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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Staff presidencial.35 - As Escutas a Belém

Acordou a imprensa, levantou-se o Estado Social de Direito, sobre as "Escutas a Belém".
Rezam certas crónicas de dúbia informação que existem "experts" na interferência dos recônditos cenácublos de Belém "city".
E esta dita conjugação de factos remonta aos velhos tempos do Dr. Márioa Soares.
Deixem dormir descansadamente a "velha raposa do deserto", que tudo se resolverá no seu tempo.
"Só estava há espera desta!..."

"Há tanto tempo que oiço esses boatos!..."

A presidência deve provar tecnicamente se é verdade ou falso.

Ou, senão, peçam ao líbio o famoso BMW para anular as interferências!....


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Staff presidencial. 35 - As relações Portugal e Canadá

A comunidade portuguesa presente no Canadá atinge várias centenas de milhares de portugueses e luso-descendentes.
Somente em Toronto existem mais de dois estudantes universitários de origem portuguesa.
Apesar de ser um país bilingue e multicultural permanece, entretanto, em nossa opinião, um certo chauvinismo, eivado de alguma xenofobia.
Deixando de lado estas impressões subjectivas, lamentámos imenso o pequeno escritório montado na avenida da Liberdade, de tal forma, que certos assuntos seja obrigatória a ida à Embaixada de Paris!...
O intercâmbio social e cultural parece que sofre as influências de um certo frio ártico de tal forma que são quase inexistentes.
Ainda me recordo de acompanhar uma pianista canadiana ao Consulado Canadiano de Lyon, além do razoável número de estudantes na "Cité Universitaire".
Todavia, aquilo que mais me inquieta é a total falta de "bolsas de estudo", neste intercâmbio. Quer dizer, não existe nenhuma autonomia da parte dos serviços do Canadá acerca deste assunto, estando entregue a uma instituição, cujos serviços se demoronam num "nothing".
Presumo, que o grande país, que é o Canadá seja digno de uma bela Embaixada, acompanhada por serviços sociais e culturais condignos com a natureza deste país .
As comunidades portuguesas sofrem de certos males congénitos que há que debelar.
Cabe encontar as estratégias de motivação para que o orgulho português se manifeste, já que o saudosismo, por vezes, até os derrete.
Força Canadá, força Portugal!...
Como uma força....cantava Nelly Furtado, de quem a Embaixada Canadiana faz baluarte!...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Staff presidencial - 32 - O colonialismo de Kadafi

A informação divulgada em Portugal sobre o regime líbio faz-me lembrar as vagas notícias que outrora chegavam a França, via Macau, quando o jornal "Le Monde" tinha um jornalista expressamente dedicado aos assuntos chineses.
Evocando o colonialismo, Muammar Gaddafi prepara-se para exigir e construir uma bela auto-estrada, sobre a orla marítima, entre a Tunísia e o Egipto, à custa dos cofres e interesses italianos. Quem viaja pela África apercebe-se que os próprios nativos não reclamam dos ditos prejuízos do colonialismo, mas sobretudo detestam e lamentam a corrupção dos seus próprios governantes.
Colocado o dilema do colonialismo, alguns argumentam que o atraso educacional sofrido pelas gerações anteriores justifica esta tomada de posição, e, neste sentido alguma razão assistiria a Muammar Gaddafi.
Todavia persiste a incógnita portuguesa.
O déficit comercial entre Portugal e Líbia atinge proporções exorbitantes.
Alguma "razão enigmática" deve persistir para este descalabro, já que hoje se pode transacionar o crude em qualquer lado.
Comprar petróleo, sem exigir contrapartidas comerciais, nem crirar qualquer tipo de pressões diplomáticas, não convencem o mais destemido português!..
Ou, por outro lado, é favorecer um regime que deixa várias interrogações e inquietações!...
As normas internacionais do direito não podem ser subvertidas por meras opiniões de espúria vontade, minando a confiança dos investidores.
Portanto, impõe-se a exigência de garantias salutares e de acrescida segurança que devem ser respeitadas e homologadas por ambos os países.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Staff presidencial.31 - Estatuto dos Açores e Administração Americana

Como cidadão deste país dou-me ao luxo de criticar a falta de lógica e sentido proposicional de uma linguagem própria e digna de uma Embaixada.
Ao fim de uma semana, como é bom dever ético e profissional de uma administração estrangeira, recebo a resposta.
Esperar um ano pela legalidade do Tribunal Constitucional acerca do Estatuto dos Açores não deveria demorar mais de um mês, como deveria ser na ética do funcionalismo público, se ela existe!...
A polémica do Estatuto dos Açores, quase com a ameaça de demissão do governo, somente denota o país em que estámos!...

Votem.Votem!....

"Olaré 31!..., como este fado não há nenhum"

Saff presidencial.31

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Staff presidencial . 28 - Louçã e o embaixador

Imagine que Francisco Louçã se encontre com o "embaixador do Sudoeste Alentejano", todavia delineando pontos de vista diferentes.
Louça diz defender os setúbalenses, e contra-ataca Belmito de Azevedo. (Puro capital)
O embaixador exige que haja espaços públicos necessários e suficientes, e, não sejam a pessoas obrigadas a pagar estacionamento, enriquecendo o sr. Belmiro.
Se Belmiro quer fazer empresas em cascata sobre Tróia, o lucro e problema é dele, e, talvez de engenharia financeira. Aliás, isto é outra história!...(E, nisto o sr: Louçã devia estar atento, porque é economista)
Ainda há espaço, apesar de ser bem vendido o metro quadrado.
Ora há espaço marítimo suficiente para estacionamento, e, para o qual o sr. Belmiro pode dar uma ajuda.
Cabe ao Estado definir as regras do jogo, e não deixar o sr. Belmiro ser o dono absoluto da peninsula de Tróia. (Se o Estado não der atenção, que seja o Governo a zurzir!...)
Concordámos com um capitalismo saudável, que deve manter as especificidades da zona. Além disso, as fontes monetárias não são exclusivas do "resort" de luxo.
Conjuntamente com certa classe, podem conviver espaços mais populares, formando um colorido mais harmonioso.
Além disso, existem zonas, especificamente para um turismo popular e cultural que devem ser mantidas e expostas a qualquer público.
Compete ao Estado estar atento, já que as autarquias se deixam minar, por vezes, por um lucro fácil.
O projecto parece para uma ilha, e, isto não está em conformidade com os anseios da população. Aliás, é um projecto sem grande ambição!...
A arquitectura geral do projecto implica modificações atempadas para salvaguarda e conjugação entre o interesse particular e o público. Ora esta dimensão não é contemplada no sa sua implementação. Apesar das razões ecológicas, exige-se que sejam contempladas outras dimensões que não aparecem no projecto inicial. Bem sei que o sr. Belmiro não quer perder um metro quadrado, mas certamente pode-se desencantar alguns. É preciso um pouco de imaginação e ousadia!...
Além disso Tróia pertence aos alentejanos, e, o embaixador está atento às ambições do sr. Belmiro e às recomendações do sr. Louçâ, lamentando que o sr.Eanes não levante a sua voz como frequentador assíduo. (Já agora os meus cumprimentos).
Além disso, como o território pertence à Nação, talvez alguém escuta a nossa voz!...

EUROPOLITIQUE: Recordando "Platero y Yo" ....Juan Ramón Jiménez

  Na minha tenra idade escutava os poemas de “ Platero y yo” , com uma avidez e candura própria da inocente e singela juventude, que era o ...