Pelas ruas de Havana argumentava-se contra um técnico do Ministério da Agricultura de que o Estado não sabe o que tem.
Tudo isto bem a propósito do excelente artido do Expresso, no seu Suplemento de Economia:"Metade do país está por cadastrar".
Além de todas as razões técnicas e económicas assistimos a uma mudança de paradigma que se arrata há trinta anos.
A agricultura não é o que era. A mudança impõe-se, e já lá vão 30 anos!...
Os cidadãos furtam-se à iniciativa por falta de recursos. Mas o Estado nada faz neste desmando.
Todos perdem: os cidadãos que pagam mais impostos, quando outros fogem aos impostos, as sociedades económicas ou empresas que não conseguem desenvolver os seus negócios; e o Estado que não recupera os impostos, não dá trabalho aos técnicos desempregados e semeia a injustiça entre os contribuintes.
Toda a gente deve pagar impostos, nem que seja um euro para ter consciência da máquina fiscal, mas refiro-me àqueles que são proprietários. As isenções de proprietários deviam ser graduais e não totais!...Além disso, os benefícios da Segurança Social deveriam incluir a noção de propriedade ou não.("Os técnicos não devem considerar - "lixo" - quem é proprietário") Onerar somente a classe média, porque é mais fácil tecnicamente é semear a injustiça.
"Existem pessoas que se gabam de não pagarem impostos, quando os deviam pagar!..."
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sábado, 19 de setembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Staff presidencial.35 - As Escutas a Belém
Acordou a imprensa, levantou-se o Estado Social de Direito, sobre as "Escutas a Belém".
Rezam certas crónicas de dúbia informação que existem "experts" na interferência dos recônditos cenácublos de Belém "city".
E esta dita conjugação de factos remonta aos velhos tempos do Dr. Márioa Soares.
Deixem dormir descansadamente a "velha raposa do deserto", que tudo se resolverá no seu tempo.
"Só estava há espera desta!..."
Rezam certas crónicas de dúbia informação que existem "experts" na interferência dos recônditos cenácublos de Belém "city".
E esta dita conjugação de factos remonta aos velhos tempos do Dr. Márioa Soares.
Deixem dormir descansadamente a "velha raposa do deserto", que tudo se resolverá no seu tempo.
"Só estava há espera desta!..."
"Há tanto tempo que oiço esses boatos!..."
A presidência deve provar tecnicamente se é verdade ou falso.
Ou, senão, peçam ao líbio o famoso BMW para anular as interferências!....
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Staff presidencial. 35 - As relações Portugal e Canadá
A comunidade portuguesa presente no Canadá atinge várias centenas de milhares de portugueses e luso-descendentes.
Somente em Toronto existem mais de dois estudantes universitários de origem portuguesa.
Apesar de ser um país bilingue e multicultural permanece, entretanto, em nossa opinião, um certo chauvinismo, eivado de alguma xenofobia.
Deixando de lado estas impressões subjectivas, lamentámos imenso o pequeno escritório montado na avenida da Liberdade, de tal forma, que certos assuntos seja obrigatória a ida à Embaixada de Paris!...
O intercâmbio social e cultural parece que sofre as influências de um certo frio ártico de tal forma que são quase inexistentes.
Ainda me recordo de acompanhar uma pianista canadiana ao Consulado Canadiano de Lyon, além do razoável número de estudantes na "Cité Universitaire".
Todavia, aquilo que mais me inquieta é a total falta de "bolsas de estudo", neste intercâmbio. Quer dizer, não existe nenhuma autonomia da parte dos serviços do Canadá acerca deste assunto, estando entregue a uma instituição, cujos serviços se demoronam num "nothing".
Presumo, que o grande país, que é o Canadá seja digno de uma bela Embaixada, acompanhada por serviços sociais e culturais condignos com a natureza deste país .
As comunidades portuguesas sofrem de certos males congénitos que há que debelar.
Cabe encontar as estratégias de motivação para que o orgulho português se manifeste, já que o saudosismo, por vezes, até os derrete.
Força Canadá, força Portugal!...
Como uma força....cantava Nelly Furtado, de quem a Embaixada Canadiana faz baluarte!...
Somente em Toronto existem mais de dois estudantes universitários de origem portuguesa.
Apesar de ser um país bilingue e multicultural permanece, entretanto, em nossa opinião, um certo chauvinismo, eivado de alguma xenofobia.
Deixando de lado estas impressões subjectivas, lamentámos imenso o pequeno escritório montado na avenida da Liberdade, de tal forma, que certos assuntos seja obrigatória a ida à Embaixada de Paris!...
O intercâmbio social e cultural parece que sofre as influências de um certo frio ártico de tal forma que são quase inexistentes.
Ainda me recordo de acompanhar uma pianista canadiana ao Consulado Canadiano de Lyon, além do razoável número de estudantes na "Cité Universitaire".
