A Galp exporta para 52 países, inclusive Roterdão. Em 2015, a barragem de Morgavel terá água do Alqueva.
Com tanta água metida pelo líder do partido socialista, só faltava embelezar a riqueza de um “laboratório de ideias” num TGV de mercadorias em direcção a Madrid, com 20 anos de projecto, mas cuja ideia do “nosso líder” foi descoberta ultimamente, secundada pelos seus acólitos em entrevista à SIC Notícias.
Quando a Galp acordou do sonho da possibilidade de uma segunda refinaria, motivada pela iniciativa da Petroplus ou de um senhor Patrik Monteiro, imediatamente um célebre líder de esquerda relembrou o problema do “pagamento do ozono”, como a China ou USA estivessem muito preocupados com o assunto.
Se, por acaso, o estro político não vislumbra iniciativas de acrescentado valor económico que, porventura, existem; pelo menos, insistiria no estado calamitoso de um centro nevrálgico industrial com o péssimo acesso de vias em que se encontra mergulhado.
Este “navegar à vista”, cujo intuito passa somente no acesso ao poder, pelo menos, podia enxergar aquilo que é mais óbvio; mas, nem isso parece discernir, quando meia dúzia de quilómetros faltam de auto estrada; ou, pior, ainda quando se bloqueia uma já existente.
Tudo isto, para não citar aquela espanhola, secretária-geral da Juventude da Internacional Socialista.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
EUROPOLITIQUE: Tozé (vai) Seguro: Correio da Manhã
A Galp exporta para 52 países, inclusive Roterdão. Em 2015, a barragem de Morgavel terá água do Alqueva.
Com tanta água metida pelo líder do partido socialista, só faltava embelezar a riqueza de um “laboratório de ideias” num TGV de mercadorias em direcção a Madrid, com 20 anos de projecto, mas cuja ideia do “nosso líder” foi descoberta ultimamente, secundada pelos seus acólitos em entrevista à SIC Notícias.
Quando a Galp acordou do sonho da possibilidade de uma segunda refinaria, motivada pela iniciativa da Petroplus ou de um senhor Patrik Monteiro, imediatamente um célebre líder de esquerda relembrou o problema do “pagamento do ozono”, como a China ou USA estivessem muito preocupados com o assunto.
Se, por acaso, o estro político não vislumbra iniciativas de acrescentado valor económico que, porventura, existem; pelo menos, insistiria no estado calamitoso de um centro nevrálgico industrial com o péssimo acesso de vias em que se encontra mergulhado.
Este “navegar à vista”, cujo intuito passa somente no acesso ao poder, pelo menos, podia enxergar aquilo que é mais óbvio; mas, nem isso parece discernir, quando meia dúzia de quilómetros faltam de auto estrada; ou, pior, ainda quando se bloqueia uma já existente.
Tudo isto, para não citar aquela espanhola, secretária-geral da Juventude da Internacional Socialista.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
EUROPOLITIQUE: Do Soyo ao Sonho
With a delay of 7 months in relation to your programming, the future highway of Soyo, "American dream", fills a gap in communication between the "oil city" and Luanda. With its 44, 5 meters wide and six lanes, seven bridges stand along this road, whose cost approaching is the 1.6 billion dollars, and each kilometre for 3.2 million dollars, to 500 kilometers long. The grandeur of this work, with detours and construction of secondary roads, building bridges, oil pipelines and electricity cables, approaching European costs, despite falls in an African country. However, its construction and putting into service of the economic and industrial fabric, and also of the Angolan people requires that management find means to its sustainability. The warning from F.M.I. about the Angolan recipes involve a diversification that leave only those that come from the oil sector. Moreover, the role of the State should be responsible for three essential pillars: social security, health and education; they are growing and not developing properly. If it were possible to split the P.I.B per capita "in Angola by the monthly salary, surely that opposition party, UNITA, would have reason to promise $ 500 per month to his constituents. However, the Angolan situation with salaries between $ 150 and $ 500 per month, in large sections of the Angolan population. Although some students of "schools of oil" will receive 1,500 dollars, only after many years, when engineers, will reach the 10,000 dollars. This, I mean that civil society in Angola is still in its infancy, although the training of Angolan cadres is promising in a short time. Within short time, Angola will reach the 20 million inhabitants; so, the grandeur of the great highway of Soyo fits in the "dream" in which his "ideal" ceased to be, when it is implemented, despite its delays and incidents.
