Sói, dizer-se, que 1500 altos funcionários dirigem a "Portuguese Administration", cujo número essencial deve ser bem reduzido, (entre 100 a 500), e cuja extensão deve atingir os 3000 a 4 000.
Como em todas as instituições existem bons e menos bons funcionários.
Todavia não faz parte da tradição portuguesa esgrimir pessoas altamente qualificadas e de renovável valor e determinação.
E, desconheço qualquer instituição de formação de administração pública, de forma que a arte e o engenho predomina face à qualidade.
A dita nomeação política predomina nas mais variadas instâncias, de forma que nas mudanças partidárias balanceiam cargos e títulos de forma esplendorosa.
O cidadão comum nem se apercebe desta elaborada competência nas altas esferas do poder político e institucional. Por vezes, talvez seja vítima de alguns detentores destes poderes.
Aliás, um valor comum acrescenta-se a esta mobilidade: a digna ascensão social.
No entanto, uma vez colocados em determinados quadros exibem peremptoriamente as rédeas do seu poder, sem a obrigatoriedade de cumprir as regras do funcionalismo público.
Porventura, um cidadão qualquer permanece sem resposta de uma instituição estrangeira?
Qualquer tipo de explicitação ou informação reverte-se em comunicados de subalternos, já que o cargo não pode ser minado por pessoas alheias ao serviço.
Acresce-se que a complexidade de certos problemas não está ao alcance de subalternos. E, como os subalternos desconhecem verdadeiramente os problemas limitam-se a copiar informação estrangeira que, por vezes, já se encontra inquinada, ou, possivelmente deturpada.
A dita elite da "Portuguese Administration" deve demonstrar reais potencialidades do seu valor. Certamente que alguns não se furtam a estes cargos bem remunerados. Todavia não deve ser, somente, a remuneração, o único critério da sua atribuição.
Os interesses dos portugueses devem ser bem defendidos pelas pessoas mais competentes, sob pena de pagarmos uma factura, bem dura, ao longo da nossa vida.
Há quem clame pela educação dos portugueses. Todavia a sociedade civil dispõe de uma massa crítica suficiente para enfrentar estes problemas.
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
PORTUGUESE ADMINISTRATION. 2
Portuguese Administration 2
Se a “Administration A” tem poder sobre a “Administration" B, é natural que ela corresponda ao dever de dependência ou obediência, executando as tarefas determinadas.
Todavia, quando a “Administration” B é, possivelmente objecto de qualquer tipo de aplauso público, é, assaz natural que a “Administration” A sinta, porventura, algum ciúme da parte da “Administration” B.
(Aliás, sem a redundância do “estalar o verniz” indagava-se a fundamentação orgânica, antecipadamente num breve espaço de intervalo semanal; por isso, a notícia carece de certa novidade para os mais afoitos escrutinadores)
Dado que, semanticamente, a orgânica da “Administration” B se reorganiza em vários sectores, nada mais conveniente que lançar o descrédito sectorial, para minar parcialmente, a “Administration” B, lançado pela “Administration “ A
O tráfico de influências acontece a vários níveis e em vários pontos. Ultimamente, alguém delegado de um poder de representação arvorava-se que não estava em situação de igualdade perante os demais representantes. Aliás exibia poderes incógnitos que não procurava demonstrar, fazendo jus ao “ego” pessoal e à credibilidade do seu bom nome.
Enfaticamente predispunha-se a exigir e pedir a representação obrigatória de outrem que, em princípio, detinha possivelmente mais poderes. Apesar desta inconsciência, insistia na obrigatoriedade de representação, exibindo orgulhosamente poderes incógnitos. Perante tão audaciosa exigência, somente compreendeu quando lhe afirmaram que não tinha condições de exigir tal pretensão.
Tudo isto, vem a propósito que as pessoas habituadas ao “tráfico de influências”, não olham a meios e fins para impor os seus objectivos e demonstrar o seu poder.
Aliás, somente caem em si quando encontram outras pessoas capazes de demonstrar que os percursos traçados por estes detentores do “tráfico de influências” estão carregados de falta de respeito, de exibicionismo, de prepotência, e, de sonegação dos direitos dos outros, sem a mínima consideração pelas pessoas.
