Portugal-Angola.10
Elegante, audaz, destemido, exibia, na face, o orgulho da “Academia Militar Francesa”, oriundo do Congo, reclamava-se da família Mobutu.
Instalou-se num “studio” de marca portuguesa.
Consta-se que a família próxima e longínqua detinha propriedades em Portugal.
Esta prelúdio de história vem a propósito da remuneração de altos cargos angolanos.
Consta-se que o famoso vinho “Barca Velha”, em vez de sofrer no “Import-Export” , é armazenado e detido directamente por um alto quadro angolano.
A acumulação de riqueza nada nos diz naqueles que lutaram pelos seus ideais de enriquecimento.
Todavia “armazenar” riqueza através de meios impróprios e ilícitos, faz-nos recordar a família de Mobutu.
Os tempos mudaram, e, a consciencialização das pessoas deve, portanto, ser outra.
A riqueza de um povo deve pertencer ao próprio povo.
A vizinha do Congo deve olhar atentamente ao seu redor, e, recordar-se que os ventos da história sopram de qualquer lado.
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domingo, 3 de janeiro de 2010
sábado, 2 de janeiro de 2010
Episódios da Raia. 99 - «Le respect est très joli»
«Le respect est très joli»
Pas loin de la Sorbonnne, trois personnes regardaient « Sartre- Par lui-même » dans un petit cinema.
Ma Prof., toute à faite kierkegaardienne, n’aimait le filme.
A la deuxième partie du film, elle s’en va avec ma coupine.
Je reste tout seul dans la salle.
Au jour suivant, moi et ma coupine, nous y sommes à assister au cours donné par ma Prof.
Dans la salle du cours il y avait un jeune homme arabe.
En parlant des plusieurs affairs, ma Prof a fait référence sur un sujet quiconque.
Le jeune homme arabe lui communique qui avait un exposition sur cela dans un coin de Paris. Alors, ma Prof. lui dit : j’y en suis interessée.
Après quelques jours, ma copine me dit :
N’est ce que le jeune homme arabe arrive auprès de notre prof, avec un bouquin de fleurs en lui disant :
« Je vous aime Madame » :.
Pas loin de la Sorbonnne, trois personnes regardaient « Sartre- Par lui-même » dans un petit cinema.
Ma Prof., toute à faite kierkegaardienne, n’aimait le filme.
A la deuxième partie du film, elle s’en va avec ma coupine.
Je reste tout seul dans la salle.
Au jour suivant, moi et ma coupine, nous y sommes à assister au cours donné par ma Prof.
Dans la salle du cours il y avait un jeune homme arabe.
En parlant des plusieurs affairs, ma Prof a fait référence sur un sujet quiconque.
Le jeune homme arabe lui communique qui avait un exposition sur cela dans un coin de Paris. Alors, ma Prof. lui dit : j’y en suis interessée.
Après quelques jours, ma copine me dit :
N’est ce que le jeune homme arabe arrive auprès de notre prof, avec un bouquin de fleurs en lui disant :
« Je vous aime Madame » :.
Episódios da Raia. 100 - «L'amitié c'est l'amitié»
Episódios da Raia..100
«L'Amitié c'est l'amitié»
Et voilà – Nous sommes trois étrangers faisant « stop » à la sortie de Paris.
Moi, comme d’habitude j‘était content d’une nouvelle aventure.
Mon copin Félix doutait de notre chance.
Carolyne jamais a fait du « stop»
Cette jeunne femme allait donner un concert au Consulat Cannadien à Lyon.
Ils sont passés deux minutes et une voiture si arrêt.
«Nous voulons aller jusqu’à Lyon»
Une voix nous répondre : « Entrez»
On bavard, de tout, pendant notre course.
Le Français presque tombe amoureux de notre coupine.
On arrivant à Lyon, nous cherchons une place pour dormir.
Il y avait deux lît pour trois personnes.
L’amitié c’est l’amitié.
Notre coupine cannadienne a donné un concert avec sucèss.
À la fin « monsieur le Français » arrive avec un bouquin de fleurs, et en disant :
«Je vous aime madame».
En rigolant, les deux vieux copains de route, nous sommes resté étonnés.
Mais le retour à Paris a été rassuré.
«L'Amitié c'est l'amitié»
Et voilà – Nous sommes trois étrangers faisant « stop » à la sortie de Paris.
Moi, comme d’habitude j‘était content d’une nouvelle aventure.
Mon copin Félix doutait de notre chance.
Carolyne jamais a fait du « stop»
Cette jeunne femme allait donner un concert au Consulat Cannadien à Lyon.
Ils sont passés deux minutes et une voiture si arrêt.
«Nous voulons aller jusqu’à Lyon»
Une voix nous répondre : « Entrez»
On bavard, de tout, pendant notre course.
Le Français presque tombe amoureux de notre coupine.
On arrivant à Lyon, nous cherchons une place pour dormir.
Il y avait deux lît pour trois personnes.
L’amitié c’est l’amitié.
Notre coupine cannadienne a donné un concert avec sucèss.
À la fin « monsieur le Français » arrive avec un bouquin de fleurs, et en disant :
«Je vous aime madame».
En rigolant, les deux vieux copains de route, nous sommes resté étonnés.
Mais le retour à Paris a été rassuré.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Portugal-Angola.8
"VOU LEVAR-TE COMIGO, IRMÃO..."
O famoso "Trio Odemira" actuava em Luanda e encontrou dois jovens que lhes pediram as guitarras.
Os dois jovens tornaram-se no famoso "Duo Ouro Negro"
Numa pequena localidade alentejana, já na sua fase de decadência, ainda ecoava:
"Vou levar-te comigo, irmão!..."