Com um atraso de 7 meses em relação à sua programação, a futura auto estrada do Soyo, bem ao estilo americano, vem preencher uma lacuna de comunicação entre a cidade petrolífera e Luanda. Com os seus 44, 5 metros de largura e seis faixas de rodagem, sete pontes se erguem nesta via, cujo custo se aproxima dos 1,6 mil milhões de dólares, ficando cada quilómetro em 3,2 milhões de dólares, para os previstos 500 quilómetros de extensão.
A grandiosidade desta obra, implica desvios e construções de estradas secundárias, edificação de pontes, implantação de oleodutos e cabos de electricidade, aproximando-se dos custos europeus, apesar de se situar num país africano.
Todavia, a sua construção e colocação ao serviço do tecido económico e industrial, e também do povo angolano requer que a sua gestão encontre meios para a sua sustentabilidade.
A advertência do F.M.I. acerca das receitas angolanas implicam um diversificação que se afaste unicamente daquelas que são provenientes do sector petrolífero. Aliás, a função do estado deve ser responsável por três pilares essenciais: a segurança social, a saúde e a educação; que estão em crescimento e não propriamente em desenvolvimento.
Se fosse possível dividir o “P.I.B per capita” angolano pelo salário mensal, certamente que o partido da oposição, UNITA, teria razão em prometer 500 dólares por mês aos seus eleitores. Todavia, a realidade angolana debate-se com salários entre os 150 dólares e os 500 dólares, por mês, em grandes camadas da população angolana. Ainda que alguns alunos de “escolas do petróleo” recebam 1.500 dólares, somente ao fim de muitos anos, quando forem engenheiros, atingirão os 10.000 dólares. Isto, quer dizer, que a sociedade civil em Angola é ainda incipiente, embora a formação de quadros angolanos seja promissora em breve tempo.
Dentro de escasso tempo, Angola atingirá os 20 milhões de habitantes; por isso, a grandiosidade da grande auto estrada do Soyo encaixa-se no “sonho” em que o seu “ideal” deixou de o ser, quando for concretizada, apesar dos seus atrasos e peripécias.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
EUROPOLITIQUE: Paulo Portas visita Luanda
Is next Tuesday that the head of Portuguese Diplomacy visit Angola, on a regular and constant of the periplus intense diplomatic relations. If, on the one hand, it is normal, the discussion of "political business" and bilateral relations; on the other hand, the Portuguese community with its emerging economic sectors, industrial and other workers need to be renewed attention since it seems that Angola and Portugal share ties of brotherhood, so intense are your relationship links. The creation of the sovereign wealth Fund of Angola has received a legal opinion from Jorge Miranda to excommunicate any legal offence about your institution. However, some Angolan political forces would have more questions about its management than about their creation. But the emergence of this Fund reflects a financial emancipation, worthy of record. The shy announcement that the Angolan economy would become a "market economy" establishes a new strategy in Angola. In this sense, American doubts about the Angolan economic process seem to lead to new developments, with the deployment of G.E., equivalent to the German Siemens, in the city of Soyo, which gradually wait for your link to Luanda. The incursion of American firms in Angola needs particular attention in the light of the Portuguese perspective. The abundance of human resources and its strong link with Angola need more space to open in this promising relationship. With the application of modern technologies certainly that the qualitative leap in Angola, along with certain human resources, in a short time, will give the best fruits, if the bet is ambitious. The outcome of these social and political aspects cannot escape their diplomatic agendas.
É já na próxima terça-feira que o Chefe da Diplomacia Portuguesa visita Angola, num périplo normal e constante das intensas relações diplomáticas.
Se, por um lado, é normal, a discussão dos “negócios políticos” e das relações bilaterais; por outro lado, a emergente comunidade portuguesa com os seus sectores económicos, industriais e restante mão de obra carecem de uma atenção renovada, já que parece que Angola e Portugal partilham de laços de fraternidade, tão intensos são os seus elos de relacionamento.
A criação do Fundo Soberano de Angola mereceu um parecer jurídico de Jorge Miranda para excomungar qualquer melindre legal acerca da sua instituição. Todavia, certas forças políticas angolanas teriam mais dúvidas acerca da sua gestão do que propriamente acerca da sua criação. Mas a emergência deste fundo traduz uma emancipação financeira, digna de registo.
O tímido anúncio de que a economia angolana tornar-se-ia uma “economia de mercado” estabelece uma nova estratégia no panorama angolano .
Neste sentido, as dúvidas americanas acerca do processo económico angolano parecem conduzir a novos desenvolvimentos, onde se destaca a implantação da G.E., equivalente à Siemens alemã, na cidade de Soyo, que paulatinamente espera pela sua ligação a Luanda. A incursão de empresas americanas em território angolano carece de particular atenção na óptica da perspectiva portuguesa.