P.S. O direito é filho da "pólis", e, como "ciência positiva" depende da demonstração dos factos. Como certas leis , na sua essência, prevêem a possibilidade de certos factos (além, do apelo legislativo, a todos os subterfúgios), esses mesmos factos ( possivelmente ambíguos na sua lógica situacional) estarão sujeitos à "pólis". E quem diz "pólis", diz política (maior número), e, quem diz política afirma políticos (poder).
E, por baixo, de tudo isto roda o dinheiro, a sua jactância e a sua inveja.
Se a “Administration A” tem poder sobre a “Administration" B, é natural que ela corresponda ao dever de dependência ou obediência, executando as tarefas determinadas.
Todavia, quando a “Administration” B é, possivelmente objecto de qualquer tipo de aplauso público, é, assaz natural que a “Administration” A sinta, porventura, algum ciúme da parte da “Administration” B.
(Aliás, sem a redundância do “estalar o verniz” indagava-se a fundamentação orgânica, antecipadamente num breve espaço de intervalo semanal; por isso, a notícia carece de certa novidade para os mais afoitos escrutinadores)
Dado que, semanticamente, a orgânica da “Administration” B se reorganiza em vários sectores, nada mais conveniente que lançar o descrédito sectorial, para minar parcialmente, a “Administration” B, lançado pela “Administration “ A
O tráfico de influências acontece a vários níveis e em vários pontos. Ultimamente, alguém delegado de um poder de representação arvorava-se que não estava em situação de igualdade perante os demais representantes. Aliás exibia poderes incógnitos que não procurava demonstrar, fazendo jus ao “ego” pessoal e à credibilidade do seu bom nome.
Enfaticamente predispunha-se a exigir e pedir a representação obrigatória de outrem que, em princípio, detinha possivelmente mais poderes. Apesar desta inconsciência, insistia na obrigatoriedade de representação, exibindo orgulhosamente poderes incógnitos. Perante tão audaciosa exigência, somente compreendeu quando lhe afirmaram que não tinha condições de exigir tal pretensão.
Tudo isto, vem a propósito que as pessoas habituadas ao “tráfico de influências”, não olham a meios e fins para impor os seus objectivos e demonstrar o seu poder.
Aliás, somente caem em si quando encontram outras pessoas capazes de demonstrar que os percursos traçados por estes detentores do “tráfico de influências” estão carregados de falta de respeito, de exibicionismo, de prepotência, e, de sonegação dos direitos dos outros, sem a mínima consideração pelas pessoas.
P.S. O direito é filho da "pólis", e, como "ciência positiva" depende da demonstração dos factos. Como certas leis , na sua essência, prevêem a possibilidade de certos factos (além, do apelo legislativo, a todos os subterfúgios), esses mesmos factos ( possivelmente ambíguos na sua lógica situacional) estarão sujeitos à "pólis". E quem diz "pólis", diz política (maior número), e, quem diz política afirma políticos (poder).
E, por baixo, de tudo isto roda o dinheiro, a sua jactância e a sua inveja.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
INFORMÁTICA (em elaboração)
A INFORMÁTICA MATA
MAS O SEU "ESPÍRITO" VIVIFICA.
O novo paradigma da era informática.
O saber, o conhecimento e a ciência alteraram-se com a escrita, a imprensa e a informática.
INFORMÁTICA FISICALISTA.
A “ informática fisicalista” trata o homem como número, embora revele através do número o que o homem possa ser. Por outro lado o funcionamento fisicalista da informática acarreta a “estrutura mental e cognitiva” para o pensamento convergente, apoiado basicamente na linha do estímulo/resposta. Ou seja, a “informática fisicalista” trata simplesmente o homem como um objecto, e, reduz o mental ao spectral (o homem como objecto, na linha dinâmica do objecto).
A força dinâmica da "informática fisicalista" movimenta-se de objecto em objecto. Nela estão inscritos os analfabetos funcionais, os utilizadores medianos e os especialistas da numerologia – “os hackers”.
O poder desta "informática fisicalista" reproduz o homem como número, inscrito na sua natureza física.
A sua interpretação reduz-se simplesmente à utilização do número.
Como matéria electrizante movimenta-se no espaço físico reproduzindo o seu território material.
A objectivização do mental oprime-se com a demonstração do número.
A “informática fisicalista” apropria-se realmente do cérebro, limitando e reduzindo a objecto; e, o seu desenvolvimento, em vez de o libertar, torna-se opressor .
