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sábado, 22 de outubro de 2016

EUROPOLITIQUE: “Na terra dos 1.000 lagos” – Bob Dylan


 

Este “Lago Superior” que inunda os USA e o Canadá, onde se situa “Duluth”, terra natal de Bob Dylan, é a zona territorial, mais conhecida por “1.000 lagos”, tal é  a abundância de planícies, plantadas de milho, e, a profusão de inundadas e pequenas enseadas de água, que bordejam e dão caudal ao famoso “ Mississippi River”.
“Mal educado” e “arrogante” foi a classificação sueca, dada por um seu arauto, em relação ao “trovador” Bob Dylan, que ainda não respondeu a tal emérito prémio.
Como uma “jibóia” a digerir a sua “presa”, ou, prisioneiro de um “Nobel”, caído da “terra da neve”; o seu “gelo” sueco  ainda não derreteu na “terra dos 1.000 lagos” americana. Nada de admirar neste “fauno e trovador”, avesso a condecorações, quando elas são mais de “alto gabarito” europeu.
As extensas pradarias, que avionetas cruzam particularmente, são atravessadas por comboios de mercadorias que circundam os USA e a fronteira do Canadá.
Os passageiros ausentes destes comboios circulam de carro, ou, voam de avião para as zonas paradisíacas da Califórnia ou Miami Beach.
Viajar de “autocarro” é um meio das classes mais desafortunadas. Por isso, na indagação entre Duluth e Chicago, a jovem mãe de rosto esbelto, quando inquirida sobre a direcção deste meio de transporte, pressentiu um “assédio sexual”, que o jovem professor universitário teve de desmentir perante tal ousadia.
Será que a Academia Sueca relança um “assédio académico” ao incauto Bob Dylan, qual virgem ainda pudica, que se oculta em Jean Paul Sarte, estando-se “borrifando” para este tipo de “existencialismo” literário?
Enclausurado na imensidão das planícies do Minnesota, o “ruminante” Dylan, digere a melhor forma de retorquir à “Academia Sueca”, desfazendo o epíteto de “mal educado” e “arrogante”.


Answer: «Bob Dylan: “If I accept the prize? Of course.” Nobel Foundation Press Release on the 2016 Literature Laureate».
13:59 - 28 de out de 2016

Obs.:  page sights weekly - 17/10/2016 - 24/10/2016 = 92,8% USA,  0,028% Portugal,  CE 0,043%. 




quinta-feira, 20 de outubro de 2016

EUROPOLTIQUE: Um "Nobel" e um trovador rebelde - BOB DYLAN


Com a neve do Minnesota, em Duluth.
Entre os anos 60 e 70, muitos jovens americanos, faziam uma "pausa sabática", tirando um ano de "férias ou descanso" para conhecer a "velhinha Europa".
Antes dos famosos anos 70, Bob Dylan ainda desconhecido do grande público, aproveitou a sua deliciosa França, para contactos com a literatura francesa, para visitar a campos de ciganos com as suas festas, auscultando o seu ritmo e a sua música.
Com grandes "mochilas" enchiam as casas de juventude na Europa, e, para meu espanto, um jovem dizia-me que queria "ser escritor".
Inserindo-se nos costumes dos jovens americanos, naturalmente, Bob Dylan deambulou por terras francesas, inquirindo amigos gauleses, versados nas letras e poemas franceses e deliciando-se com a sua literatura.
Com êxito consagrado, a componente musical que irrompeu pelos anos 70, pela mão de Bob Dylan, associa os cantos de revolta juvenil, que seduzia a sua juventude e a dos outros jovens.
De repente, estrondosamente, tornou-se um mito da "beat generation".
Esta áurea,  que embora não o seduza, entroniza um certo mistério neste personagem. De figura lendária, tornou-se numa misteriosa senda, tornada na "saga" Dylan.
A Academia Sueca ainda não obteve uma resposta definitiva desta figura lendária e misteriosa. Todavia, alvitra-se, que durante o mês de Dezembro, aquela "voz rouca com timbre metálico", esconjure a rejeição de Jean Paul Sartre, existencialmente; e, se afirme com uma dádiva musical e humanitária, para gáudio dos seus "fans".   

domingo, 16 de outubro de 2016

EUROPOLITIQUE: Um "Nobel" à deriva, nas mãos de Bob Dylan (Robert Allen Zimmerman - Duluth, Minnesota, 24.03.1941).