A abundância de recursos humanos portugueses e a sua forte ligação com Angola carecem de mais espaço de abertura neste promissor relacionamento.
Com a aplicação das modernas tecnologias certamente que o salto qualitativo angolano, juntamente com certos recursos humanos, em breve tempo, dará os melhores frutos, se a aposta for ambiciosa.
O equacionamento destas vertentes sociais e políticas não podem fugir das respectivas agendas diplomáticas.
EUROPOLITIQUE: The new Qatar, Mozambique?!...
A hundred times more separate the P.I.B. per capita "between Qatar and Mozambique", as a hundred times more between the people of the two countries, although their two capitals, Doha and Maputo, are linked by the airlines, through this country in the Middle East. If the "P.I.B. per capita" of Mozambique, in more than ten years, only went up about 100 dollars, this country ranked 209 in the world (2011), Qatar is currently the richest country in the world, in this era of globalization. Of course the population of Mozambique with its 25,000,000 people contrasts with the natural 250,000 of Qatar; in this way, the product "per capita" is $ 104,300 in the country of the Middle East (2011), while in Mozambique is situated 1,100 US dollars (2011). However, it is hoped that Mozambique has one of the greatest periods of growth among African countries in the years to come, because their gas reserves are equivalent to those of Qatar, though currently its O.G.E. be financed 50% by the foreigner. The potential of Mozambique in the production of electricity are vast, the coal industry is emerging and productive, I mean that in the energy field are the conditions for their development, being an essential element of gas creating foreign exchange. The agricultural level there are vast lands to explore and industrialize to least commercial agriculture. Its magnificent beaches are an attraction for tourism, and the richness of their backs are a natural resource of food consumption. With all this set of natural wealth of Mozambique, with an annual growth of 8%, with 700 million dollars of World Bank aid, what separates this Country from Qatar, sand and desert region, in addition to the historical circumstances? While the Qatar, despite the reduced number of autochthonous, holds a share of more than 3 million immigrants, Mozambique with a population of 25 million inhabitants, with a birth rate of 39.34% in a thousand inhabitants (2012), little literate and with a reduced civil society. If it were possible to reverse the equation, Mozambique would require an effort equivalent to social and political class indigenous Qatar to achieve the role of its growth with a population eager for such a huge project. The political structures of Mozambique, due to their potential, they should consider the best platforms to the success of so gigantic challenge, since usually any province becomes equivalent to Portugal.
Cem vezes mais separam o “P.I.B. per capita” entre o Catar e Moçambique",como cem vezes mais separam a população destes dois países, apesar de que as suas duas capitais, Doha e Maputo, estejam ligadas pelas linhas aéreas, através deste país do Médio Oriente.
Se o “P.I.B. per capita” moçambicano, em mais de dez anos, somente subiu cerca de 100 dólares, situando-se este País no 209.º lugar do ranking a nível mundial (2011), o Catar é actualmente o 1.º país mais rico do mundo,nesta era da globalização. Claro que a população de Moçambique com os seus 25.000.000 de habitantes contrasta com os 250.000 naturais do Catar; deste modo, o produto “per capita” é de 104.300 dólares no País do Médio Oriente (2011), enquanto que em Moçambique se situa nos 1.100 dólares (2011).
Todavia, espera-se que Moçambique tenha um dos maiores períodos de crescimento entre os países africanos, nos próximos anos, porque as suas reservas de gás são equivalentes às do Catar, ainda que actualmente o seu O.G.E.seja financiado a 50% pelo estrangeiro.
As potencialidades de Moçambique na produção de energia eléctrica são vastas, a indústria do carvão é emergente e produtiva, quer dizer, que no campo energético estão reunidas as condições para o seu desenvolvimento, sendo o gás um elemento essencial de criação de divisas. A nível agrícola existem vastas terras a explorar e a industrializar para alacançar a agricultura comercial. As suas praias magníficas são uma atracção para o turismo, e a riqueza das suas costas são um recurso natural de consumo alimentar.
Com todo este conjunto de riqueza natural de Moçambique, com um crescimento anual na ordem dos 8%, com 700 milhões de dólares de ajuda do Banco Mundial, o que separa este País do Catar, região de areia e de deserto, além das circunstâncias históricas?