Escraviza, em vez de ilusoriamente facilitar o acesso e a esperança nele depositado.
É uma linha contínua de robotização, onde os “robots” pouco sabem o que são. Simplesmente mais um número acrescentado ao número, debaixo da capa do algoritmo.
INFORMÁTICA MENTALISTA
A "informática mentalista" concede ao homem a prerrogativa da sua extensão física através da liberdade, utilização e expressão do seu “ego” ,em múltiplas formas de imagem e texto.
A ilusão de liberdade pode tornar-se libertinagem, como a constituição da libertinagem se possa postular como sinónimo de liberdade.
O casulo do fel e do mel.
Aliás, a "informática mentalista" quebra barreiras de várias formas.
Interage em simultaneidade, torna o digital em real, envolve o objecto em sujeito, permite a explosão sentimental em plasma de sentido físico.
Individualiza e polariza..
A “informática mentalista” fornece possibilidades ao sujeito através do objecto de adquirir outra consciência e outros direitos. Ora, a “informática mentalista” torna presente a ausência de conteúdos de ordem internacional que podem modelar o sujeito nacional. As leis estendem-se ao seu utilizador como forma de elucidação e de garantias que a ausência e o desconhecimento ocultavam.
O sujeito individualista erige-se em protagonista universal, conforme a interacção mental ou física.
A sua actividade e expressão podem causar coisas, causas e acontecimentos, cujos eventos dependem da sua ocorrência.
Através da “informática mentalista” ergue-se a possibilidade de uma simples subjectividade, estatui-se como facto significativo de análise científica.
A “informática mentalista” é elitista, individualista e fatal.
Conjuga a “informática fisicalista”, necessária e fundamental na sua utilização com o sôfrego aproveitamento das suas capacidades permitidas.
Centraliza o sujeito como expressão da sua individualidade, originalidade e dignidade.
“Fataliza” a emergência de conteúdos socialmente divergentes: os eventos mentais podem tornar-se em “acontecimentos físicos" de aprisionamento.
A “informática mentalista” pode corroer certo poder político, institucional ou social.
Torna-se potencialmente anátema.
A possibilidade da utilização do número, subscrito na “informática fisicalista” pode inscrever-se noutra natureza potencial de eventos mentais.
Mas os processos são diferentes na "informática mentalista"............/................
MAS O SEU "ESPÍRITO" VIVIFICA.
O novo paradigma da era informática.
O saber, o conhecimento e a ciência alteraram-se com a escrita, a imprensa e a informática.
INFORMÁTICA FISICALISTA.
A “ informática fisicalista” trata o homem como número, embora revele através do número o que o homem possa ser. Por outro lado o funcionamento fisicalista da informática acarreta a “estrutura mental e cognitiva” para o pensamento convergente, apoiado basicamente na linha do estímulo/resposta. Ou seja, a “informática fisicalista” trata simplesmente o homem como um objecto, e, reduz o mental ao spectral (o homem como objecto, na linha dinâmica do objecto).
A força dinâmica da "informática fisicalista" movimenta-se de objecto em objecto. Nela estão inscritos os analfabetos funcionais, os utilizadores medianos e os especialistas da numerologia – “os hackers”.
O poder desta "informática fisicalista" reproduz o homem como número, inscrito na sua natureza física.
A sua interpretação reduz-se simplesmente à utilização do número.
Como matéria electrizante movimenta-se no espaço físico reproduzindo o seu território material.
A objectivização do mental oprime-se com a demonstração do número.
A “informática fisicalista” apropria-se realmente do cérebro, limitando e reduzindo a objecto; e, o seu desenvolvimento, em vez de o libertar, torna-se opressor .
Escraviza, em vez de ilusoriamente facilitar o acesso e a esperança nele depositado.
É uma linha contínua de robotização, onde os “robots” pouco sabem o que são. Simplesmente mais um número acrescentado ao número, debaixo da capa do algoritmo.
INFORMÁTICA MENTALISTA
A "informática mentalista" concede ao homem a prerrogativa da sua extensão física através da liberdade, utilização e expressão do seu “ego” ,em múltiplas formas de imagem e texto.
A ilusão de liberdade pode tornar-se libertinagem, como a constituição da libertinagem se possa postular como sinónimo de liberdade.