Todavia, aquilo que mais me inquieta é a total falta de "bolsas de estudo", neste intercâmbio. Quer dizer, não existe nenhuma autonomia da parte dos serviços do Canadá acerca deste assunto, estando entregue a uma instituição, cujos serviços se demoronam num "nothing".
Presumo, que o grande país, que é o Canadá seja digno de uma bela Embaixada, acompanhada por serviços sociais e culturais condignos com a natureza deste país .
As comunidades portuguesas sofrem de certos males congénitos que há que debelar.
Cabe encontar as estratégias de motivação para que o orgulho português se manifeste, já que o saudosismo, por vezes, até os derrete.
Força Canadá, força Portugal!...
Como uma força....cantava Nelly Furtado, de quem a Embaixada Canadiana faz baluarte!...
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Staff presidencial - 32 - O colonialismo de Kadafi
A informação divulgada em Portugal sobre o regime líbio faz-me lembrar as vagas notícias que outrora chegavam a França, via Macau, quando o jornal "Le Monde" tinha um jornalista expressamente dedicado aos assuntos chineses.
Evocando o colonialismo, Muammar Gaddafi prepara-se para exigir e construir uma bela auto-estrada, sobre a orla marítima, entre a Tunísia e o Egipto, à custa dos cofres e interesses italianos. Quem viaja pela África apercebe-se que os próprios nativos não reclamam dos ditos prejuízos do colonialismo, mas sobretudo detestam e lamentam a corrupção dos seus próprios governantes.
Colocado o dilema do colonialismo, alguns argumentam que o atraso educacional sofrido pelas gerações anteriores justifica esta tomada de posição, e, neste sentido alguma razão assistiria a Muammar Gaddafi.
Todavia persiste a incógnita portuguesa.
O déficit comercial entre Portugal e Líbia atinge proporções exorbitantes.
Alguma "razão enigmática" deve persistir para este descalabro, já que hoje se pode transacionar o crude em qualquer lado.
Comprar petróleo, sem exigir contrapartidas comerciais, nem crirar qualquer tipo de pressões diplomáticas, não convencem o mais destemido português!..
Ou, por outro lado, é favorecer um regime que deixa várias interrogações e inquietações!...
As normas internacionais do direito não podem ser subvertidas por meras opiniões de espúria vontade, minando a confiança dos investidores.
Portanto, impõe-se a exigência de garantias salutares e de acrescida segurança que devem ser respeitadas e homologadas por ambos os países.
Evocando o colonialismo, Muammar Gaddafi prepara-se para exigir e construir uma bela auto-estrada, sobre a orla marítima, entre a Tunísia e o Egipto, à custa dos cofres e interesses italianos. Quem viaja pela África apercebe-se que os próprios nativos não reclamam dos ditos prejuízos do colonialismo, mas sobretudo detestam e lamentam a corrupção dos seus próprios governantes.
Colocado o dilema do colonialismo, alguns argumentam que o atraso educacional sofrido pelas gerações anteriores justifica esta tomada de posição, e, neste sentido alguma razão assistiria a Muammar Gaddafi.
Todavia persiste a incógnita portuguesa.
O déficit comercial entre Portugal e Líbia atinge proporções exorbitantes.
Alguma "razão enigmática" deve persistir para este descalabro, já que hoje se pode transacionar o crude em qualquer lado.
Comprar petróleo, sem exigir contrapartidas comerciais, nem crirar qualquer tipo de pressões diplomáticas, não convencem o mais destemido português!..
Ou, por outro lado, é favorecer um regime que deixa várias interrogações e inquietações!...
As normas internacionais do direito não podem ser subvertidas por meras opiniões de espúria vontade, minando a confiança dos investidores.
Portanto, impõe-se a exigência de garantias salutares e de acrescida segurança que devem ser respeitadas e homologadas por ambos os países.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Staff presidencial.31 - Estatuto dos Açores e Administração Americana
Como cidadão deste país dou-me ao luxo de criticar a falta de lógica e sentido proposicional de uma linguagem própria e digna de uma Embaixada.
Ao fim de uma semana, como é bom dever ético e profissional de uma administração estrangeira, recebo a resposta.
Esperar um ano pela legalidade do Tribunal Constitucional acerca do Estatuto dos Açores não deveria demorar mais de um mês, como deveria ser na ética do funcionalismo público, se ela existe!...
A polémica do Estatuto dos Açores, quase com a ameaça de demissão do governo, somente denota o país em que estámos!...
Votem.Votem!....
"Olaré 31!..., como este fado não há nenhum"
Ao fim de uma semana, como é bom dever ético e profissional de uma administração estrangeira, recebo a resposta.
Esperar um ano pela legalidade do Tribunal Constitucional acerca do Estatuto dos Açores não deveria demorar mais de um mês, como deveria ser na ética do funcionalismo público, se ela existe!...
A polémica do Estatuto dos Açores, quase com a ameaça de demissão do governo, somente denota o país em que estámos!...
Votem.Votem!....
"Olaré 31!..., como este fado não há nenhum"
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