Enquanto que o Catar, apesar do reduzido número de autóctones, detém um quota de mais de 3 milhões de emigrantes, Moçambique debate-se com uma população de 25 milhões de habitantes, com uma taxa de nascimento de 39,34% em mil habitantes (2012), pouco alfabetizada e com uma reduzida sociedade civil. Se fosse possível inverter a equação, Moçambique necessitaria do esforço de uma classe social e política equivalente aos autóctones do Catar para efectivar o papel do seu crescimento com uma população ávida de tão enorme projecto.
As estruturas políticas de Moçambique, face às suas potencialidades, devem equacionar as melhores plataformas para o êxito de tão gigantesco desafio, já que, normalmente qualquer província se torna equivalente a Portugal.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
EUROPOLITIQUE: O Heliporto de Sines (About SIC NEWS)
Não há muito tempo, as empresas queixavam-se da falta de crédito e dos seus juros a 7%, tendo encomendas para exportação!...
E, quando se pensa em exportações concretiza-se logo a ideia em Sines.
Ora, de repente, três bancos portugueses .entregam ao B.C.E 3.000 milhões de euros com um juro de 1% ao B.C.E. (Diminuição do "déficit público"?!...)
Com o dólar na sua quota, quase mínima, ou seja, o euro vale 1,35 da nota verde, questiona-se se a economia europeia funciona.
A banca espanhola entregou nada menos de 44 mil milhões de euros; e, o conjunto de bancos europeus a linda soma de 137 mil milhões de euros.
Será que o excesso de liquidez significa pujança económica?!....
Há quem pense trocar Roterdão por Sines como fosse possível “colocar um contentor em Madrid pelo ar” ( a 2.000 euros, por unidade), quando este porto nórdico está a dois passos do centro de consumo das exportações brasileiras. Embora Sines possa corresponder a algumas exportações brasileiras e outras. O heliporto de Sines não pode ser facilmente trocado por um aeroporto (e, é bom lembrar que o aeroporto de Beja não funciona).
Claro que Sines reúne condições físicas e estratégicas para o desenvolvimento de certas indústrias e actividades económicas. O problema, neste mundo da globalização, é encontrar as empresas certas e adequadas para o desenvolvimento destas infra estruturas. Além disso, a concorrência com certas empresas já instaladas, a nível salarial, não se adapta a baixos níveis de rendimento.
Apesar da liquidez bancária ser evidente, apesar das condições serem naturais, falta engenho e ousadia na implantação industrial, que tem de ter em conta a concorrência espanhola.
Apesar dos lucros ao Estado do porto de Sines, apesar do entusiasmo de alguns políticos e de muita visita de embaixadores, para muitos residentes da zona de Sines não passa de um heliporto comparado com as potencialidades de um aeroporto.
Se Portugal estivesse no centro da Europa estaria ao nível da Austria!...
É necessário transformar as hipóteses em realidade:
a)o porto de Roterdão é mais barato.
b)a distância é menor
c) o preço por contentor é mais baixo
d) a linha férrea rápida não existe.
e) não temos mercado.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
EUROPOLITIQUE: Angola e a economia de mercado
Semelhante ao “Conselho de Estado” português, Angola elegeu o “Conselho da República”, eleito com uma diversidade de personalidades políticas, que funcionará como um órgão de consulta do Presidente. Parece que surgem mudanças na orientação política angolana que a maioria dos portugueses desconhece, infelizmente os meios de informação envolvem-se mais nos fenómenos do que em certas realidades sociais. Ultimamente assiste-se à transformação de uma “economia de Estado” para uma “economia de mercado”, em que certas estruturas económicas estatais procuram reger os seus padrões de gestão por uma abertura a este tipo de economia. Os progressos na área do ensino, da saúde, da segurança, dos impostos auguram a formação de uma classe civil mais arejada. Mas no campo da habitação ressurgem situações de adaptação à economia de mercado. O acesso à habitação é um problema económico que somente pode ser resolvido com salários adequados a esta concretização. Os preços de construção são exagerados na África Ocidental. Beneficiando de um mão-de-obra, oriunda dos países asiáticos, certamente que em Angola se pode construir mais e mais barato. Ainda que ultimamente certos empreendimentos estejam parados na sua efectiva gestão, nada impede que sejam implantados mecanismos de acesso à habitação. É claro que passar de habitações de 1 ou 2 milhões de dólares, ou arrendamentos de 5.000 a 2.000 dólares para o esquema de “habitação social” não é fácil. Por isso, surgem as contradições, com o desejo de ganhos e proveitos dos famosos condomínios de 500.000 casas!...A “economia de mercado” carece de uma “economia de escala” adaptada ao contexto angolano, concretizada através de uma “contabilidade analítica” de cariz social e económico.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Portugal: O I.M.I Agrícola
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