O casulo do fel e do mel.
Aliás, a "informática mentalista" quebra barreiras de várias formas.
Interage em simultaneidade, torna o digital em real, envolve o objecto em sujeito, permite a explosão sentimental em plasma de sentido físico.
Individualiza e polariza..
A “informática mentalista” fornece possibilidades ao sujeito através do objecto de adquirir outra consciência e outros direitos. Ora, a “informática mentalista” torna presente a ausência de conteúdos de ordem internacional que podem modelar o sujeito nacional. As leis estendem-se ao seu utilizador como forma de elucidação e de garantias que a ausência e o desconhecimento ocultavam.
O sujeito individualista erige-se em protagonista universal, conforme a interacção mental ou física.
A sua actividade e expressão podem causar coisas, causas e acontecimentos, cujos eventos dependem da sua ocorrência.
Através da “informática mentalista” ergue-se a possibilidade de uma simples subjectividade, estatui-se como facto significativo de análise científica.
A “informática mentalista” é elitista, individualista e fatal.
Conjuga a “informática fisicalista”, necessária e fundamental na sua utilização com o sôfrego aproveitamento das suas capacidades permitidas.
Centraliza o sujeito como expressão da sua individualidade, originalidade e dignidade.
“Fataliza” a emergência de conteúdos socialmente divergentes: os eventos mentais podem tornar-se em “acontecimentos físicos" de aprisionamento.
A “informática mentalista” pode corroer certo poder político, institucional ou social.
Torna-se potencialmente anátema.
A possibilidade da utilização do número, subscrito na “informática fisicalista” pode inscrever-se noutra natureza potencial de eventos mentais.
Mas os processos são diferentes na "informática mentalista"............/................
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Portuguese administration
A administração portuguesa
Regras do funcionamento de certa “administração portuguesa”
Em primeiro lugar assenta na grande influência exercida pelos meios decisórios e pensantes da capital, ou seja, Lisboa. (Alias, a capital reserva para si toda uma panóplia de privilégios que são distribuídos segundo as mais variadas benesses aos seus correligionários, quer a nível nacional, quer a nível internacional)
Em segundo lugar pelo auto-conhecimento ou reconhecimento personalizado das petições em causa. Intercâmbio de influências amigáveis, pressão de reivindicações, meios disponíveis de influência. (Nunca se incompatibilize com certos funcionários ou instituições!....)
Em terceiro lugar pela chamada “cunha”, como dizem o os franceses “piston” para fazer com que o motor avance ou desencadeie alguma decisão. É mais do que o “código postal” acerta em cheio nas suas pretensões.
Em quarto lugar evite a falta de clarividência, objectividade e argúcia dos propósitos envolvidos, que juntamente com a “cegueira”, ou, melhor ausência de conhecimento dos processos em causa, acarreta desfechos contraditórios ou prejudiciais.
Em quinto lugar a decisão autoritária, sem apelo nem agravo de qualquer hipótese de contestação, susceptível de pôr em causa o poder determinante do chefe, determinam um ajustamento adequado ao teor da pretensão. Utilize as suas armas proporcionalmente.
Em sexto lugar a exibição do rigor legislativo, incapaz de colmatar situações de elucidação e de cariz humanitário deve ser evitado por qualquer tipo de jurisdição alheia aos objectivos pretendidos. Se puder, dialogue com os “deuses” e deixe os “humanos”.
Em sétimo lugar, a cópia de modelos estrangeiros, sem a indagação dos seus pressupostos subjacentes à execução de tais planificações deve ser eliminado por ser tornar incómodo por falta de lucidez.
Em oitavo lugar apesar da cópia dos modelos estrangeiros erige-se a demonstração de um cumprimento mais audaz que a iniciativa exógena. A ideia de qualquer progresso não encaixa nos estigmas indígenas.
Em nono lugar, por vezes, a aversão e a rejeição do modelo estrangeiro por uma demonstração da inteligência própria assenta no atraso das próprias capacidades internas, psíquicas e sociais. Por isso, a sua eficácia revela rejeição.
Em décimo lugar, apesar de pretensão atingida pela troca, ausência ou defeito do objectivo inicialmente pretendido e atendido, suporta-o e encaminha-se para outra via, deixando inconformado o requerente, e, parcialmente atendido no seu objectivo. Medite e premedite mais tempo que estas letras!....