A simplicidade e o estro mundial bafejaram estes dois jovens pela mão amiga do trio de Odemira.
A fama e o dinheiro são passageiros, mas os ideais permanecem.
Ainda, hoje, o trio canta o duo, do irmão!...
A pujança económica de Angola deveria ser arrastada pelo olhar atento do irmão. Por vezes, o materialismo africano esquece o valor fraterno, do irmão que jaz ao seu lado.
Os ideais do humanismo devem percorrer o exibicionismo desmesurado daqueles que, talvez, foram bafezados pela sorte demasiado cedo.
Se Angola tem 40% de desempregados, a sua riqueza deve estender-se àqueles que são mais desafortunados.
"Audaces fortuna juvat"!...
O famoso "Trio Odemira" actuava em Luanda e encontrou dois jovens que lhes pediram as guitarras.
Os dois jovens tornaram-se no famoso "Duo Ouro Negro"
Numa pequena localidade alentejana, já na sua fase de decadência, ainda ecoava:
"Vou levar-te comigo, irmão!..."
A simplicidade e o estro mundial bafejaram estes dois jovens pela mão amiga do trio de Odemira.
A fama e o dinheiro são passageiros, mas os ideais permanecem.
Ainda, hoje, o trio canta o duo, do irmão!...
A pujança económica de Angola deveria ser arrastada pelo olhar atento do irmão. Por vezes, o materialismo africano esquece o valor fraterno, do irmão que jaz ao seu lado.
Os ideais do humanismo devem percorrer o exibicionismo desmesurado daqueles que, talvez, foram bafezados pela sorte demasiado cedo.
Se Angola tem 40% de desempregados, a sua riqueza deve estender-se àqueles que são mais desafortunados.
"Audaces fortuna juvat"!...
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Portugal-Angola.7
O feitiço virou-se contra o feiticeiro
Entre as "mangas de alpaca" e os "punhos de renda" sempre preferi o "pó do giz".
Alguém, de forma incógnita, me relembrava os 90 milhões de contos da dívida angolana.
Retorquia-se que eles possuiam petróleo.
Mas as incógnitas de um "convite oficial" (ou, secreto) africano esbarram no eco "daquela voz" que ousava dizer: é necessário "briser les chaînes" do "apartheid".
Rugiu "o leão ferido" nos seus ideais, mas o seu grito encontrou eco nas sendas da história.
Nesta encruzilhada, encontram-se muitos portugueses, incomodados, pelo capital angolano!...
As parcerias económicas ou financeiras são bem-vindas.
Mas para além do capital, os laços de amizade entre os povos devem cimentar-se para que Angola possa afirmar-se, perante o mundo, com um rosto humano.
Alguém, de forma incógnita, me relembrava os 90 milhões de contos da dívida angolana.
Retorquia-se que eles possuiam petróleo.
Mas as incógnitas de um "convite oficial" (ou, secreto) africano esbarram no eco "daquela voz" que ousava dizer: é necessário "briser les chaînes" do "apartheid".
Rugiu "o leão ferido" nos seus ideais, mas o seu grito encontrou eco nas sendas da história.
Nesta encruzilhada, encontram-se muitos portugueses, incomodados, pelo capital angolano!...
As parcerias económicas ou financeiras são bem-vindas.
Mas para além do capital, os laços de amizade entre os povos devem cimentar-se para que Angola possa afirmar-se, perante o mundo, com um rosto humano.
Portugal-Angola.6
O Feitiço angolano
O festiço angolano sempre ensombrou o espírito de Gunderedo.
O seu apelo ressentiu-se da recusa paternal do chamamento dos Caminhos de Ferro de Benguela, mas reacendeu-se naquela pequena "empresa de limpeza" da cidade de Luanda, quiçás, sob a égide de Isabel Péron!...
Ou, porventura, serão as pegadas da família Mota, por vezes, ancorada na sua pátria, que caminharam numa futura e importante "Mota-Engil"?...
Se, certos ideais pessoais se esvaneceram, traçou o destino que as suas insondáveis confluências desabrochassem em centelhas de amigável colaboração.
Mas o feitiço que é feitiço continua enfeitiçando os que lá estão, e, aqueles que escrevem com a mão.
Um dia interroguei o Águalusa:
" - Sabe que na tradição africana não existem patologias mentais" (Barroco Tropical, pg. 82)
Existe o "festiço"?.
À resposta, acrescentou, que a mesma questão já lhe tinha sido feita na América.
E o festiço enfeitiçou, novamente, o interlocutor, cujo nome está num "site" americano, reconvertido no espírito de Gunderedo.
Mas existe feitiço angolano!....
O festiço angolano sempre ensombrou o espírito de Gunderedo.
O seu apelo ressentiu-se da recusa paternal do chamamento dos Caminhos de Ferro de Benguela, mas reacendeu-se naquela pequena "empresa de limpeza" da cidade de Luanda, quiçás, sob a égide de Isabel Péron!...
Ou, porventura, serão as pegadas da família Mota, por vezes, ancorada na sua pátria, que caminharam numa futura e importante "Mota-Engil"?...
Se, certos ideais pessoais se esvaneceram, traçou o destino que as suas insondáveis confluências desabrochassem em centelhas de amigável colaboração.
Mas o feitiço que é feitiço continua enfeitiçando os que lá estão, e, aqueles que escrevem com a mão.
Um dia interroguei o Águalusa:
" - Sabe que na tradição africana não existem patologias mentais" (Barroco Tropical, pg. 82)
Existe o "festiço"?.
À resposta, acrescentou, que a mesma questão já lhe tinha sido feita na América.
E o festiço enfeitiçou, novamente, o interlocutor, cujo nome está num "site" americano, reconvertido no espírito de Gunderedo.
Mas existe feitiço angolano!....
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