Saint Germain des Près?
A reacção de Bob Dylan ao "Prémio Nobel da Literatura", presume-se, que não seja igual à atitude de rejeição do famoso filósofo existencialista Jean Paul Sartre.
Ainda me recordo do desconforto de algumas francesas, acerca dos investimentos e "acções" de Bob Dylan na indústria aeronática!...
O mais expoente músico da "beat generation" "está-se nas tintas" para o que digam dele.
Faz as coisas e músicas, com um intuição que não se interessa, nem pelo seu "ego", nem pelo "ego" dos outros, embora não padeça de egocentrismo, e, esteja sempre atento à humanidade.
Por isso, a sua crítica mordaz e certeira não deixa indiferente qualquer pessoa que ousa estende o seu olhar pelo mundo.
Esperemos pela sua reacção inédita, pois tudo, pode surgir!...
Aliás, continua sempre o mesmo "enfant terrible", apesar dos seus 75 anos de existência; e, nisto nada deve a Sartre.
Por recordação, também as águas do rio Minho, onde algum amigo se oculta, ou, as águas do Rio Coura no ano de 2004, seu afluente, reflectem as suas cores e rouca voz, conservando vestígios da sua breve passagem e da sua marca musical, que tantos jovens marcou.
A marca musical, os seus poemas satíricos, (qual deus grego Dionísio deambulando com os seus diritambos), reafirmam, na cena mundial, este estilo rebelde que caracteriza Dylan, não só na música, como no poema.

N.B. Pages sights weekly- 10-16/10/2016 =  90% USA /  0.0821 %  Portugal / 0.036 % CE.

 

EUROPOLITIQUE: A Economia Caseira ou Doméstica

Se, em 2019, o salário mínimo português atingir os 600 euros, presentemente na ordem dos 530 euros, abrangerá, possivelmente, uma quota de 650 mil trabalhadores. Neste momento, o salário mínimo espanhol atinge os 655,20 euros; quer dizer, que com três anos de avanço, Portugal se quedará a 55 euros do salário mínimo, actual em Espanha.
Infelizmente, a realidade espanhola abrange um universo de 5, 8 milhões de trabalhadores, que somente auferem 600 euros mensais.
O salário mínimo na Bulgária é da ordem dos 215 euros; enquanto que, no Luxemburgo atinge os 1.923 euros, em 2016.
O SMIC francês é da ordem dos 1.466,62 euros (bruts), em 2016, enquanto que o líquido (net) se situa-se na ordem dos 1.143,72 euros.
Mas, todo um conjunto de países, nos quais se incluem Portugal, Grécia, Espanha, Malta e  Eslovénia, contêm salários na ordem dos 500 a 1.000 euros.
a)      Liberdade de movimento de produtos e mercadorias,
b)      liberdade de movimento de serviços,
c)      liberdade de movimento de pessoas e trabalhadores
d)      liberdade de movimento de capital”
As quatro liberdades fundamentais da União Europeia, que se situam exclusivamente na ordem económica, contrastam com a "realidade política e social" da Europa. A defesa do sistema social europeu, (direito à saúde e educação e apoio social), diverge da economia liberal americana. Por exemplo, as férias nos USA são um bónus do patronato; enquanto que, na Europa são um direito dos trabalhadores (congé payé - instituído por decreto, em França, pelo imperador Napoleão III em 09-11-1853).
Com um crescimento na ordem de 1%, com uma dívida pública de 130% do seu P.I.B., a economia portuguesa procura fazer contas ao dinheiro caseiro e doméstico.
Enquanto que, a Airbus lança para o espaço 10.000 aviões, as empresas portuguesas parece que não desempenham qualquer papel fulcral na sua economia. O exterior da economia portuguesa carece de análises acerca das exportações; e, somente o turismo avalia o seu impacto na economia, por uma fasquia dos 15%.
Parece que os 4% do P.I.B. alemão injectados na “economia do Leste da Alemanha” não produzem efeito já que se mantêm as diferenças nos seus 77% com a Ocidental Germany. Os fundos europeus são um lenitivo que anseiam por maiores transferências que serão difíceis de realizar. Portanto, este porta-aviões tem de encontrar meios de descolagem das suas pequenas avionetas. Por enquanto, resta-nos esta "economia caseira e doméstica".

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

EUROPOLITIQUE: O dinheiro e a falta de juventude nesta Europa

A injecção de “dinheiro fresco” pelo Banco Europeu, para reanimar a economia europeia, parece que não está a dar frutos. Os bancos têm um excesso da ordem do milhão do milhão de euros, a nível europeu, sobre o qual têm de pagar juros.
Esta injecção de dinheiro supera em ¼ o P.I.B. de “Île de France”; quer dizer que esta “região francesa” podia “parar e dormir” durante quinze meses.
Ora, digamos que para os “parigos e seus vizinhos” seria um excelente, “dolce fare niente”!...
Quem escreve isto pouco percebe de economia, sistemas financeiros, dívida externa e interna, quejando.
A realidade portuguesa, com os seus 4 mil milhões de euros, em caixa nos bancos, arrasta-se com a falta de inovação, competitividade, credibilidade das empresas. Por acaso, até surge um caso paradigmático, na Câmara de Nazaré, (que o art. 62.2 da Constituição Portuguesa não soluciona ou prevê!...) que contradiz os itens anteriores.
Falta de  empreendorismo , inovação, criatividade, (risco e valor, que os bancos não abençoam muito), entravam o desenvolvimento da economia. A fraca dimensão das empresas, alicerçada às pequenas e médias empresas, que esperam que o consumo aumente e progrida, emagrecem na falta do funcionamento do dinheiro, ou, no consumo.
O medo e o receio dos pequenos e médios contribuintes contrasta com as medidas draconianas de "tabelas económicas" que lhe retiram a confiança no investimento. Além disso, a grande maioria das poupanças dos portugueses é enterrada, naquilo que os franceses chamam a “pedra”, ou seja, a habitação. Quase não existem mecanismos de aforro, de investimento em acções ou bancos, porque se arrisca a sua falência.
O “valor confiança” é essencial no funcionamento do dinheiro. Por isso, as “doses de desconfiança” que certos analistas propagam não ajudam em nada a economia. É preciso “crescer” e “saber crescer”. É preciso juventude, onde falta a juventude. Esta Europa de “velhos feitos” carece de “sangue novo” que a revitalize.

