e da França na sua hegemonia diplomática.
Reunimos factos e provas disso.
Por isso, as nossas exigências causarão certo alarme.
Quando um país sabe atacar nos seus objectivos, e tem a certeza que alcançará os seus planos, pouco o sustém nas suas ambições!...
Como se diz na gíria militar é “tiro e queda livre”.
Temos mais ambições, Kadafi!...
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Algoritmo de Kadafi.31 - A ilusão de Kadafi
A ilusão de Kadafi
Voando sobre a ilha Terceira dos Açores, relembrei-me das ambições de Kadafi na sua requisição da ilha da Madeira, outrora povoada por coelhos!...
E, de coelhos, repentinamente relembrei-me de “coelhos na cartola”.
É que nas ambições de Kadafi reluz, por vezes, o mundo lusófono, como algo de utopia. Não por estar contente com algumas ofertas para a Guiné Equatorial, ou, até para Cabo Verde.
A varinha mágica desferiu alguns golpes de sedução sobre a Galp.
Ora, comprar 33,5% desta empresa portuguesa, sem dúvida, é melhor negócio que comprar 100 aviões a Marcel Dessault, já que o sr. Ronald Reagen, os pôs à prova, independentemente de uns gloriosos lusos de helicópteros, mas isso são tempos passados.
Eram tempos de insalutar embaixada e pseudo embaixador, apesar de voto unânime da Assembleia da República..
Portanto, num passe de mágica advém para quem tem pretensões a comprar 10% da ENI, nada mais audaz seria voltar-se para a Galp.
Todavia as credenciais de tal negócio envolvem uma conjectura estratégia e política digna de um audaz embaixador.
Comprar uma embaixada é anátema de qualquer compatriota.
Impor um embaixador é sinal de prepotência.
Comprar 10% da Eni, ou, 33.5% da Galp é desafiar o mundo lusófono, sem a necessidade de 100 aviões, mesmo aquele outro que voa sobre a ilha Terceira!...
Voando sobre a ilha Terceira dos Açores, relembrei-me das ambições de Kadafi na sua requisição da ilha da Madeira, outrora povoada por coelhos!...
E, de coelhos, repentinamente relembrei-me de “coelhos na cartola”.
É que nas ambições de Kadafi reluz, por vezes, o mundo lusófono, como algo de utopia. Não por estar contente com algumas ofertas para a Guiné Equatorial, ou, até para Cabo Verde.
A varinha mágica desferiu alguns golpes de sedução sobre a Galp.
Ora, comprar 33,5% desta empresa portuguesa, sem dúvida, é melhor negócio que comprar 100 aviões a Marcel Dessault, já que o sr. Ronald Reagen, os pôs à prova, independentemente de uns gloriosos lusos de helicópteros, mas isso são tempos passados.
Eram tempos de insalutar embaixada e pseudo embaixador, apesar de voto unânime da Assembleia da República..
Portanto, num passe de mágica advém para quem tem pretensões a comprar 10% da ENI, nada mais audaz seria voltar-se para a Galp.
Todavia as credenciais de tal negócio envolvem uma conjectura estratégia e política digna de um audaz embaixador.
Comprar uma embaixada é anátema de qualquer compatriota.
Impor um embaixador é sinal de prepotência.
Comprar 10% da Eni, ou, 33.5% da Galp é desafiar o mundo lusófono, sem a necessidade de 100 aviões, mesmo aquele outro que voa sobre a ilha Terceira!...
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Algoritmo de Kadafi.28. - Angola 4 - Armada Agualusa
Armada Agualusa
Em vésperas da abertura das embaixadas entre a Líbia e Angola, eis que o algoritmo do Kadafi redobra nas suas emergências..
É o que o movimento da “armada Agualusa” rodopia em esforços de reconversão epistémica.
Um movimento encantado pelo feitiço angolano que reprova “patologias mentais”, mas reacende firme nos seus ideais democráticos. Sem fins lucrativos, nem mercenários, afirma-se com um conteúdo humanitário que engloba princípios donativos.
Longe das querelas miúdas da política esvoaça com pássaro detendo na sua origem um certo símbolo da paz. Todavia não é um pássaro dormente, nem insolente, viaja pacificamente no Atlântico Sul. Longe dos terríveis ataque do triângulo das Bermudas, mas distintamente deambula numa audácia de atribulada mira telescóspia.