Regras do funcionamento de certa “administração portuguesa”
Em primeiro lugar assenta na grande influência exercida pelos meios decisórios e pensantes da capital, ou seja, Lisboa. (Alias, a capital reserva para si toda uma panóplia de privilégios que são distribuídos segundo as mais variadas benesses aos seus correligionários, quer a nível nacional, quer a nível internacional)
Em segundo lugar pelo auto-conhecimento ou reconhecimento personalizado das petições em causa. Intercâmbio de influências amigáveis, pressão de reivindicações, meios disponíveis de influência. (Nunca se incompatibilize com certos funcionários ou instituições!....)
Em terceiro lugar pela chamada “cunha”, como dizem o os franceses “piston” para fazer com que o motor avance ou desencadeie alguma decisão. É mais do que o “código postal” acerta em cheio nas suas pretensões.
Em quarto lugar evite a falta de clarividência, objectividade e argúcia dos propósitos envolvidos, que juntamente com a “cegueira”, ou, melhor ausência de conhecimento dos processos em causa, acarreta desfechos contraditórios ou prejudiciais.
Em quinto lugar a decisão autoritária, sem apelo nem agravo de qualquer hipótese de contestação, susceptível de pôr em causa o poder determinante do chefe, determinam um ajustamento adequado ao teor da pretensão. Utilize as suas armas proporcionalmente.
Em sexto lugar a exibição do rigor legislativo, incapaz de colmatar situações de elucidação e de cariz humanitário deve ser evitado por qualquer tipo de jurisdição alheia aos objectivos pretendidos. Se puder, dialogue com os “deuses” e deixe os “humanos”.
Em sétimo lugar, a cópia de modelos estrangeiros, sem a indagação dos seus pressupostos subjacentes à execução de tais planificações deve ser eliminado por ser tornar incómodo por falta de lucidez.
Em oitavo lugar apesar da cópia dos modelos estrangeiros erige-se a demonstração de um cumprimento mais audaz que a iniciativa exógena. A ideia de qualquer progresso não encaixa nos estigmas indígenas.
Em nono lugar, por vezes, a aversão e a rejeição do modelo estrangeiro por uma demonstração da inteligência própria assenta no atraso das próprias capacidades internas, psíquicas e sociais. Por isso, a sua eficácia revela rejeição.
Em décimo lugar, apesar de pretensão atingida pela troca, ausência ou defeito do objectivo inicialmente pretendido e atendido, suporta-o e encaminha-se para outra via, deixando inconformado o requerente, e, parcialmente atendido no seu objectivo. Medite e premedite mais tempo que estas letras!....
domingo, 24 de janeiro de 2010
Portugal-Angola.19 - Fuel. 5
Autonomia de Cabinda?
A "Constituição de Angola" causou algum frenesim na mundividência europeia.
A concentração de poderes numa única pessoa não é do agrado de muitos analistas.
Mas é, sem dúvida, a falta do "sufrâgio universal", que determina a sua fraqueza, contrariamente ao caso moçambicano.
Todavia a sua constituição assenta no paradigma de outras existentes no Sul de África, que, por acaso, até funcionam razoavelmente!.
O bilhete de identidade de um país reflecte-se na sua Constituição, teoricamente. Na prática, o exercício do poder pode adquirir as mais diversas formas. É, neste ensejo, que se augura que o poder judicial exerça um certo equilíbrio dentro do poder político.
A esperança de uma certa autonomia de Cabinda esmoreceu-se na diluição conjunta das demais províncias.
A maioria dos seus argumentos linguísticos, históricos e étnicos esbarra na consagração da unicidade angolana.
Dizer que Cabinda é o quarto produtor de petróleo de África apresenta-se como a tese suprema da teoria da autonomia de Cabinda.
Cabinda erege-se como problema em Angola?
Talvez. Por um lado, existem as teses angolanas; por outro lado, levantam-se os argumentos de Cabinda.
Ora, eis alguns argumentos da tese de Cabinda:
- A "descolonização portuguesa esqueceu Cabinda"
- "O Ocidente é responsável pela situação de Cabinda"
- "Os capitães de Abril eram comunistas e pouco portugueses"
- "O Tratado de Simulambuco" de "1 de Fevereiro de 1885"
- "A Constituição de 1933" (?)