EUROPOLITIQUE: A criação de um LAB. X e a Europa

«O novo laboratório de ideias do Estado, que a ministra da Presidência e da Modernização Administrativa lança nesta quarta-feira, vai estrear-se com testes a um projecto que pretende aumentar o controlo sobre a despesa pública.
O LabX, que pelo menos no primeiro ano estará localizado em instalações da Imprensa Nacional Casa da Moeda, vai implicar um investimento de 760 mil euros até 2018, a maioria financiado por fundos comunitários». (Jornal Público de 12-10-2016).
Lutar contra certas “instituições nacionais” estrangeiras, ainda, por cima, com “fundos comunitários” é uma ousadia que merece apoio.
Os países poderosos da Europa, simplesmente, manipulam a “legislação comunitária” a seu favor e bel-prazer, tendo como ponto expoente a “Segurança Social Francesa”.
Até que ponto as instituições portuguesas de Segurança Social manifestam capacidade nesta luta dos “direitos dos trabalhadores” em França  é um terreno fértil para este Laboratório X.
Somente se acrescenta, em "estudos comparativos", que os “direitos dos trabalhadores portugueses” que trabalharam em França estão a  50%  dos seus congéneres franceses, em igualdade de cisrcunstâncias, naquilo que se diz Europa da CE.
A luta não é somente nacional. A luta é internacional, num país de forte emigração, onde muito direitos são sonegados, quer em França, quer noutros países. Num laboratório testa-se, por isso o melhor é fazer a experiência!...
Muitos portugueses que encheram os cofres da Segurança Social Francesa são tratados em Portugal à custa do Estado Português.
«É um espaço aberto, que trabalhará em colaboração com os utentes dos serviços, com funcionários e dirigentes da administração pública e com a comunidade científica e empresarial”, explicou o gabinete da ministra ao PÚBLICO.
Não creio, nem acredito que a “administração pública” portuguesa tenha “ferramentas, capacidade e legislação” para enfrentrar os “tubarões” franceses, a não ser que aprendem com os espanhóis.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

EUROPOLITIQUE: As "gralhas" nas teses de doutoramento: (en grec : Πέτρος ) - VATICANUM



A encenação na “Sociedade de Geografia” exibida pelo autor de “Vaticanum” , em que participaram mais de 500 pessoas, foi exibida em imagens da televisão. Entusiasmado, o autor de “Vaticanum”  procurou demonstrar que “os portugueses gostam de ler” e aquele público era a prova concreta da sua afirmação.
O autor mais vendido do País, pode ainda acrescentar que há portugueses, não presumo tanto, que são capazes de ler, não só a língua nacional, como também, a língua latina e grega.
Por isso, a “gralha” de Petrus, na página 39 de “Vaticanum” não passou despercebida. Esta “vogal” tornada “consoante”, cuja introdução advém do século XII, introduzida em certos manuais medievais, não fazia parte do alfabeto latino, resultando do alongamento de “iota”, tornando-se na 10.ª letra, e, originando palavras como “Justiça” da palavra “iustitiae”.
Talvez a “letra hebraica” de “yod”, cuja qualidade é acção, e, cujo número é dez, impulsionou qualquer “mão” para este erro.
Mas é uma letra obscura que entrou para o nosso léxico e idioma durante a sua formação e constituição. Aliás, aparece como uma variante gráfica da língua fenícia que significa “mão”.
Ora, é precisamente atrás desta “mão”, desta “gralha” que, não passou desapercebida, que se indigita a sua correcção. Além disso, o livro está prestes a atravessar fronteiras, sobretudo gaulesas.
A Editora parece fazer “ouvidos de mercador”. Qualquer candidato a um doutoramento reúne uma equipa para corrigir as possíveis gralhas, que não passam no “olho clínico” dos seus lentes.
A nossa “chamada de atenção” é que um autor de projecção nacional e internacional, que se tornou no “número um” de vendas no País, não transmita para os "gauleses ou estrangeiros" este “tipo de gralha”.  Presumo, que não estou errado (en grec : Πέτρος ), sem "jota" na página 39 de "Vaticanum". Noblesse oblige!...
 

EUROPOLITIQUE: Recordando "Platero y Yo" ....Juan Ramón Jiménez

  Na minha tenra idade escutava os poemas de “ Platero y yo” , com uma avidez e candura própria da inocente e singela juventude, que era o ...