Não se deixar embriagar pelos saborosos vinhos da “Barca Velha”, nem pelos seus distintos archeiros militares de eterna segurança. Longe, muito longe dos arquivos de secretas mafiosas, ou, supostamente nacionalistas.
Este voo de pássaro, encantado de feitiço angolano, reserva-se numa certa ousadia de ideais, todavia longe de lirismos poéticos.
A sua ousadia é grandiosa. Talvez seja quixotesca. Todavia está demasiado consciente que Luanda não pode ser única e exclusivamente de mercenários.
É o movimento da “Armada Agualusa”
Em vésperas da abertura das embaixadas entre a Líbia e Angola, eis que o algoritmo do Kadafi redobra nas suas emergências..
É o que o movimento da “armada Agualusa” rodopia em esforços de reconversão epistémica.
Um movimento encantado pelo feitiço angolano que reprova “patologias mentais”, mas reacende firme nos seus ideais democráticos. Sem fins lucrativos, nem mercenários, afirma-se com um conteúdo humanitário que engloba princípios donativos.
Longe das querelas miúdas da política esvoaça com pássaro detendo na sua origem um certo símbolo da paz. Todavia não é um pássaro dormente, nem insolente, viaja pacificamente no Atlântico Sul. Longe dos terríveis ataque do triângulo das Bermudas, mas distintamente deambula numa audácia de atribulada mira telescóspia.
Não se deixar embriagar pelos saborosos vinhos da “Barca Velha”, nem pelos seus distintos archeiros militares de eterna segurança. Longe, muito longe dos arquivos de secretas mafiosas, ou, supostamente nacionalistas.
Este voo de pássaro, encantado de feitiço angolano, reserva-se numa certa ousadia de ideais, todavia longe de lirismos poéticos.
A sua ousadia é grandiosa. Talvez seja quixotesca. Todavia está demasiado consciente que Luanda não pode ser única e exclusivamente de mercenários.
É o movimento da “Armada Agualusa”
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Staff presidencial. 85 - Onde andas justiça?
Toda a gente brada pela justiça em Portugal.
Que o diga o “primeiro governante” deste país, tão apaziguado com os ritmos que lhe devem ser impostos, segundo, também afirmações do seu “presidente”.
A justiça em Portugal parece estar do lado dos ricos, o que também pode acontecer noutros países, mas a cultura democrática do direito está bem longe de muitas noções e consciências de outros países.
Todavia, a justiça dos casos mediáticos é um reflexo da fraca cultura que deve impregnar os seus cidadãos. E, aliás, se por acaso, tiver as mais elementares noções de direito , e esbarrar com a esperteza saloia de “bimbos” arrisca-se nas engrenagens da criminologia.
Por vezes, viver neste país é um risco que se corre, não tanto pela falta de segurança, mas pela sua falta de direito.
A culpa não é só da engrenagem jurídica, nem dos beneficiários das suas instituições, quer Ministério Público, e, quer toda a série de tribunais.
Toda uma teia, habilmente, montada confere direitos, sem os elementares valores de ética e moral, que aliados a determinadas consciências detentoras de poder exibem nas suas garras!...
Mas, sobretudo o tempo da justiça é aquele que confere mais injustiça à própria justiça.
É quase dizer que o homem mede o tempo, e, o tempo nos mede a nós; aliás, como sabiamente afirma um ditado italiano.
Os portugueses clamam pela justiça, mas a própria justiça engole o seu clamor!...
PS. "Eu sei quais são as regras e o direito", mas vou ser o mais esperto, e, astuto na sua manipulação.
Todavia, a esperteza, sem ética, nem moral, nem clarividência, na sua "força instintiva", desligada da inteligência, mantém-se inconformista porque surge sempre outro esperto. O círculo vicioso continua porque a razão do direito não encontrou o fiel da balança do que é, ou, deve ser o "justo e o injusto".
Subscrever:
Mensagens (Atom)
EUROPOLITIQUE: Recordando "Platero y Yo" ....Juan Ramón Jiménez
Na minha tenra idade escutava os poemas de “ Platero y yo” , com uma avidez e candura própria da inocente e singela juventude, que era o ...
-
Introdução A quinta ou solar da Loureira revela várias fases de construção e várias gerações de ocupação, através dos seus tempos e...
-
Hollywood West and António José Rocha - Período colonial espanhol No ano de 1815, com 25 anos de idade, António José Rocha ...
-
Na minha tenra idade escutava os poemas de “ Platero y yo” , com uma avidez e candura própria da inocente e singela juventude, que era o ...