- A evocação do "Protectorado"
- "A ausência nos Acordos de Alvor"
- A identidade "etnográfica"
- A identidade linguística - língua "Ibinda"
- A identidade "cultural"
- A história!... ("Príncipes e governadores de Cabinda", "com 125 anos de história"!...)
Os três reinos do Congo estendiam-se de Luanda até aos vários Congos. A reivindicação de uma certa autonomia, ou, de melhor distribuição dos recursos naturais deveria suscitar um maior empenhamento da comunidade angolana.
Desde do ano de 1956, qua a maioria dos territórios africanos se tornaram independentes. O atraso do famigerado colonialismo português tornou-se uma anomalia, que somente o 25 de Abril de 1974 consagrou.
A comunidade internacional mantém-se atenta aos "direitos humanos" e a qualquer tipo de arbitrariedade, inclusive em Cabinda. Aliás, certas pessoas manifestam-se pela consagração destes direitos.
Portanto, cabe, aos vários intervenientes encontrar as pontes de diálogo face ao problema, antes que a "ponte física" seja uma estrutura metálica sem visão de qualquer tipo de humanismo.
A "Constituição de Angola" causou algum frenesim na mundividência europeia.
A concentração de poderes numa única pessoa não é do agrado de muitos analistas.
Mas é, sem dúvida, a falta do "sufrâgio universal", que determina a sua fraqueza, contrariamente ao caso moçambicano.
Todavia a sua constituição assenta no paradigma de outras existentes no Sul de África, que, por acaso, até funcionam razoavelmente!.
O bilhete de identidade de um país reflecte-se na sua Constituição, teoricamente. Na prática, o exercício do poder pode adquirir as mais diversas formas. É, neste ensejo, que se augura que o poder judicial exerça um certo equilíbrio dentro do poder político.
A esperança de uma certa autonomia de Cabinda esmoreceu-se na diluição conjunta das demais províncias.
A maioria dos seus argumentos linguísticos, históricos e étnicos esbarra na consagração da unicidade angolana.
Dizer que Cabinda é o quarto produtor de petróleo de África apresenta-se como a tese suprema da teoria da autonomia de Cabinda.
Cabinda erege-se como problema em Angola?
Talvez. Por um lado, existem as teses angolanas; por outro lado, levantam-se os argumentos de Cabinda.
Ora, eis alguns argumentos da tese de Cabinda:
- A "descolonização portuguesa esqueceu Cabinda"
- "O Ocidente é responsável pela situação de Cabinda"
- "Os capitães de Abril eram comunistas e pouco portugueses"
- "O Tratado de Simulambuco" de "1 de Fevereiro de 1885"
- "A Constituição de 1933" (?)
- A evocação do "Protectorado"
- "A ausência nos Acordos de Alvor"
- A identidade "etnográfica"
- A identidade linguística - língua "Ibinda"
- A identidade "cultural"
- A história!... ("Príncipes e governadores de Cabinda", "com 125 anos de história"!...)
Os três reinos do Congo estendiam-se de Luanda até aos vários Congos. A reivindicação de uma certa autonomia, ou, de melhor distribuição dos recursos naturais deveria suscitar um maior empenhamento da comunidade angolana.
Desde do ano de 1956, qua a maioria dos territórios africanos se tornaram independentes. O atraso do famigerado colonialismo português tornou-se uma anomalia, que somente o 25 de Abril de 1974 consagrou.
A comunidade internacional mantém-se atenta aos "direitos humanos" e a qualquer tipo de arbitrariedade, inclusive em Cabinda. Aliás, certas pessoas manifestam-se pela consagração destes direitos.
Portanto, cabe, aos vários intervenientes encontrar as pontes de diálogo face ao problema, antes que a "ponte física" seja uma estrutura metálica sem visão de qualquer tipo de humanismo.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Portugal - Angola. 18. Fuel.4
CHEVRON - Cabinda
Esta empresa está presente em Angola desde 1954, tendo aberto o seu primeiro campo petrolífero em 1958. Afirmando-se com "parceiros de longa data", adquire o seu relevo com a descoberta do campo petrolífero de Malongo, em 1966.
Todavia, emergem certas críticas aos fundos aplicados nos territórios de Cabinda, que deveriam ser desmitificados.
Mas, sobretudo no campo da formação em universidades portuguesas, encontrámos um verdadeiro deserto. Não fosse, muitas vezes, o deserto sinónimo de petróleo.
A divulgação empresarial aponta para 78 salas de aulas na província de Cabinda, contribuindo assim para a educação de 5 000 jovens. Serão estes jovens, unicamente, oriundos de Cabinda?
Além disso afirma que gastou 345 milhões de dóllars, em 2005. A questão levanta-se, se efectivamente, foi feito este investimento em Cabinda.
Quais os projectos específicos desenvolvidos e sua eficácia formativa? Se, efectivamente aconteceu, qual é a credibilidade de um artigo desmentindo tal facto?
Por outro lado, esta empresa afirma que 88% da sua força laboral é angolana, nada revelando sobre a "força de trabalho" de origem portuguesa.
Ora, se efectivamente 3 000 técnicos angolanos beneficiam de salários compatíveis com o seu desempenho, quer dizer que a sociedade civil de Angola começa a ter uma certa classe média?
Todavia a questão mais emergente continua pertinente. Qual o contributo da engenharia portuguesa, ou, da dita "engenharia de petróleos", ou, qual o contributo das universidades lusas, neste contexto bilateral das relações luso-angolanas?
Se "somos parceiros de longa data", por que razão estámos tão fora do barco?
Esta empresa está presente em Angola desde 1954, tendo aberto o seu primeiro campo petrolífero em 1958. Afirmando-se com "parceiros de longa data", adquire o seu relevo com a descoberta do campo petrolífero de Malongo, em 1966.
Todavia, emergem certas críticas aos fundos aplicados nos territórios de Cabinda, que deveriam ser desmitificados.
Mas, sobretudo no campo da formação em universidades portuguesas, encontrámos um verdadeiro deserto. Não fosse, muitas vezes, o deserto sinónimo de petróleo.
A divulgação empresarial aponta para 78 salas de aulas na província de Cabinda, contribuindo assim para a educação de 5 000 jovens. Serão estes jovens, unicamente, oriundos de Cabinda?
Além disso afirma que gastou 345 milhões de dóllars, em 2005. A questão levanta-se, se efectivamente, foi feito este investimento em Cabinda.
Quais os projectos específicos desenvolvidos e sua eficácia formativa? Se, efectivamente aconteceu, qual é a credibilidade de um artigo desmentindo tal facto?
Por outro lado, esta empresa afirma que 88% da sua força laboral é angolana, nada revelando sobre a "força de trabalho" de origem portuguesa.
Ora, se efectivamente 3 000 técnicos angolanos beneficiam de salários compatíveis com o seu desempenho, quer dizer que a sociedade civil de Angola começa a ter uma certa classe média?
Todavia a questão mais emergente continua pertinente. Qual o contributo da engenharia portuguesa, ou, da dita "engenharia de petróleos", ou, qual o contributo das universidades lusas, neste contexto bilateral das relações luso-angolanas?
Se "somos parceiros de longa data", por que razão estámos tão fora do barco?
Portugal - Angola. 17. Fuel.3
O distíco de promoção de "Engenharia de Petróleos" do Instituto aguarda que a sua implementação produza os seus efeitos no contexto bilateral, para gáudio dos futuros alunos portugueses e angolanos.
Aliás, o anúncio feito pelo presidente da Sonangol em providenciar 1 000 milhões de dóllars para o recente investimento no Iraque, conviria que se repercutisse na formação dos futuros engenheiros do petróleo.
Apesar da Arábia Saudita conseguir colocar o barril de petróleo a dois dóllars, após a extracção, aguardaremos se o negócio de 6 dóllares por barril, pagos pela Sonangol, terão o seu devido retorno.
Além disso, acresce-se que a experiência tecnológica da Sonangol ainda não atingiu o seu pleno apogeu.
Portanto, esta empresa terá de desenvolver parcerias, quiçá interessantes para outras congéneres.
Todavia há que salientar dois aspectos importantes para esta empresa.
Primeiro, a criação de um autêntico "Fundo Soberano", tendo como paradigma o fundo norueguês.
Segundo, a entrada em bolsa desta empresa nos mercados de Nova Iorque, Johannesbourg e Luanda, em 2012.
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